Esse é um dos assunto mais resetáveis que existe!! Abro com uma citação de William Penn:
"Os homens são geralmente mais cuidadosos da descendência de seus cachorros do que da sua própria."
Se os "doutos" biólogos, veterinários e outros preconizam a depuração racial, seja como recurso para melhorar uma raça ou como recurso para exponenciar uma característica desejável, por que razão, no caso da humanidade, se alardeia que isso é crime?! Por que dizem que eugenia é uma atrocidade e outras imbecilidades?
Quando se busca melhorar uma linhagem qualquer, a primeira coisa que se faz é pegar os indivíduos mais "perfeitos" e colocá-los para cruzar, a consequência teórica será uma cria potencializada.
Esse princípio, claro como água, é aplicado desde grãos de milho até a engenharia genética de ponta, passando impreterivelmente por todos os animais já criados (criados no sentido de cuidar e ajudar a reproduzir) pelo ser humano.
Ninguém planta grãos de milho ruins e consome os bons, faz-se o contrário, desde há zilhares de anos, sempre perpetuando os melhores grãos, de forma a garantir gerações melhores e melhores.
No caso dos animais, dependerá de qual será sua serventia, ou seja, se para companhia, transporte, força motriz ou segurança, buscar-se-á na reprodução da espécie as melhores potencializações para esses fins, e tais potencializações, via de regra, beneficiam a raça como um todo. No caso de animais para consumo (alimentos e vestuário basicamente), o resultado é o melhoramento da produção, do volume de produto desejado em proporções maiores (mais carne e menos penas por exemplo), e não a melhora do indivíduo, o que degenera a espécie de forma absoluta, gerando um "algo" híbrido sem chances de sobrevivência no mundo normal, mas de valor econômico considerável.
Isso que descrevi é o resumo básico da conduta da humanidade no que tange à reprodução dos seus "companheiros de viagem", e isso se dá desde que se caga sentado.
Entendendo isso, começamos a nos perguntar o porquê da eugenia ser vista como algo "pavoroso". Qual o sentido de "criminalizar" algo que busca beneficiar as raças, as etnias? As características particulares de cada raça são potencializadas, fazendo com que a diversidade aumente e se depure, ou seja, é algo que é a essência de todas as raças, que só nasceram, só diversificaram por conta da eugenia primeva, isto é, se existem raças hoje em dia é porque no passado houve a prática contumaz da eugenia!!
Com relação à tolerância, acho que qualquer um tem direito de só buscar contato com os afins, e quando não, se retirar, se possível.
Acredito que o fato de alguém não querer contato com outro alguém, seja por raça ou outra razão qualquer, é um direito legítimo e deve ser respeitado. Por exemplo, uma vez sentei em uma birosca em um sei-lá-onde e, quando pedi uma bebida, comecei a conversar com os filhos do dono da birosca (eles eram judeus). Com isso, o dono disse que já estava fechando para o almoço e que eu pagasse ali, e depois de terminar de beber, deixasse o copo e garrafa ali mesmo na beira da calçada, e fechou a birosca. Não posso dizer que me senti ofendido, ao contrário, ele meio que me fez um favor, pois se não gostava de mim (não me conhecia, era a primeira vez que passava ali) poderia ter colocado alguma m... em minha bebida. Ou seja, essa atitude "racista" foi boa, me alertou que, por questão racial, nem sempre somos bem recebidos. E se tem algo que gosto é nunca me aproximar de alguém que não me queira bem ou a quem eu não queira bem.
Isso é legítimo, ninguém é obrigado a conviver com quem não gosta.
Eu por exemplo, toda vez que posso me afastar de gente, me afasto sem pensar, se passo perto de um ser que me enoja (políticos por exemplo), fujo, e fujo de forma escancarada, como quem diz, fique longe, pois me enojas. Assim como me enoja ver cadáver, me enoja os que os comem, os tais necrófagos que preferem se ver como carnívoros (hipocrisia pantagruelista), mas sei que um necrófago não tem como entender esse nojo escatológico que eles me provocam, logo, me afasto eu.
Não tem sentido agredir os que não nos agradam, mas isso não quer dizer que temos que ter qualquer tipo de contato, no máximo vivemos próximos (na medida do impossível!) dos que nos desagradam, mas é só.
No passado, os reis de reinos e raças diferentes costumavam selar tratados com casamentos entre os reinantes ou seus descendentes, ou seja, partiam do princípio que, se é para misturar, tem que misturar os melhores (teoricamente) das duas (ou mais) raças, de forma a garantir uma cria com potencialização de características diferentes, criando um "polivalente", mas não "especialista", que na segunda geração já poderia ser especialista polivalente, ou seja, promovendo ganho de qualidade com a mistura. Tais manobras garantiram, no passado, raças de grande qualidade.
Existe aquela história de que o esquimó oferece sua mulher para os forasteiros, mas a coisa não é bem por aí. O esquimó é de compleição pequena (ainda bem, pois se fosse mais encorpado, o gelo fino seria mais perigoso) e vive no fim do mundo, logo todo e qualquer forasteiro, via de regra nórdico com características absolutamente diferentes dos esquimós, que apareça é algo absolutamente fantástico. O esquimó sabendo que a mulher é "dele", acha interessante conseguir uns filhotes de design diferente, aliás provavelmente a mulher esquimó também, isso tem lógica, e mostra uma lógica reprodutiva muito mais inteligente, muito mais refinada, pois seja quem for que cruze o ártico andando, é porque tem qualidade em várias instâncias e assim não fará feio na perpetuação de seu gene em paragens tão longinquas.
Entendamos que ao se misturar lixos, o resultado é um lixo potencializado, ou seja, se você junta dois corruptos para reproduzir, o resultado é tão imundo, tão sujo que garante a destruição de uma nação, e o brasil é um dos maiores exemplos do que digo.
Se observarmos o comportamento do vira-lata por exemplo (os vira-latas são safos, são cães que aprenderam a se virar, vivem na rua, assim não temos como saber se um cão de raça nas ruas será tão esperto quanto, isso só coloco para evitar a aventação da questão de que vira-lata é mais esperto), veremos que, via de regra, são medrosos (sistema de proteção derivado da ausência de matilha, o "modus operandi caninus basicus") e se viram como podem, características idênticas às dos brasileiros, um dos povos mais miscigenados que existe. Curiosamente, as elites, essas não se misturam nunca, daí não adquirem essa característica "vira-lata", que é o medo e a capacidade de sobreviver, de se contentar com pouco, não por "espartanidade" da alma, mas por medo. E dessa forma, as elites controlam tudo, não se deixando misturar, sendo absolutamente racistas!!! E naturalmente sem habilidade alguma para sobreviver, daí vem a natural necessidade de parasitar que esse bando tem.
Índios não são mansos e por isso estão em vias de extinção, mas uma extinção programada e, principalmente, com recolhimento do material genético (conhecem aquela manobra "nobre" de recolher sangue ou material genético de povos "raros", aconteceu esse recolhimento naquela tsunami da Indonésia, e estranhamente um ano depois surgiu uma gripe teleguiada para asiáticos, não sei não...). Ou seja, existe uma agenda para a extinção do índio, pois se eles mantiverem a qualidade genética, ficará claro que são mais fortes (e ameaças potenciais para a "criação" ou "plantação" de gente que é praticada pelo establishment). Aliás, isso eu já vi em competições olímpicas de índios com a participação de brancos, onde branco toma na retaguarda sem a menor chance. É claro que competição olímpica de branco, coisa de fresco, como esgrima, hipismo (hipismo de verdade, de homem, são os mongóis que fazem), lutinha com hora marcada, corridinha com "sapatilha" ou esporte gadgetianos, onde o que conta é o equipamento, os índios não se beneficiam, pois eles têm fisiologia de verdade, não são cobaias sintéticas de laboratório.
Índios são perigosíssimos para a agenda e são sistematicamente destruídos. Eles são autóctones e autônomos, impossíveis de serem "domados" (é por isso que no esquema escravagista, se retira o escravo de sua terra natal de forma a fragilizá-lo ao limite), por isso precisam ser exterminados. E a maneira de se fazer isso foi "aculturando-os", introduzindo-lhes a televisão em suas rotinas, divulgando galã global - coisas eonistas que viraram o exemplo de "macho". Daí foi só esperar as coitadas índias se prostituirem para exemplos dessa racinha.
O resultado disso é uma imundície gerada pela alma de personagens que acham legal pagar para uma menina sem esperanças, para "estuprá-la" com a "ameaça" do vil metal! Filho de puta não é bem visto não é por conta da mãe, mas sim do pai, pois homem que usa mulher como objeto, sobretudo sexual, não presta, não é homem, é um lixo vira-lata, seja do corpo, seja da alma.
Para entender melhor, mulher, na sociedade falocrática que vivemos, é FODIDA, exatamente na acepção mais ampla da palavra, onde essa palavra representa a violação, a sacanagem, a pior sina para uma pessoa, ser fodida (coitado é a maneira eufemista de se falar fodido, pois vem de coito). Ou seja, parece que até as palavras de nosso vernáculo, parapraxicamente, mostram que essa sexualidade artificial que se busca instituir nas mulheres é criminosa e só destrói a fêmea, destrói o respeito dela por ela, e tal fêmea nunca poderá ser uma boa mãe (reprodutora), afinal não sabe escolher macho, é uma ameaça à espécie, à raça.
A questão do negro é mais bizarra ainda, pois os negros que vieram para o brasil eram sempre de tribos, raças ou etnias diferentes, que falavam línguas diferentes. Essa estratégia buscava impedir uma união de forças entre eles, e assim foram destruídas as particularidades que potencializavam esses escravos através da miscigenação racial. Entretanto, só reproduziam os sarados (usando reprodutores para acurar a nova raça, feita de "saradões"), dessa forma, vemos a dentição dos negros escandalosamente mais bonita que a dos brancos, por conta só da depuração racial. Quando acabou a escravatura, acabou a seleção, e aí reduziu a qualidade, embora ainda nos dias de hoje a bela dentição seja facilmente notada.
Como vemos, de forma "estranha", o racismo dos senhores de engenho (que não iriam jogar dinheiro fora deixando que escravos de "qualidade inferior" reproduzissem) fez um trabalho notável de depuração racial, que a mídia e leis pseudobenéficas estão se encarregando de estragar. O mesmo se aplica aos outros países onde se utilizou o negro como escravo.
A própria escravatura foi um fenômeno armado para garantir essa miscigenação desenfreada, provocando uma "vingança" dos filhos das mucamas estupradas, que não percebem que reproduzindo em brancas estão sujando o gene deles, pois os brancos já estão imundos geneticamente há muito tempo. O objetivo é claro, degenerar a raça humana como um todo, retirando as qualidades intrínsecas de cada um, é a tal "democracia genética", onde se nivela por baixo.
Como vemos, a instituição de perfil antieugenista, de perfil miscigenatório, em uma época onde a sexualidade está em patamares "sodomais", que é alavancada pelos dominantes, é um crime contra a raça humana, é crime de lesa-humanidade. Quem institui esse tipo de lei merece a pena máxima, a pena capital, pois não é ser humano, é outra coisa, pois se humano fosse, buscaria melhorar a raça e não torná-la mais abjeta, mais gorda, mais mansa, mais fraca, mais lúbrica e mais precoce, curiosamente todas essas mesmas coisas que fazemos com nossos animais "alimentares", aqueles que não melhoramos, mas sim os tornamos mais "apetitosos".
Parece que, coincidentemente, o que está sendo feito com todas as raças do mundo é a mesma coisa que se faz com animais de corte! Quem será que está programando isso? Será que esses seres não acham que somos suficientemente saborosos?
Só me apavora é perceber que se lermos o velho testamento e o novo com esse enfoque que estou dando, as pessoas vão abrir os olhos para uma verdade que, de longe, se assemelha ao céu que os humanos tanto almejam!! Parece mais uma receita culinária de como preparar gente al dente e outros pratos sofisticados da culinária divina.
Finalizo explicando a verdade por trás da lei de intolerância, onde por trás de uma "nobre" fachada, existe uma verdade maldita que é a de adestrar o povo a aceitar o inaceitável.
Começou reprimindo coisas que tinham sido criadas artificialmente (pelos mesmos mentores), como o racismo discriminatório, que só surgiu no dia a dia por conta do regime escravagista, que impôs uma convivência forçada e não voluntária, gerando um natural e inevitável ódio entre "pigmentos" diferentes.
O mesmo aconteceu com a questão feminina há milênios, onde a mulher entendendo na alma (de uma forma que ela não tem como compreender) o trabalho sujo do macho, usurpando-lhe o poder, e colocando-a como um ser menor (logo ela, a criadora de todas as descendências, até do tal deus, que nem isso sabia fazer, dependia de mulher!), começou a destruir a raça humana, aceitando qualquer lixo montando-a, condenando a raça à degeneração que se mostra, ou seja, por conta de trair a mulher, o homem está pagando com sua descendência e está sendo danado para sempre!!!
Nos tempos modernos, começou uma sistemática apologia por bunda (essa ganhou até nome pedofílico, bumbum!!!), e daí, começaram a aparecer as consequências, mulheres bizarrificadas com trejeitos "grotescobundais" (coloquem surra de bunda no google e vejam por si mesmos, acredito ser o estado de arte dessa "filosofia"), e personagens com defeito hormonal devido a hormonização "necroalimentar", começaram a se encorajar a experimentar aquele negócio de "bumbum" pra cá, e "bumbum" pra lá. Last but not least, a pedofilia ficou valorizada, afinal as santas que dão o rabo (excesso de rombo na frente?), não têm cu e nem bunda, elas, de forma meiga, dizem na "útil" mídia que têm bumbum, tal e qual retardadas mentais!! O custo é alto, a mente já rasa e degenerada do comum (não eugenizado?) acaba por entender que quem tem bumbum tem que tomar rola e daí...
Isso é o dano objetivo da tolerância, é fazer com que toleremos até criminosos, e daí, temos esse poder público totalmente feito por criminosos mas absolutamente impunes e vivendo muito bem e respeitadamente, em vez de estarem pagando por crime de lesa-pátria.
Estenda isso em um panorama global e verás o futuro "glorificante" que nos espera.