Minha geração adolescente, burguesa, era dividida em três grupos: os CDFs, os doidões e os frívolos!
Os CDFs não ouviam muita música, quando ouviam era algo mais erudito, mais clássico, eram focados em tirar notas altas, agradar aos pais, via de regra religiosos e casais formados, e também ao estado. Eram "concervadores" no sexo, tendo iniciações sobretudo com putas e meninas mais dadeiras, na base do álcool, lança ou loló. Acima de tudo ACREDITAVAM NO ESTADO (QI médio entre 95 e 105).
Os doidões (o meu grupo) eram os que ouviam rock, experimentalismos, jazz, abominavam conceitos sociais e o estado, via de regra eram de famílias disfuncionais com pais separados. Era a turma do sexo, drogas and rock'n roll (não necessariamente nessa sequência). NÃO ACREDITAVAM NO ESTADO E ENTENDIAM-NO O INIMIGO (QI médio entre 90 e 105).
Os frívolos eram ouvintes de discoteca, os que acharam o máximo o surgimento de shoppings, filhotes também de famílias, via de regra com casais formados, para eles tanto fazia como o mundo ia, o importante era estar na moda. Sexo fácil feito baseado na moda hollywoodiana e merdiática no geral. SEQUER SABIAM QUE O ESTADO EXISTIA (QI médio entre 90 e 100).
Esses grupos de adolescentes eventualmente se mesclavam por alguma razão, via de regra era mais o primeiro grupo, os CDFs, que eventualmente percebiam que os doidões eram interessantes e acabavam se envolvendo inclusive na doidera! Por que os CDFs achavam os doidões interessantes? Porque já estava claro que a sociedade estava mergulhada em uma distopia sinistra, onde não era possível endossar o normal, pois esse já era anormal!
Já os discodance people só começaram a interagir com os doidões quando já haviam entrado no álcool, lança-perfume e loló! Antes disso sentiam medo e raiva desses.
Aconteceu um fenômeno curioso: a droga, não importa qual, os uniu ou os separou radicalmente!
Musicalmente não havia mixagem, até porque discoteque, para os outros dois grupos, só era tolerada por causa da bucetada que frequentava esse ambiente, enquanto o rock sempre foi levemente estigmatizado e o erudito sempre teve aquele jeitinho blasé, pernóstico! Os que conseguiam transitar nesse sarau eram os com vocações musicais.
Pelo espectro musical e sexual, é possível se entender os caminhos consequentes, vide hoje dejetos anitais e pablos vitarais com o uso pobre de duas notas (som binário) se fazendo notáveis.
O rock junto com a discomusic sempre foram bastante tolerantes e até estimulantes da viadagem, já o eruditismo musical guardava a viadagem no armário!
Isso ecoou no todo, e temos a alvorada binária, onde a lógica acéfala do 0 e 1 – equivalente ao linguajar de um bebê, B e A, ABABBA, BABB... (isso é o binarismo por excelência), algo tosco, irrefletido – é alavancada ao suprassumo do pensar!
Me pergunto se alguém no passado aceitaria que a humanidade um dia iria se comunicar e "logicar" com um linguajar A(0) e B(1) em N combinações...
Foi essa geração que gerou os mileniais, que geraram a mais abjeta borra possível, a geração z, dejetos sem nenhuma salvação.
Só que as gerações anteriores à minha foram degeneradas o suficiente para garantir a minha geração, o gatilho do caos total, existindo!
No fim do século 19 e início do 20, permitimos a reescrita final da história que garantiria o ocaso definitivo do ser humano, o coup de grâce! De concílios de niceias a tratados de versailles e tribunais de nurembergs, assinamos a pena de morte da espécie humana!
Não existe forma alguma de reverter o que acontece, só a destruição completa da civilização poderá dar algum alento à espécie humana, e só a mantenência do "novo normal" e "great reset" garantirá finalmente a consagração absoluta da palavra de deus: a tomada definitiva do i-mundo pelos judeus e seus derivados umanos e transumanos.
Observo que o judeu não é a imagem e semelhança de deus, o judeu é um mero golem feito à imagem do ser humano, pois só dessa forma existiria a possibilidade dessas aberrações se fazerem dominantes. Se fossem feitos à imagem de deus, há muito tempo já teriam sido exterminados!
Eles foram feitos à imagem do ser humano para que o ser humano aceitasse a assimilação, a miscigenação, e com isso se degenerasse de forma paulatina e irreversível.
É evidente que só o judeu tem "qualidade" para se mutar sincrônico com a imagem de deus, vide os transumanos/viados, lixos em estado pleno que são exatamente peças adequadas à mutação definitiva. Serão em breve as células de deus, serão definitivamente sintéticos.
É fundamental entendermos que essa lixeira, o tal deus, é um organismo, em nossa escala, SINTÉTICO, mas na escala dele ele é orgânico, da mesma forma que em escala micro, nanométrica, nós também somos sintéticos!
A diferença entre sintético e orgânico é puramente escalar.
Se observarmos enzimas, veremos que se engatam conforme suas geometrias, algo exatamente idêntico a peças de um motor, onde dentes de uma engrenagem exigem medidas exatas para que se engatem e façam girar o conjunto.
Como é sabido desde sempre: o que é em cima é embaixo, o que é fora é dentro, o que é no micro é no macro.
Exatamente uma proposta fractal!
Sem essa compreensão fica difícil, se não impossível, a evolução, visto que evoluir depende da sincronização, tal e qual de engrenagens do todo em um "motor" só!
A forma mais interessante de se compreender isso é abrindo um relógio, cada peça é sincrônica com todas as outras, se uma falha, o todo falha.
Se uma pessoa se exercita fazendo relógios e consegue abstrair o que coloquei acima, ela consegue entender o todo, a biologia, a química, a física, a astronomia, a fisiologia, e toda essa cinemática sinérgica.
Na atual circunstância, só existe uma chance para o mundo, sobretudo à nação brasileira: o povo, multidões em frente aos quartéis declarando guerra contra o estado e pena capital para todos os traidores da pátria, todos os anti-humanidade, pró globalismos, pró agenda de controle, pró umanidades e pró transumanidades, e claro, O IMEDIATO PORTE DE ARMAS para todos os cidadãos, pois SI VIS PACEM, PARA BELLUM!
O ponto de inflexão ficou lá atrás, foi o ponto de retorno; hoje estamos há muito no ponto de não retorno!
Os reflexos da inflexão não podem ser entendidos como reflexão, por falta de reflexos, flexão e reflexão estamos em deflexão! O sintético é hoje síntese!
Curta vida à IA ou curta a vida à IA, eis a questão!