Havia um reino, reino caído, caído na degeneração.
Dizia-se que bunda, rabo era preferência nacional, sem entender que venerar o criador é invocar a criatura!! Cedo, a macacada se esbaldou na criação da venerada bunda!
Povo mitômano, elevava a bunda ao patamar mais alto! Para esse povo, os heróis eram jogadores de futebol, corredores de automobilismo, pois não havia heróis reais determinantes no rumo da nação para serem exemplo para o mitômano povo!
Entretanto, por alguma intervenção metafísica, surgiu nesse reino um mito, e o mito, embora em meio a dotados de olhos cegos, acabou virando vidente em terra de cego de ditado meia-boca, virou rei!
O rei, cônscio de que estava nu, entendeu que não se podia ficar pelado e buscou o engrossar do couro, inclusive de seus súditos, crias de tempos lenientes, anômicos e anêmicos!
Meteu a boca no mundo, contando o quão podre era o reino da dinamarca! Repetia de forma messiânica que só o conhecimento libertava, enquanto se esmerava em contar os podres dinamarcais! Mas poucos ouviam o rei nu, pois, nas novelas, beldades peladas eram mais encantadoras que o nu rei tentando impedir uma futura nação escalpelada!!
Mas o dirigente monarca não desistia e os podres dinamarcais difundia em suas denúncias despidas de politicamente corretas aporias!
O povo mitômano, nu e cru em compreensão política, seja nacional ou internacional, era prato cheio até para rituais epidêmicos de imbecilidade hipocôndrica, histérica e sistêmica – quando todos enfiavam-se numa espécie de focinheira com jeitão de fralda e desandavam a surtar histericamente mergulhados na hipocondria!
Tal desgraça acometeu o povo naquele reino, e a estupidez populacional estava tão abundante (como sói ser em país com predileções bundais) e severa naqueles tempos, que não faltaram reinos enfocinheirados, enjaulados, encarcerados, fustigados, espetados e inoculados!
Coisa de doido a facilidade com que organizações supranacionais impuseram a todos que cheirar peido pulmonar era salutar e tomar injeção de sabe-se lá que solução era solução!!!
O rei sabia que guiar bestas descontroladas, hipocondríacas, cheias de culpa no cartório e histéricas era algo que extrapolava a proposta; sabia que os mais degenerados cairiam; mas sabia também que, diante do porvir, se poderia dizer até que melhor estariam em saber o que aconteceria!
O rei nu, que havia pego o povo nu e cru, sabia que, como rei, era também professor, e professor de um povo composto de massa absurdamente analfabeta e heterogênea. Daquela massa quase inumana, a grande maioria estava fadada a levar bomba, mas ele, o rei, também sabia que, pelos novos padrões de "aprendizagem", todos devem "ser passados de ano", para que os menos dotados não percebam que são menos dotados – e chamavam isso de "método de ensino"!
O rei deixou os senhorecos feudocriminais espoliarem e sadificarem o povo em aulas práticas sensacionais, imersivas, onde cada cidadão pode sentir na pele o que é estar sob jugo, desarmado e impotente, contra um estado totalitário!
Aulas com vivência, onde alunas eram jogadas ao chão e algemadas por estarem cuidando de suas saúdes, onde trabalhadores foram até nocauteados e algemados, alguns até se mataram em intensíssimas aulas onde a imersão era o foco! Era fundamental o povo entender, em meio período ou período integral de reinado, que seria necessário bem mais de quatro anos para limpar os dejetos parasitas encastelados e incrustados no poder, que continuariam vitalícios, embora o rei não o fosse! Deixou o povo ser processado e encarcerado sem nenhum crime, deixou o diabo fazer o que gosta, pisando e amassando não só o pão, mas também o povo! E tudo porque o povo lixo não entendia as aulas teóricas do professor real, o que o rei messiânico denunciava sobre as sabotagens internas e externas em busca das riquezas da estrelada nação, tentanto orientar, alertar sobre o futuro sombrio que em breve chegaria!
E as aulas práticas recrudesciam... mas, mesmo assim, o povo só conseguia se encantar mais e mais com o nu e desnudante rei!
Já sabendo que se aproximava o impossível segundo tempo de seu reinado, o rei viu que medidas extremas se faziam necessárias! Embora elas já tivessem sido tomadas, houve de lockdown a genocídio vaticinante, e mesmo assim a população só tinha olhos para o rei, sem perceber que o rei ERA a formiga na sala. E a pobre formiga gritava a plenos pulmões alertando o povo não do elefante na sala, mas do fogo no prédio! Porém, muito pequena, a formiga não era ouvida, sua voz não muito longe ia, embora mítica fosse, o povo não percebia a mítica fala. Parco em intelecto, o povo só via o mitar do rei em meio aos micos dos inimigos!! E o povo só "pensava": quem com mico fere, com mito será ferido!
Coisa de doido a imbecilidade do populacho!
O tempo de encarar o vestibular para adentrar às cátedras se aproximava, e todos sabiam que, se o rei fosse destituído, as aulas teóricas, ainda que incompreendidas, acabariam e a ditadura da agenda pederasta iria adentrar as escolas para ensinar que cagar para dentro é legal e todos deveriam provar!
De um lado tinha o rei, do outro, o estado, o organismo parasita que submetia todos com a mesma sanha com que degenerava os descendentes e herdeiros da nação! Era o rei contra a malta criminosa formada de toda sorte de imundície, todos encastelados e reinados pela mais abjeta horda possível, os SUPREMOS EXCREMENTÍSSIMOS e seus rebotalhos, os lixos desembargadores de/da merda!
Esses excremenciais seres estavam ladeados e escudados pela mais celerada matilha de politicamente corretos (só um idiota entende que politicamente correto é correto, basta olhar os políticos para entender isso!) e pela mérdia, a massa dejetal que sempre defende o que não presta e faz mal! E embaixo dessa pirâmide fecal (imagine um tolete bem-feito naquele jeitão suspiro, dando aquela volta antes de se mostrar empinado com a fuça para o alto – na ponta do nariz do tolete piramidal estão os excrementíssimos!) estava todo o estamento, a vampírica organização criminosa parasitária, especialista em quebrar pernas para vender muleta sem nada agregar à nação, a fossa criminal estado!
O rei, ciente do problema, até porque já havia sido fiscal de latrina na política por quase três décadas, sabia que não havia cura! Mas o povo, mesmo submetido a toda sorte de aula imersiva e abusiva, ainda assim pedia vacina e urnas com impressora, sem entender que urna onde não se conta o voto não existe voto, é fraude de qualquer forma! O povo continuava preferindo ignorar que o voto era secreto, mas a contagem do voto era ato PÚBLICO e não restrito a lixos "expecialixtax" em salas secretas!
O rei sabia também que só muita porrada iria educar um povo já tão lixificado pela mérdia, afinal, se a mérdia dizia que buraco de merda era órgão sexual, o povo comia o cu, mas se dizia que merda era brigadeiro, a galera comia o "bumbum" para arrancar e comer o "bombom"!
Povo desse jeito precisa de muita, mas muita, muita porrada mesmo, tem que se foder o máximo, seja por vaticina ou a dita dura na bunda!
E, do nada, em meio a fraudes eletrônicas gritantes, já gritadas e cantadas pelo rei, o rei sumiu!
Conta-se que o rei tentou educar o povo até com aulas peripatéticas, socráticas, imersivas, e mesmo assim o povo se limitava a gritar mito, não percebendo que ele, o povo, poderia invocar seu braço forte para ladear o mito, tornando a nação mitológica.
Os registros arqueológicos e históricos param por aí.
Agora, aqui estamos nós, em pleno século 21, curiosos para saber se o tal rei mitológico conseguiu resgatar uma nação afundada na ignomínia e se conseguiu emplacar a segunda etapa educacional para o mitômano povo!
Fica a pergunta: terá o mítico rei conseguido fazer a "mitomanada" entender que a solução para tamanha anomia era militar, e não em políticas e jurídicas estrepolias?