A Terra é entendida e preconizada pelos dominantes como sólida na superficie, internamente um geóide de quase 13 mil kms pastoso e com o núcleo com temperaturas que beiram os 6 mil graus. Tem uma crosta de aproximadamente 70 km de espessura e abaixo disso tudo é magma, e tal magma só aumenta de temperatura cada vez mais para o centro, onde começa nos 700 e poucos graus e culmina em até 6 mil graus célsius. O núcleo líquido é uma bola de ferro e níquel (daí o nome ser nife, de níquel e ferro) girando em velocidade diferente do núcleo sólido (dentro do núcleo líquido), isso faz com que exista um campo eletromagnético onde o eixo da bobina seria o tal núcleo de ferro e níquel.
O peso atômico do ferro (26) é 55,847, ao lado dele (para cima), na tabela periódica, tem o cobalto (27) com 58,9332 e depois o níquel (28) com 58,71, o cobre (29), o zinco (30), o gálio (31), etc., até o Meitnério (109) com peso atômico de 266 teóricos, talvez já existam elementos mais recentes e mais pesados, talvez o mítico elemento 115!
Os elementos muito pesados ou com "qualidades isotópicas" acabam por emitir radiação, por instabilidade do núcleo, e a mensuração que se faz em um dado período em que esse elemento perde sua "massa adicional" se chama decaimento, e o período de meia-vida é aquele em que o elemento perde metade do valor do peso "excedente" de sua primeira medida, e com isso os elementos viram outros, como urânio vira chumbo, e claro, podemos também criar elementos pesados através de enriquecimento do elemento, bombardeio de nêutrons e sabe-se lá mais que tipo de coisa acontece para enriquecer elementos e transmutá-los, em uma fornalha de gravidades e campos magnéticos com diferenças de potencial na casa dos pentawatts, o núcleo da Terra.
Os elementos tendem a se ligar uns aos outros criando novas possibilidades em termos de peso, de massa, e de temperatura de ebulição e fusão, e assim o leque de possibilidades de gases expandindo, fluidos em movimentos convectivos embolhantes é realmente formidável. Isso no vácuo resulta em algo semelhante a uma "polibolha de sabão", onde o fluido superaquecido por uma explosão nuclear, devido ao estado crítico dos elementos enriquecidos pela fornalha "gravitacional" do núcleo, vai formando bolhas sobre bolhas, cada uma composta por elementos mais leves até as camadas puramente gasosas.
Imaginar que em uma bola de material em estado de "mingau", em temperaturas de outro mundo, não acontece nem uma gigabolha em um meio completamente frio (a temperatura do espaço é na casa dos 200º negativos e, na altura da Terra, a exposição direta ao Sol é de uns 200º positivos, da frente do Sol para a sombra atrás, há um choque térmico de 400 graus!) e que seu consequente endurecimento/resfriamento (resfriar) não se dê quase "instantaneamente" depois de uma certa distância do núcleo, é não levar em conta as óbvias características de todos os materiais, onde elementos voláteis em diferentes temperaturas buscam "fugir" do material, como por exemplo, os gases "metânicos" dos pântanos, os gases sulfurosos das lamas e lavas ferventes, o vapor de água de todos os alimentos levados à cocção. Isso é religiência pura!!!
Por si só, a possibilidade de uma bola imensa de lava (que, por natureza, gosta de fazer bolhas) não embolhar nenhuma vez é absolutamente zero.
Entendendo a atração gravitacional prevista no modelo gravitacional preconizado, e sua consequente mecânica celeste, temos que aceitar que tal modelo obriga que todos os elementos mais pesados que o ferro e o níquel estejam mais no interior ainda que o tal núcleo da Terra de ferro e níquel. Logo, todos os 80 e tantos elementos mais pesados deveriam estar no núcleo da Terra (isso, é claro, só para os que têm pontos de fusão e ebulição próximos do ferro e níquel), inclusive todos os físseis elementos radioativos. A desculpa de que tais elementos se originaram no espaço não serve, pois os elementos radioativos decaem. Se existe ainda urânio (por exemplo) na superfície terrestre é porque quando este caiu na Terra o grau de instabilidade do núcleo era algo à beira da fissão pura e simples, e entendendo que na entrada da atmosfera os corpos são queimados pelo atrito, posso afirmar, sem sombra de dúvida, que tais corpos explodiriam tal e qual uma bomba atômica, espoletados pelo atrito de entrada! Sem chances. A outra possibilidade aventada é a de que os elementos mais pesados se ligam quimicamente aos elementos mais leves.
Qualquer elemento mais pesado (denso) que a superfície, se cair, vai afundar, sobretudo em uma teórica fase onde a superfície terrestre era lava pura, pastosa, e esse período durou (segundo dados de doutos, aqueles que afirmam que a Terra é sólida) aproximadamente 1,5 bilhão de anos. A abundância de metais pesados na superfície é grande, sobretudo do ferro que, naturalmente seguindo o modelo vigente, teria que estar impregnado no núcleo (em cima dos pesadões). Devido ao magnetismo da "bobina nuclear", todo o ferro e o níquel e todos os elementos e materiais magnéticos já estariam no núcleo desde os primórdios, junto com todos os materiais mais pesados ainda, sobrando na superficie os elementos que são leves, diamagnéticos e de isolamento térmico!