Preocupa o cerco brutal que toca os cordeiros para as piras tabernaculares.
Religião, a legião de reses!
Já começou a ficar difícil sacar dinheiro sem a marca da besta biométrica, digo, cibernética!
A ignorância científica é talvez a segunda maior causa do afundamento da humanidade, a primeira, como sempre afirmo, é a imbbbecilidade, a burrice.
Não saber física, biologia, química e não entender que as três são a MESMA COISA — a única coisa que muda são os sistemas decodificadores usados para descrever esta única coisa, e esta única coisa foi dividida em três porque é dividindo que se conquista — é assinar uma pena de morte para si.
A compartimentação do conhecimento visa à ignorância holística, visto que entender a parte não implica no entendimento do todo.
Este texto busca manter a coerência sinérgica da questão científica. Para melhor entender, notemos o seguinte: a água pode ser descrita fisicamente, líquido, quimicamente, H2O, e biologicamente, fluido vital. Com essas três "adjetivações", começamos a estabelecer as fronteiras dentro do conhecimento, e daí aprofundamos com mais adjetivações, fisicamente, quimicamente e biologicamente: fluido usado como parâmetro indexador de fluidez por seu "absolutismo" do entendimento fluídico dos outros líquidos, características hidráulicas, amorfismo, tensão superficial, empuxo, viscosidade, solvente universal, características óticas, características da estrutura molecular, veículo de transporte, eletrovalência, etc...
Todas essas características da água (ou de qualquer outra coisa), que são desmembradas, devem ser reunidas para que uma melhor compreensão da água aconteça, de outra forma não saberemos usá-la em todas as suas capacidades.
Qualquer motor a explosão funciona a água, e isso é sabido, mas alega-se que a energia necessária para gerar a eletrólise que separa o oxigênio (O) do hidrogênio (H) é a mesma gerada na reunião explosiva do H com o O, ou seja, se para separar as moléculas gasta-se, por exemplo, "1" e a reunião deles gera "1", o resultado da tentativa de gerar energia da eletrólise é trocar seis por meia duzia.
Segundo dizem, isso, alegam, é a segunda lei da termodinâmica, a lei de conservação de energia, que diz que não há como tirar energia além da que há, e que esta energia é constante em um sistema fechado (sistema fechado é aquele que não recebe energia de fora e nem doa - lembro a todos que NÃO existe sistema fechado, melhor dizendo, o único sistema fechado é o todo).
Esta afirmação termodinâmica é mentira, é falacia, mas para sabermos isso é preciso conhecimento multidisciplinar!
Vamos lá:
A eletrólise é a quebra, por eletricidade (como o nome já diz), da água em hidrogênio e oxigênio através de uma diferença de potencial (a diferença de quantidade de elétrons entre uma ponta e a outra, a esta diferença, quando em movimento, damos o nome de corrente) entre o cátodo (é aquela ponta lisa das pilhas, polo negativo) e o ânodo (é a ponta da pilha que tem um "mamilo", o polo positivo). Mas a água pode ser dissociada também por eletromagnetismo, por vibração e por calor — em incêndios em grandes florestas de pinheiro acontecem explosões (não confundir com explosões para debelar o fogo) porque, devido à queima de pinheiros ser muito calórica, por terem muita gordura, a água, tanto do ambiente quanto dos bombeiros, é aquecida a temperaturas desagregantes, que separam seus elementos, que depois, quando se juntam, explodem.
Só com esses dados acima, já temos uma visão da água mais "sincera". Acrescentemos a isso que água é ISOLANTE e não condutora como a maioria acha, condutores são os sais e eventuais poluições da água.
O forno de micro-ondas tem suas ondas com o tamanho necessário para "sentar a porrada" nas moléculas de água, daí as moléculas espancadas, "do nada", acabam fervendo de raiva.
Observo que, se a pancadaria for muito brutal (como aqueles lapidamentos da muçul-manada, que gosta de baixar de quatro para valete), as moléculas não aguentam e acabam quebrando ("micro-ondentólise"?), com consequente kaboom no reencontro dos saudosos oxigênio e hidrogênio.
Resumindo a bagaceira: para se fazer um automóvel movido pelo líquido que os excrementos banqueiros estão se apropriando totalmente (inclusive com chemtrails antichuva, com diques de sequestro e envenenamento), a água (quando eles conseguirem privatizar completamente a água, eles vão admitir que fazer carro a água é fácil), basta que acoplemos no coletor de admissão uma câmara metálica fixada à antena de micro-ondas de um forno de micro-ondas.
Para entender melhor: um veículo que faz 15 km por litro, a dois mil giros/min e a 70 quilômetros por hora, tem um consumo pontual de combustível na seguinte configuração:
Se o carro tem quatro cilindros, cada cilindro consome 250 ml de combustível a cada 15 km; o motor, sendo 4 tempos, encaixa perfeitamente um cilindro em cada tempo, por isso escolhi esta configuração, para facilitar o cálculo que vou mostrar.
Se fazemos 70 km por hora, 15 km faremos em quase 13 minutos, logo, são 13 vezes 2.000 giros do motor, estes 26 mil giros servem para dividirmos o litro (em mililitro) de combustível e obtermos o gasto de combustível de cada explosão.
Este 0,0384615 de combustível é menor (muito próximo de uma gota de água em temperatura ambiente) que uma gota, ou seja, uma explosão que gera o deslocamento de um carro precisa de uma mísera gota (dependendo do tipo de líquido, de abertura e da temperatura, a gota é maior ou menor, no caso da água gira em torno de 0,05 ou 0,03 ml) para "kaboomzar" a contento.
E a energia de uma vela de automóvel é suficiente para tal, esta vela tem sua alta tensão garantida pela bobina, que segue o princípio de um flyback, ou melhor, o flyback usa o princípio da bobina (sugiro que pesquisem sobre o funcionamento da bobina que transforma baixa tensão em alta tensão).
Agora percebam que, para se fazer um auto movido a água, ele só precisa "fritar" uma gota por ciclo, ou seja, uma mísera pilha de nove volts, se usada a contento, gera essa energia!!
Para um magnetron (o transdutor que transforma uma corrente elétrica em micro-ondas dentro do forno) dissociar uma gota d'água chega a ser patético, e para colocar um destes em ação só precisamos de uma bobina simples de automóvel.
É perigoso, emite ondas eletromagnéticas em espectro de micro-ondas, que é extremamente penetrante em corpos suculentos. TEM que blindar o local de atuação da antena e o próprio magnetron. O uso de magnetos (quanto mais possante melhor) é interessante para orientar os gases de saída.
Qualquer pessoa com um conhecimento menos compartimentado percebe que acabei de dar uma receita de carro "hidrófago", os mais catequizados, os catedráticos ou vão dizer que não funciona sem testar ou vão testar céticos e, claro, quebrarão a cara, ou, o mais provável, farão de forma tosca parapraxicamente, para não precisarem endossar a burrice deles e do sistema, e, pior, alavancando os undergrounds e loucos autodidatas!
TUDO o que aprendemos em cátedras é uma imensa mentira!!
Os excrementos mentem sobre uma Terra sólida só para ocultar o oco do crânio deles (e a miríade de possibilidades e esperanças que uma Terra oca invoca) ou, pior, ocultar a massa marrom, a merda encefálica, e se esses imbecis são cara de pau para afirmar tal idiotia a ponto da massa ainda endossar, é sinal que o todo merece a parte e as partes merecem o todo!
Mas voltando ao nosso assunto, o que mostro é que, buscando o entendimento descompartimentado, conseguimos resultados brutalmente mais satisfatórios. Vou mostrar agora as falhas da proposta oficial, que mistura postulados absolutos de termodinâmica com a realidade factual.
Os vermes falam de combustível nos moldes de tanques de combustível, induzindo o pensamento do armazenamento do combustível, e isso torna inviável a proposta do hidrogênio puro, pois todos os carros seriam bombas, e das piores!
Os lixos catedráticos sugerem que se armazene o hidrogênio em blocos de alumínio dopado, que é um alumínio poroso por dentro que armazena hidrogênio em suas bolhas. Isto é algo como uma dinamite, que é uma argila porosa como uma esponja, na dinamite, coloca-se a nitroglicerina na porosidade para que a mesma não tenha a massa com tamanho de ignicionar-se, e no caso do hidrogênio, é para encapsular e impedir o contato com o ignicionante oxigênio do meio ambiente. A similaridade está no método de armazenamento dos combustíveis (nitroglicerina e hidrogênio) e não na forma de uso.
E, claro, dessa forma, a produção do hidrogênio fica nas patas das indústrias.
E mais uma vez estamos reféns dos excrementos industriais. Os lixos vendem hidrogênio, um gás que implora para explodir pela sua instabilidade (ele só tem um elétron na camada de valência, que precisa ter dois), garantindo, além do lucro, o risco de explosão.
A proposta comum da turma do iutube (é por isso que é permitido), aqueles reatores eletrolíticos em garrafas com água salgada e chapas, tubos, malhas de aço inox como elementos catódicos e anódicos e tubos de saída para os oxigênio e hidrogênio, é problemática, pois, se algo entupir a saída dos gases, eles explodirão dentro da garrafa.
Ou seja, a solução é a feitura de combustível de forma imediata, sem riscos de armazenar reativos elementos, gera-se os reativos só na hora que for para eles reagirem!
Dessa forma, a água só é quebrada no coletor de admissão, exatamente antes de entrar na câmara de combustão.
E daí teremos sempre automóveis com seus tanques de água que, em acidentes, além de evitarem explosões e fogaréus, ainda os apagam (desde que o fogo não atinja temperaturas separadoras de hidrogênios e oxigênios)!
As mortes seriam em menor quantidade, inclusive por ingestão ou queimaduras de combustível, algo comum em quem se afoga dentro do carro que, por acidente, cai na água.
A grande sacação é a percepção "sintérica" da questão, o que quero dizer é que quanto menor um corpo, mais fácil, rápido e econômico é para aquecê-lo; e quanto maior, mais dispendioso é.
Daí vem a lógica sintérica, que é o nome de um processo industrial (sinterização) onde se usa do aquecimento em nível granular do material para fazer as peças finais desejadas.
Coloca-se o pó (metal, por exemplo) em um molde, coloca-se um aglutinante, água, por exemplo, espera-se secar a peça e aí é só aquecer por um período pequeno para que ela se funda em uma peça só.
Como os grãos de metal são infinitezimais, a temperatura que eles precisam para fundir é em pouca quantidade (observo que se temos uma chama de apenas 1.000 graus e um corpo precisa de 2.000 graus para fundir, ele não fundirá com 1.000 graus, mesmo que diminuamos este corpo), com isso é possível fundir uma peça inteira com uma quantidade de energia muito menor que a necessária para uma peça que estivesse sólida em uma peça só.
Para entender, pensemos em um rebolo de esmeril, que joga fagulhas em brasa de aço, que só ficam em brasa por conta do tamanho mínimo.
E, por sinal, nem queimam direito, apesar de estarem a mais de mil graus, pois a massa deles é muito pequena para aquecer mais que uma célula nossa, mas se fossem grandes teriam caloria suficiente para queimar muito mais; o calor trabalha diretamente proporcional à massa e inversamente proporcional ao volume (só isso já mostra a imbbbecilidade que é a proposta geodésica-magmática da nossa Gaia).
A ligação entre a citação do processo acima e o combustível aquático é simples, em vez de eletrolisar uma garrafa de um litro, basta eletrolisar menos da milésima parte!
A milésima parte (1 ml) é equivalente ao gasto de combustível de um motor com consumo de 0,75 km por litro (nem fórmula 1 bebe tanto)! Se dividirmos esta milésima parte do litro por vinte, chegamos à famosa gota, e fazer esta gota dissociar é coisa banal!
Faz-se com resistência de chuveiro e imãs, faz-se com microchapas metálicas e garrafas, da mesma forma que as do iutube, só que "nanométricas", acho que, se feito de forma precisa, até um fósforo acendendo é suficiente para fazer a gota sofrer separação litigiosa entre o oxigênio "O" e as hidrogênios "H2" (se eu coloco os hidrogênios, no masculino, esse papo de de O com H fica totalmente baitola e como sou um personagem higiênico...), mas isso é palpite.
Observo também que meia gota de hidrogênio e meia gota de oxigênio tem poder calórico bem mais alto do que uma gota de qualquer hidrocarboneto combustível.
Como mostro, se entendemos todas as ciências de forma não compartimentada, multidisciplinar, qualquer coisa passa a ser algo factível, mas se só entendemos em nossa "área", aí não entendemos nada do todo, mas somos especialistas de detalhes, e só em um âmbito bem restrito, aliás, isso que descrevo é a imbbbecilidade da proposta quântica, que todos acham que vale mais que uma leitura na louça defecatória!
Os boçais não percebem que a "razão quântica" é por conta da mesquinharia do estudo deles!
Vejam que quanto mais mesquinhos e mergulhados em detalhes estúpidos, particularmente bosônicos, mais os boçais precisam ir ao CERN para resolver algo que está no cerne!!
Um exemplo fundamental do que é compartimentação do conhecimento é o tal celular, uma arma para agrilhoar os escravos cidadãos e eventualmente matá-los.
Nada mais é que uma tornozeleira de preso, só que, além de ser usada voluntariamente, pode também fritar ou adoecer o usuário.
Qualquer idiota percebe que um walkie-talkie faz o mesmo que um celular, e faz melhor, visto que com um walkie-talkie transmitimos por milhares de quilômetros (depende do aparelho), só que de GRAÇA!
E para um walkie-talkie de baixa potência bastaria usar as estações repetidoras de rádio, que, por sinal, NUNCA ficam perto de residências, por duas razões: uma, alegada, para proteger a saúde do usuário, e a outra, criminosa, para que as pessoas não percebam que tais antenas doam eletricidade sem que precisemos pagar por ela!
Curiosamente, antenas de celular, que têm uma radiação brutalmente penetrante, ao contrário das antenas de rádio, os excrementos governantes permitem quase que no meio do cu do cidadão!
Será mera coincidência??
Aos que não entendem, sugiro que observem as lâmpadas próximas a antenas, inclusive de celular, que acendem (piscam) a cada chamada entrando na torre.
Então, fica a óbvia pergunta: se não são necessárias essas antenas para que nos comuniquemos, para que servem elas?
E mais, se um walkie-talkie funciona mais eficazmente e mais barato, por que usamos celular?
As razões, para variar e mudar a rotina, são criminosas, vamos começar só lembrando o que aconteceu no Chile no terremoto de 2009: TODOS ficaram em blackout de comunicação, até a excrementa clinton foi lá para "doar" rádios de comunicação!
Ou seja, com celular é absolutamente banal cancelar as comunicações e com rádio comunicador é IMPOSSÍVEL eliminar as comunicações!
Assim sendo, tudo o que ouvimos de celulares mundo a fora pode ser absoluta MENTIRA, podem ser computadores emulando inclusive as vozes dos interlocutores!
Mas por rádio, isso é impraticável!
Os rádios que a tal clinton doou?
Eram digitais, ou seja, dependem de decodificadores e assim não servem para NADA além de placebo!
Nas guerras, usavam-se rádios de manivelas, que nada mais eram do que rádios de galena ou de germânio, que eram potencializados pela manivela acionando dínamos (dínamo é um gerador elétrico que através do giro de um imã eletrifica eletroimãs, EXATAMENTE igual a uma central hidrelétrica, onde quem gira a manivela é a água, ou um alternador de automóvel, onde quem gira a manivela é o giro do motor, o nome alternador vem do fato de fornecer corrente alternada) e não precisavam de porra nenhuma além do braço e das cordas vocais de um indivíduo!
Qualquer walkie-talkie pode funcionar como essas lanternas de dínamo, sem pilhas, sem nada que impeça a comunicação!
Os mais boçais, crentes que pensam, os catedráticos e os leitores de superinteressante, vão dizer que é para auferir lucros aos donos do jogo, só que a verdade é que dinheiro e merda são a mesma coisa, eles produzem papel moeda da mesma forma que cagam e produzem papel higiênico!!
Fica mais do que evidente que a razão ÚNICA é o ENGESSAMENTO DAS COMUNICAÇÕES!!
Como já dizia o velho "guerrilheiro" canalha palhaço cafetão televisivo chacrinha (judeu, claro, mas creio ser mera coincidência): "Quem não se comunica se estrumbica!"
E graças a esse conhecimento, esse lixo ensinava a mulherada brazuca a ser vagabunda com orgulho, e até com bacalhau!!!
Ele comunicou a agenda judia porque entendia que comunicação é tudo!
Internet poderia ser transmitida via rádio a manivela?
É claro, mais aí onde ficaria o controle, onde seria possível bloquear os inconvenientes?
Não seria possível encaminhar e sugerir googlericamente os sites de acordo com a agenda!
Aquela que ensina o imbecil a ser mais imbecil ainda e os desconfiados pensantes a serem denunciadores das agendas se denunciando para as agendas!
O celular é a epítome dos armamentos de controle de massa!
Com ele, frita-se o cérebro dos "pensantes" (com as antenas, a fritação letaliza instantâneo), engessa-se a comunicação e espiona-se a comunicação (ou alguém acha que as antenas não estão ouvindo, vendo, delatando), e, o mais importante, com as antenas garante-se que todo e qualquer cidadão poderá ser eliminado em um pulsar de sinal!
As cabeças explodirão tal e qual ovos em fornos de micro-ondas!
Não é por acaso que existem tantas antenas, e todas simetricamente organizadas para atingir as ginecolosidades sociais.
Se dão valor à vida, JOGUEM FORA ESSAS PORCARIAS, comprem rádios de comunicação, que, não por mera coincidência, estão sumindo e são caros.
Essa imundície serve para plotar cada ato de um cidadão, plota até as batidas cardíacas, ouve tudo o que se fala, mesmo que neguem, filmam tudo, são os olhos, ouvidos e estetoscópios do big bosta!
Qualquer cidadão com um celular está sendo o "beacon" fundamental para o tiro certeiro do "míssil" que os fará bacon!
Mísseis de precisão precisam de sinal orientador (beacon) para atingir o alvo "cirurgicamente".
Para facilitar o entendimento, um míssil ar-ar, terra-ar precisa seguir o calor das turbinas do avião, ou então segue os campos eletromagnéticos dos metais e aparelhos em funcionamento no avião.
A forma dos aviões grandes, bombardeios e caças-bombardeios escaparem é gerando cortinas de "fumaça", que são ou aspersão de limalhas metálicas no ar (gerando campo eletromagnético dublê) ou então soltura de bolhas de calor (turbina dublê), pois não têm capacidade de manobra de um caça.
Nós, com celulares, estamos sendo os beacons dos sinais letais dessas malditas antenas que, como já afirmei diversas vezes, não são só antenas retransmissoras, são canhões de micro-ondas que têm como prerrogativa principal o EXTERMÍNIO DA HUMANIDADE, via holocausto, sacrifício de fogo!
Os judeus estão nas portas da vitória total, o mundo será deles MESMO, pois eles não têm os mesmos campos eletromagnéticos que humanos, e os sistemas biométricos são exatamente para o ajuste fino das armas, só para matar gentio!
Aí, vem a mula e diz: "Mas como não tem eletromagnetismo igual, se eles se reproduzem conosco?"
E a resposta vem a cavalo!
Uma égua pode ser montada por um burro, e o resultado não será cavalo, será jumento, e depois de milhares de reproduções imundas com mutantes só existem JUMENTOS no mundo!!
Cavalos e éguas não têm o mesmo campo eletromagnético de um jumento, de um burro, nem de um jegue!
Aos que acham que estou viajando, sugiro que leiam o velho testamento para entender o "contrato" estúpido que assinaram no novo!
Os judeus só tomaram o mundo graças ao abjeto cristo, com a catequese desse lixo, com as imbbbecilidades de amai-vos uns aos outros, com os "perdões" piegas para excrementos, com as agendas de não matarás lixos é que os lixos espocaram para todo lado, a raça degenerou e até buraco de cagar virou órgão reprodutor!
Esses mutantes são nada, são borra, são incompetentes, mas graças a cristo viraram os tais, se prestassem, não precisariam de uma aberração misógina, pederasta, pedófila, sádica, vaidosa, vingativa ensinando-os a arte da mentira e enganação para conseguirem vencer.
Viramos jumentos, jegues, acéfalos, tudo graças ao cristo, o lixo feito por deus para garantir o domínio de judeus!
Deixamos de ser cavalos, puro sangue ou não, graças ao sexo lazer, à fornicação rasa, graças à sabotagem da égua, que em vez de só escolher "o garanhão" aceita até usar o cu para gerar não garanhões e éguas, mas excrementos dignos de lixão.
A escolha de macacos como cavalos para a construção do ser humano não foi uma escolha ao acaso, vamos aos fatos:
A forma de se capturar micos é colocar uma banana dentro de uma garrafa de refrigerante, o mico vem, pega a banana dentro da garrafa, mas não consegue tirar, pois a banana mais a sua mão são grandes demais para passar pela boca da garrafa. E assim o mico é capturado, não com a boca na botija, mas com a mão entalada na botija.
São animais que têm na gula seu maior defeito.
A forma de descobrir água em regiões kalaháricas é capturar um macaco para que este acabe entregando o seu reservatório particular. Depois de preso, enchem o macaco de sal e o infeliz começa a sentir o efeito daquelas propagandas de refrigerante onde o cara aguça a sede com salgadinhos antes de degustar o refri. Quando o piteco chega ao ápice da sequidão, solta-se o infeliz e vai-se atrás dele, o desespero da sede torna o macaco incauto, que mostra o caminho para a água.
O importante na questão é a forma com que se captura o macaco: coloca-se sementes em um buraco pequeno à vista de algum "despercebido" macaco observador, como se se tentasse esconder um "segredo" dentro do buraco. A curiosidade macacal matou o gato e, mais uma vez, o infeliz enfia a mão no "esconderijo", pega o "segredo", mas não consegue tirar a mão, que, cerrada, não larga as sementes, e vira presa!
Não é mera coincidência que a forma de conquista mais comum é a solércia, é o jogo de miçangas comprando os mais lixos, os mais gulosos, os mais curiosos e ladrões.
Se usassem um animal com dotes construtivos mais agudos, não haveria jogo, visto que tais seres não são coopitáveis.
A mão que pega, aquela alardeada como a ferramenta por excelência, é também a mão que fode, com seu ensejo de pegar, de reter, em vez de usar e deixar para lá.
Esta mão, que usada de forma estúpida, garante a captura não só dos bens, das ferramentas, da confecção das artes, mas dos sonhos, e pesadelos, os pesadelos onde acabamos inclusos.
Agarramos o pesadelo não só com as mãos, mas com o espírito que, agarrado ao pesadelo, não consegue alçar voo, fugindo do jugo.
Larguemos de lado as imbbbecilidades crísticas, abramos mão de sermos servos para nos tornarmos altaneiros.
Abramos mão de permanecermos lixos para sermos dignos.
Abramos mão de celulares e confortos.
Abramos mão da preguiça imunda que nos faz subservientes de sistemas falsos de segurança e saúde.
Abrindo as mãos de nossa mediocridade, poderemos agarrar firmemente o galho salvador na beira do abismo. Se não o fizermos, mergulharemos no abismo sem largar mão de nossa imbbbecilidade, e esta, pesada, só vai aumentar nossa queda inércial, o resultado será abrir as mãos apenas no impacto mortal no fundo do poço abismal!
Agarremos firme com as mãos os conhecimentos que buscam nos ocultar.
Empunhemos armas nas mãos e quem sabe poderemos reverter a desgraça que vem de mãos dadas com o pesadelo.