Em um mundo em distopia galopantemente sistêmica, resetar debilmentalices é pertinente, mas já de antemão aviso: palpites ou tentativa de entabular debate idiota nos comentários não serão sequer lidos, portanto não sonhem em ver suas cagadas publicadas, serão descargadas, não serão estabuladas!
Existe uma série literária de ficção científica, beeeem longa, que narra a saga de um astronauta estadunidense que foi o primeiro a pousar na Lua com a stardust. Lá ele encontrou uma nave alienígena esférica de 600 metros (nave exploradora e não das de guerra, que tinham 800 metros de diâmetro e eram equipadas com canhões de plasma com raios de 60 metros de diâmetro – aquela síndrome tautológica de mostrar o tamanho da arma) meio que quase avariada, e ajudou os alienígenas.
O povo dessa nave, os arcônidas, era um povo já em declínio, degeneração raiz!
Os desgraçados ficavam prostrados diante de seus projetores individuais, onde dançavam as estrepolias elucubrativas geometricamente desenhadas para o deleite de suas definhadas existências! Fora um povo bravo, conquistador, dominava quase todo sistema M31, tendo colônias em todas as pernas galáticas, para isso suas belonaves de guerra estavam sempre de prontidão – mesmo com o povo degenerado, existia o supercérebro positrônico que administrava Arcon (tomou de assalto aquela civilização depois de calcular que só ele salvaria os arcônidas), com a sapiência de uma coisa sintética.
Essa série é da década de 60, a li na de setenta! Li até quando a macacada estava usando os portais solares hexagonais para saltos supragaláticos, indo até Andrômeda, e surgiram os laurins, entidades meio "arcônticas" de uma galáxia a 2,5 milhões de anos-luz de distância!
Com essa série, irei demonstrar que todas as ASNEIRAS que esses gurus internéticos cagam para a macacada videota idiotube, que chega baba achando o suprassumo da elucubração fantástica, tudo não passa de plágio de imbeciloides para emplacar idiotas, que chegam até a terraplanar! E não por mera coincidência tal proposição também foi desenvolvida na série Perry Rhodan!!
Alguns personagens da série eram o Perry e sua trupe: seu braço direito, Bell, e o rato-castor mutante guch ou algo semelhante, álien partícipe do exército mutante, que era trilhares de vezes mais criativo que lixices marvel de hoje em dia! No exército mutante tinha também o gigante russo Ivan Ivanovich Goratchin, fruto de acidentes radioativos, ele tinha duas cabeças, cada uma pensava por si, e se ambas se unissem conseguiam ignicionar fissão nuclear em qualquer coisa que tivesse cálcio ou carbono! Tinham os teleportadores, como Tako Kakuta (filho das bombas nagazakianas e hirochimescas); tinha Ann Slowan, telepata, e mais uma carrada de personagens, um deles inclusive tinha o poder shapeshifter de até alterar a estrutura molecular de seu corpo, podendo virar pedra, cristal, metal, etc.
Cito esses para mostrar que realmente gostava de ler aquela série e conheço bem as histórias. A propósito, os reptilianos eram chamados de topsidas, e os insectoides eram os DI, deformadores individuais, eles entravam na cabeça das pessoas e tomavam o controle!
Como mostro, não há nada de novo em volta do Sol, nem as terraplanagens para o livre pastar de terraplanistas!
E chegamos ao planeta de "deus", uma entidade coletiva que representava uma espécie ascensa, "seres de luz", onde todos os iluminados viraram um, uma espetacular "demomonocracia" animada, todos deixaram de ser para comporem só um!
Esse planeta era mítico, chamado de peregrino, orbitava no meio de um nada nos confins das bordas lácteas de nossa via!
Não lembro o período orbital, mas não estranharia se fossem 26 mil anos, ou 3.600 anos... Essa besteirada que a macacada virtual só aprendeu tem vinte anos!
Esse planeta, em seu périplo sideral, só aparecia para os "dotados de luz", como os "nobres" terráqueos cheios de vida e desbravadores, e, claro, achado o tal planeta, o capitão ganhou sua vida eterna!
Mas e a forma do "planeta peregrino"?
Siiiim, PLANA, mais plana impossível, aquela coisa que qualquer cérebro plano com capacidade bidimensional idealiza como o suprassumo da arquitetura planetária!
Coisa de louco o tal planeta peregrino, plano, escondido em seu domo, e, além de tudo, era mimético, camuflado e fantasmal! Sem conhecer o gasparzinho e o fantasminha pluft é difícil de atingir a profundidade do entendimento do mundo bidimensional da supraconsciência coletiva de seres de luz!
Mas, não nos decepcionemos, a estupidez atual chegou a tal patamar de exuberância que nem puxada de descarga resolve, tem muita merda já empedradamente emparedada!
Os tais arcônidas degenerados videotamente fixos em uma tela... isso não lembra alguma coisa?
Mais: os mutantes, transumanos emplacados como o grande lance? O supercérebro positrônico que matava a pau, resolvia uma sociedade falida e mantinha a estabilidade do império com seus robôs de guerra com 3 metros de altura e 6 braços armados, num patético arremedo de hecatônquiros? Tudo bastante alusivo...
E olha que sequer abordei os cérebros biopositrônicos dos posbis (entidades biopositrônicas, ou seja, meio máquina, meio biológico), seres de um universo mil e duzentas vezes mais lento que o nosso! Eles construíram um funil temporal que sugava mundos daqui para lá, garantindo-lhes uma vantagem bélica total, pois eles já haviam descoberto como viajar a velocidades supralux, enquanto os arcônidas e seus jovens aliados, os terranos, só conseguiam transpor grandes distâncias através de saltos no hiperespaço!
Além disso, os incríveis posbis desenvolveram um escudo energético temporal que, em vez de segurar os tiros do inimigo, mantinha os posbis dois segundo no futuro, tornando-os inatingíveis por ainda não existirem!
Graças ao sequestro de uma nave fragmentária (o nome dado pelos terranos às naves cúbicas dos posbis), os intrépidos terranos conseguiram todas essas incríveis techs para colorir a epopeia humana, cantada em livros de bolso sci-fi!
Mas, por mais mutantes que tivesse, por mais alienígenas, entidades biossintéticas e outras entidades bizarras ali descritas, não existiam viados, travecas e todas essas abominações policromaticamente marrons!
Aquele futuro deve ter sido desviado por efeitos mandelas cavalares, e acabou que no looking glass só despencamos cada vez mais rápido em um dantesco negro existencial, nem espelhos de John Dee conseguiriam ter tamanho negrume, só obsediânico em sua origem vulcanicamente infernal!
Essa série, pelo que vi, chegou a mais de 3.000 volumes, mas lá pelos 300 eu já não aguentava mais ver tanta humanidade promissora se convertendo em bolha excretora de porte de uma gigalópolis, melhor, uma merdalópolis!!
É merda demais, ela já virou cidadã, cu já virou maternidade e por aí vai o descer vomitante da umanidade!
Mas voltemos à terra plana... digo, planeta peregrino!
No tal planeta planar dos mestres ascensos rola que esses luminares ascendem em uma autossuruba eterna!
As coisas aconteciam da seguinte forma, vamos à essa incrível sci-fi made in 1961 ou algo semelhante:
O planeta era uma projeção dessa consciência coletiva, algo como um avatar pluralizando as indivisíveis consciências unas!
E TUDO no tal planeta existia na projeção dessa macacada unificada!
O planeta podia ser qualquer coisa e fazer qualquer coisa, pois tudo era uma projeção da tal coletividade una (matrix), e por aí desenrolavam os desafios que apoquentavam aqueles intrépidos desbravadores da eternidade!
Sim, a saga gilgameshiana pela eternidade do herói da história custou, primeiramente, a mutilação eternizadora: "deixe o papai enfiar um ovo dentro de você para que sejas eterno como o papai!" Depois das mutilações atlântidas, houve um "upgrade" para apenas uma ducha de "eternidade temporária" (algo como síndrome de siegfried), mas o interessante é que, naquela série ficcional da década de sessenta, tudo o que é proposto hoje em dia como original já era desenvolvido com muito mais originalidade! Narro de forma figurada – só é possível entender raciocinando ou tendo lido os livros –, é para não "spoilear" sem razão!
Mundo matrix???
Junta Perry Rhodan com Carlos Castañeda, chacoalha e joga fora a borra, a borra É a matrix! Não tem nada de novo nessa tal de matrix, o que existe é uma salada das ideias alheias! E é exatamente a mesma babaquice de prisão em mundo 3D, que é exatamente as duas dimensões planares e o tempo, mundo 3D!!!
Capisce, macacada?
Não é mais possível reverter a merda que se avizinha, pois a tal AI positrônica do tal mundo arcônida ainda não disse "ok, limpa tudo!", mas ela vai dizer!
Desde sempre é sabido que quando uma civilização chega ao ocaso, a degeneração, o culto à vaidade, ao hedonismo, ao devasso, ao promíscuo se torna regra; quando esses sinais apareceram, SEMPRE foram os arautos dos fins dos mundos!
Minha pergunta é se estamos entrando em tempos de obscurantismos cybermutants!
Que tipo de humanidade concebe e pode morar em uma terra plana?
Em que tipo de barbárie mergulhou a humanidade???
O i-mundo virou uma espécie de zoomuseucriptobestialógico, um circo de horrores elevado à enésima potência!!!
Está explicitado um pesadelo, mas todos preferem ficar girando doidos na cama mergulhados no pesadelo em vez de acordarem!
O que se passa? Que tipo de marcha lemínguica é essa? Aliás, isso é mais que marcha, é uma procissão, algo religioso, todos movidos pela fé resoluta que o deus do abismo das águas vai levá-los ao paraíso! Alguns ainda olham para o céu, na esperança de que nibiru chegue primeiro...
Enquanto isso, a elite aristocrota duela entre seus galhos genealógicos pelos recursos, os bunkers do fim do i-mundo! E não só ela, toda a plutocracia também fez bunkers, afinal "trabalharam duro" para isso, a humanidade não seria tão facilmente ludibriada para trabalhar os últimos 150 anos abastecendo milhões e milhões de metros cúbicos de recursos de todas as espécies se não fosse sistematicamente envenenada, sabotada, bestializada pela presença insidiosa da subespécie predadora, judeus, que são exatamente esses plutocratas e aristocrotos! Os parasitas armaram a cama e vão deitar na cama bonito, e a macacada em ululantes alaridos se esbalda lacrando para todo lado, acreditando e idolatrando como jamais fez antes destes tempos apocalipticamente epifânicos!
Será que ninguém nunca perguntou: "Ei, cadê aquela tuneladora que fez o metrô linha azul de não sei onde?"
Será que as tais fazedoras de metrôs e bunkers, depois que fazem os tubulões dos metrôs, vão tirar férias?
Ou será que continuam cavando e cavando, pois a melhor forma de sumir sem deixar rastros é por baixo da terra? Só que, nesse caso, como a obra já acabou e ninguém deu conta do sumiço do tatuzão, ela passa a ser usada para desvios e desvios de tudo quanto é coisa, de tráficos de drogas, humanos, crianças, órgãos... a muito tráfico de influência, pois o que está em jogo nessa esfera do jogo do poder é a arca de noé, a salvação!
Já pensaram quanto paga um político para garantir a perpetuação de sua linhagem para depois de um fim que vem inexorável, que vai pegar todos e não vai deixar pedra sobre pedra sobre a Terra?
Já pensaram que todo político com filhos sempre diz que faz tudo pelos seus filhos menores? Isso se aplica a todos, não apenas a alguns, pois todos têm família, e na hora que nego chega forte na chincha e diz: "Aí, ôôô, batman esperteleco, a parada é a seguinte: vem bomba aí, é braba, vai destruir TUDO, não vai sobrar nada, só nos salvaremos dentro de bunkers, onde só cabem cem mil! Se você quer sua família, seus filhotinhos queridos e sua amada esposa, salva, fica piano, dança conforme a música, pois a hora não é de heroísmo nem de altruísmo, é de SOBREVIVÊNCIA!
Galera, já passamos há muito do último retorno, não tem combustível nem para voltar, só serve continuar descendo a ladeira, pois para baixo todo santo ajuda. Mas sempre lembrando que, sendo a Terra plana, em um dado momento chegaremos ao fim, que é o abismo do não retorno!