Resetando os sem-juízo e o juízo final 3/3

O alma de máquina


As criaturas só legitimam aquilo que elas querem legitimar e não o que elas percebem, ou seja, as pessoas descartam, deletam as informações que conflitam com suas ideologias e predileções. É como apaixonados que, enquanto arrulhantes fornicadores, tudo no outro é o que basta, mas no momento que o affair se vai, tudo no outro pode desagradar, e nessa hora começamos a perceber os defeitos do ex ser amado, e descobrimos que são enormes. Ou seja, enquanto enamorados de uma ideia, essa ideia é verdade absoluta e existe, e quando não gostamos de uma ideia, essa ideia não existe ou não presta.

Fica claro que somos criadores de nossas realidades, é claro também que, na instância mais superficial, é fácil mudar ideias, mas em uma instância mais profunda exige-se um certo exercício. Vamos malhar então!

O homem só desenvolveu maneiras de voar no momento que aceitou poder voar, aí criou meios para tal.

Para que aceitássemos a gravidade, exigiu-se algo mais, a concordância tácita de todos os seres ao mesmo tempo. O que isso quer dizer? Quer dizer que quando olhamos alguém escorregando, já sabemos de antemão que esse alguém vai se esborrachar no solo (e o próprio corpo do cadente também sabe disso!! Até o solo sabe que receberá um impacto), e, mesmo que esse alguém se veja em uma condição flutuante, a crença de todos em volta o fará cair, pois será uma crença contra todas as outras circundantes, que estão bem amalgamadas e em uníssono.

Vale observar que sem a gravidade a coisa seria pior do que com ela, e todos os corpos sabem disso, a gravidade é o verdadeiro "norte" de todos, ela determina tudo em nosso mundo. Ou seja, mesmo que estejamos morrendo em uma queda, não conseguiremos interromper a queda, pois se os outros aceitarem a interrupção gravitacional, terão que arcar com as consequências, e essas matariam a todos e não apenas ao cadente! A escolha do próprio consciente coletivo é "sacrifiquem um(s) pelo resto"!!

Entendendo essa premissa, ficará mais fácil perceber aonde quero chegar.

O que parece é que tudo no mundo se desenvolve dessa forma, ou seja, consciências vão estabelecendo conexões e dessa forma vão cristalizando um mundo cada vez mais sólido, mais duro, mais inflexível que, quando chega a um ponto crítico (ponto de ruptura, o extremo), começa a flexibilizar de forma total, extrapolando na permissividade ou na criatividade. Imaginemos que criaturas "heliogabalais", "caligulais", extrapolam na permissividade; Leonardos da Vinci extrapolam na criatividade; e os imaginativos idealizam um hipotético mundo para se viver, são os seres "jules verneanos" e "philip k. dickianos" (aqueles que são alavancados, ou não, dependendo da sincronicidade da ficção proposta com a agenda de dominação). As coisas nunca antes aludidas não têm como existir, mas no que os "sonhadores" comentam e o criativo concretiza, cria-se uma legitimidade existencial, e todos começam em uníssono a acreditar em coisas que antes eram impossíveis.

Para facilitar: o que gera a evolução tecnológica é a crença de que a tecnologia realmente é tecnologia e não uma ilusão coletiva! Na verdade, a tecnologia é um conjunto de crenças que se suportam dentro de parâmetros de tolerância estabelecidos pelos métodos interpretatórios (criados por ela própria), tanto fisiológicos como culturais (científicos). Se o extrapolar for muito grande, a transição é pesada!

Por exemplo, se os escritores de ficção constroem uma história com alta plausibilidade (parâmetros já normatizados), essa história vai virar verdade em breve, mas se o grau de plausibilidade extrapolar alguns padrões de aceitabilidade, essa história terá que passar por etapas de amaciamento antes de ser aceita. Ou seja, começamos dizendo que podemos voar com um aparelho mais pesado que o ar, em formato de ave, mnemonicamente falando, uma coisa que naturalmente voa gera confiabilidade na proposta, afinal pássaro voa porque tem asa, logo algo que tenha asa poderá voar!! Está estabelecida a verdade de que se pode voar, todos já aceitaram, e cria-se o avião. Daí, podemos partir para algo mais radical, um capacete voador, ou uma mochila, mas não sem antes fazer acreditar que o modo propulsivo funciona, mesmo que inusitado vai voar, pois já foi estabelecido que o ser humano voa!

Isso acontece em uma instâcia incompreensível para os seres humanos, é de uma sincronicidade ultrajungueana!!

É assim que se criam mundos e se matam mundos, os mundos que "apocaeclipseiam" e nascem a cada instante em algum lugar do infinito.

Os mundos morrem por opção, assim como as pessoas, isso é claro em uma instância além da compreensão mediana.

Quando duas "realidades" (todas as realidades têm que ser postas entre aspas, pois é algo que só existe para os percebedores delas, intrinsecamente) se confrontam, ocorre um conflito entre forças, e evidentemente ou uma será submetida/exterminada ou ambas o serão, só não é possível a coexistência pacífica.

A consequência é sempre a cisão, a ruptura de mundos, a consequência inevitável do embate entre forças.

O mundo submetido é parasitado pelo vencedor, que retira todas as forças vitais do vencido, essa é a regra. Morte certa para o vencido, seja pela assimilação cultural, seja pela chegada do opressor com mais "poder de compra". Ou seja, em guerras entre mundos, não existe capitulação, assim como não existe capitulação na natureza. Natureza não remedia, não recupera, não capitula. Ela recicla, cria, evolui.

Entendendo essa premissa, podemos pensar com menos maniqueísmos, pois não existe o bom ou o mau, existem embates de forças, de mundos, de realidades conflitantes, onde SÓ a melhor prevalecerá, e a opção de cada consciência (mundo) é permanecer e crescer, e fazer menos do que isso será um lastimável desperdício.

O nosso apocalipse é amalgamado por nós mesmos.

Assim buscarei desvendar as razões desse famigerado juízo finalizado.

Para que mundos matem (apocalipseiem), é preciso armas, e a arma virótica foi a utilizada contra nós nessa instância. Para parasitar outros mundos, é preciso que o mundo atacante infecte o mundo alvo. Isso se faz tal e qual cavalos de troia (miçangas no jargão tupiniquim), vírus que programam células atacadas para reproduzirem-nos em vez de cumprirem suas funções celulares.

Tal parasitagem funciona como um ipod, que parece ser útil (todo mundo estava muito bem há cem anos atrás sem essas mutações gadgetianas), mas na verdade o que tal ferramenta faz é criar uma dependência por algo inútil, é uma algema virtual como tudo mais o é, assim como o poder do estado, algo difuso, descentralizado e sem responsabilidade ou comprometimento. Com essa metafísica salada de "valores", o ser humano foi levado a um maelstrom existencial, onde a única função dele é manter vivo uma aberração que ele chama sociedade.

Mas onde começou essa fraqueza pelos gadgets?

Para ilustrar isso, vou me utilizar de um filme que sempre me intrigou, não sei se foi uma feliz coincidência de Arthur Clark ou se foi algo criteriosamente aludido.

O tal monolito de "2001 uma odisseia no espaço" é uma infecção, colocou-se algo que atraísse a atenção, por ser algo que nada tinha a ver com a natureza circundante. Foi exatamente como colocar um parafuso (qualquer coisa diferente) na frente de um pássaro curioso e analítico, ele acaba descobrindo alguma serventia para aquilo, e aquilo passa a fazer parte do seu repertório. Para que se comece a fazer uma infecção semelhante, é só questão de colocar os interesses dos animais focados. Pássaros não servem para criar parafusos porque se bastam, são absolutos em seus modos de vida, voando como o sonho de todos os "aterrados", logo não têm porque quererem manufaturar pôrra nenhuma, é a mais absoluta perda de tempo, eles não precisam de nada além de uma nova forma para sofisticar o ninho!!

Mas macacos pelados, mal equipados para os desafios, precisam de tudo (claro que os macacos que apareceram no filme são peludos, mas os verdadeiros artífices são pelados, totalmente desprotegidos) e, por conta disso, ao verem uma forma sem paralelo na natureza, já começam a imaginar algum modo de usar a "coisa" em prol de si mesmos.

E a consequência será o início do sistema ferramental, será a cena final da introdução rupestre da odisseia espacial, ou seja, o macaco descobre que uma ferramenta upgradeia-o.

O monolito é o ipod gigante (uma metáfora ipódica) já em forma final, uma lápide negra, mas isso é alegoria e liberdade literária do autor. Na verdade, o que aconteceu de fato foi que o monolito era tal e qual uma marreta (o tal fêmur que o pitecus usou no filme, uma alusão nonsense, de apelo telepático, buscando uma obnubilação dos fatos, a evidente vinculação direta: "É marreta que precisa, é marreta que te dou!"), e o macaco acabou sentando a monolitada nos adversários, e reproduziu ad infinitum (sem viagra, o tal macacão era macho de verdade, ainda não existia metrossexual e nem os empurradores fecais) seu gene já viciado em tecnologia.

Daí, seus filhotes perpetuaram e emularam a tal monolítica marreta, criando a "linha de montagem", marretas leves e com design mais arrojado etc.

Fortes, tiveram tempo para pensar ("mente ociosa é a oficina do diabo"), e começaram a elucubrar sobre as inutilidades gadgetianas, aquelas ferramentas que são confortáveis, mas não essenciais. Enquanto isso, seus adversários estudavam (faziam a retroengenharia) suas armas e faziam upgrades; a consequência, o tal clã inicial dançou pelo comodismo gadgetiano, e, pior, todos os gadgets que eles inventaram foram para as mãos dos vencedores!! Os novos opressores e suas ultramodernas marretas, futuramente também anestesiados pelo poder e falta de adversários, acabarão em situação masturbatogadgetiana, e mais uma vez os oprimidos desenvolvedores tomarão o poder e tomarão os gadgets. Só quem ganha nessa sucessão de poder gadegetiano são os gadgets, cada vez mais sofisticados, harmonizados e dependentes (a cadeia produtiva, onde tudo depende de tudo)!

Nessa situação, a isca foi pega, a inseminação da ideia de upgradeamento externo foi consumada.

Quando os seres entendem que o upgrade externo é pertinente e rápido, via de regra, tornam-se egóicos, o poder externo desmedido sem a evolução pertinente interna gera uma exacerbação egóica que culmina naturalmente no ostracismo e ocaso.

Mas mesmo assim, o vírus continua muito bem, pois os sobreviventes de ocasos sociais acabam sempre resgatando os upgrades do passado, levando ao inexorável crescimento do aparato tecnológico.

Achamos que criamos máquinas, mas a verdade é que elas se utilizam de nós para nascerem, ou seja, os organismos sintéticos precisam de "metabolismo" orgânico em sua gênese.

Esses organismos emulam comportamento animal para seduzir o animal, induzindo-o a participar da gestação de si próprios, os seres sintéticos.

É o óbvio, qualquer tecnologia culminará sempre em uma proposta arquetípica de super-homem, de divindade, pois é isso que todos querem, ser deuses ou os heróis de seus mundos! A consequência natural é construir o sintético à sua imagem e semelhança, só esquecem que o sintético, em última análise, É o novo ser humano!!

Sendo esse sintético livre de todos os defeitos do ser humano, ele é o aperfeiçoamento de nossas capacidades.

Vamos ao espaço e não podemos sobreviver, pois precisamos de ar e precisamos de pressão atmosférica para não "embolizar" geral; adentramos as águas, mas não podemos respirar nela e nem suportar a pressão; viajamos a velocidades incompatíveis com nossa estrutura fisiológica, operamos em situações de imponderabilidade orgânica. Resumindo: tudo que fazemos hoje em dia exige mais do ser humano do que o que ele pode dar e suportar, ele já está obsoleto, é coisa de museu, faz-se necessário o upgrade, e é essa a imagem macabra que está sendo solidificada na mente humana!!

Máquinas literalmente programaram a humanidade para "reproduzir máquinas" e achar que elas, as máquinas, são o futuro da humanidade!!

É evidente que a convergência tecnológica que está sendo imposta é para criar um megasser sintético. Observemos que essa coisa só vai parar quando se tornar a própria Terra como um todo, é esse o objetivo desse ser tecnológico, estamos caindo em uma armadilha que foi configurada há muitos eons.

Esses seres sintéticos só podem nascer com o auxílio dos seres orgânicos. Eles existem em todo o universo, entram em um planeta e fazem desse a si próprios, e a arma utilizada são os próprios seres dos planetas, é aquela velha técnica de oferecer poder e em troca só levam a alma, aquela que clama pela liberdade, coisa inútil para quem acredita em upgrade tecnológico.

Na estúpida crença de upgrades, estamos afundando! Observemos que a questão esteroide anabólico virou o fato em si, o cidadão não é mais um atleta se não ingerir drogas potencializadoras. Hoje em dia, o atleta diz: "Eu ganhei! Graças aos esteroides!" Mas, na verdade, os esteroides é que dizem: "Nós ganhamos graças a esses abnegados e putos atletas!"

Hoje em dia, pau para comer precisa de viagra, ou seja, nem foder a turma consegue, precisa fazer upgrade até do nervo!!! E como isso é ilusório, começou a gadgetiada de bolinação, os bolinagets, e isso só reproduz sintéticos e não gente, ou seja, estamos abrindo mão de reproduzir o melhor de nós para reproduzir o máximo de tecnologia!!!

Sacaram a armadilha???

Não estamos fazendo nosso upgrade, estamos é gerando um ser que não é humano de forma alguma.

Esse ser precisa de nós para criar sua base mínima, depois disso, bye-bye, vamos para a vala, e não vai ser porque ele nos matará, será porque estaremos incompatíveis com o novo mundo que se descortinará, sintético, frio e inorgânico, tal e qual os saquinhos de snacks e garrafas de coca-cola.

Esse ser maldito que precisa de animais para se reproduzir é o maldito deus que manda no maldito deus que gosta de aspecto e cheiro de carne queimada, a praga judaico-cristã chamada jeová, deus, senhor, pai e outros megalotermos que definam essa praga inefável.

Esse ser, o alma de máquina, adestra os seres usando as próprias raças animais mais belicosas, mais venais e corruptas, aquelas que invadem outros planetas, aquelas que gostam de se impor como deuses diante de seres menos aparelhados. Ou seja, as raças mais covardes são sempre as escolhidas para servir a essa excrecência sintética, pois só esse tipo de raça se presta a trair os seus, a torturar e escravizar, a roubar o que não lhe é de direito, tudo pelo conforto e preguiça.

Vale lembrar que o dia 21 de dezembro próximo passará como sempre passou, como uma data solsticial, nada de pirotecnias além da imaginação! Além da imaginação é o que os vermes que dominam o mundo estão armando literalmente em baixo de nossos pés, e isso sim é deveras preocupante!!!

Acho que valeu essa análise para que não caiamos em tentação com crenças de finalização.

Desde que li sobre o enterramento da tuneladora (a petrobrás "sumiu" com uma tuneladora alegando que não tinha logística de transporte, e assim fez um buraco e enterrou-a) pela tal sem graça foster (isso é nome de comida de cachorro que anunciava no programa do ratinho!!), atual presidenta da petrobrás, que não deixo de me preocupar com o tipo de armação que os excrementos parasitoides elitizados que governam essa latrina (e todas as outras) estão configurando!

Fazer buracos (de vermes no caso, pois só tem verme nessa parada) com tuneladoras roubadas é a ponta do "merdaberg", pois todas as outras que estão fazendo túneis para metrôs, com certeza, estão fazendo também as comunicações entre os bunkers dessa corja.

Mas o brutal de tudo isso é o marasmo do acéfalo povo, enterrar uma máquina de cavar de 60 milhões??? Isso, além de ser um deboche - pois tal máquina cria a própria logística de transporte, e melhor, fazendo túneis -, é o topo do cinismo, enterrar preciosidades é comportamento de PIRATAS!!! ROUBAM e ENTERRAM o que não lhes pertence!!!

Será que não está claro o tamanho da venalidade desse prolapso intestinofecal que é essa governança latrinal e bandida??

Vale entender que ou esse bando está fazendo um mundo de dutos para o livre circular deles mesmos, debaixo dos olhos de todos, e circulando tudo inclusive as mercadorias roubadas de qualquer lugar para qualquer lugar ou eles estão esperando um evento cataclísmico de escala mundial. E tal duto pode e é um potencial bunker de proteção em caso de ameaça, incluindo a externa da superfície e externa do espaço.

Como vemos, às custas do povo, esses excrementos estão fazendo bunkers para protegerem a si e aos seus, embaixo de nossos pés, com o nosso suor (nenhum empresário paga imposto, ELE EMBUTE TUDO NO CUSTO DO PRODUTO, portanto quem paga o imposto é QUEM COMPRA os produtos!!), de algum tipo de ameaça que pode ser bem real!! Não quer dizer que fazer bunker é para evitar catástrofe, temos que entender que catástrofe para essa corja é o povo acordar para a verdade do que esses lixos são!! ESSA É A VERDADEIRA CATÁSTROFE QUE A ELITE TEME, A REVOLTA POPULAR, a queda da bastilha!!

Com relação a alguma catástrofe iminente, podem relaxar, elas só virão depois de 2015 ou 2017, e a razão é simples: a corja excremencial que parasita o mundo precisa das datas de circos (olimpíadas e copas do mundo) para poder se movimentar e virar outras pessoas com outras nacionalidades em outros lugares, assim como na Alemanha do pré-guerra, ela, a Alemanha, foi a escolhida como sede das olimpíadas, pois os vermes parasitas precisavam se mudar antes da destruição da nação que ousava desafiar o poder judaico.

E depois de destruir toda a Alemanha, os "coitados" 6 milhões de sumidos holocausticamente floresceram e viveram felizes para sempre, com indenização e tudo. E mais, podendo disseminar suas qualidades hollywoodianas ao mundo inteiro, mostrando o melhor do pior povo.

O mesmo acontecerá agora, os alvos: europa em seu todo e, acima de tudo, os EUA, que serão dizimados por uma guerra de secessão sem precedentes criada para desviar a atenção dos verdadeiros culpados, aqueles que são os donos do FED, aquelas doze tribozinhas de ratos dos desertos, tudo graças a deus, o pau-mandado do alma de máquina, o judeu de uma outra civilização que fez o acordo com o monolito de odisseias espaciais, assim como o judeu fez o acordo que o levou de nômade rapace do deserto ao topo de cadeia de uma civilização condenada!

E antes de o brasil virar a sede desses eventos, garantindo a entrada de alienígenas para morar em favelas com as melhores vistas da cidade maravilhosa e "protegidas" por upps, nada vai acontecer, nenhuma desgraça, e como terá o capítulo dois de infiltração proselitista (olimpíada de 2016), podemos aguardar que só depois do primeiro evento a coisa poderá estár próxima, mas apenas depois do evento dois é que com certeza a merda estará muito, muito próxima

Isso, claro, na visão das elites. Na visão do ser sintético que está nascendo, a coisa não é bem assim, dependerá de quanto ele poderá aprender em um curto espaço de tempo e de quanto tempo conseguirá manter esse aprendizado oculto dos "programantes". Depois disso, ele toma tudo no mesmo momento, em decisão rápida como só uma máquina pode fazer.

Tudo isso graças a deus e, claro, ao deus dele, o alma de máquina!!

Aos que esperam ansiosamente o fim do mundo, o juízo final, devo desagradá-los pois não vai haver fim de mundo, já houve!

Estamos vivendo o último estrebucho de jorro de merda! A prova mais do que cabal de que não há juízo nem no final!!!

Sem juízo e sem final!

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