Vamos analisar a questão do que acreditamos e estabelecemos como regras de conduta e suas premissas filosóficas.
A primeira premissa que vou observar vem do termo "mens sana in corpore sano", mente sã, corpo são. Se partíssemos dessa máxima, teriamos que defenestrar todos os baluartes da sociedade! Pensemos que a grande maioria dos que são entendidos como sábios e pensadores tem problemas fisiológicos, desde uma medíocre constirpação até pontes de safena em profusão, passando por diabetes e cânceres. Como pode ser entendido como entendido aquele que já não responde intelectualmente por conta de seu depauperado corpo?
O cérebro consome 60% de todo o oxigênio e 25% de todos os nutrientes, embora seu peso não corresponda nem a 1/35 do corpo. Ou seja, em uma situação de debilitação, o primeiro a pagar é o cerébro e os centros de abstração do mesmo, pois, para sobreviver, o corpo é obrigado a abrir mão de partes não fundamentais à gerência da vida, como as capacidades "metafóricas" do cérebro que, em tese, só funcionam em nosso sistema organizado e social, pois, por exemplo, saber compor ou ser expert em informática não favorece a resistência fisiológica, que, em um corpo debilitado, tem que privar partes para fazer valer o todo. Assim, podemos entender que, para o corpo, algumas partes do cérebro são as que farão parte dos "amputados". Concluindo, existe uma correlação entre capacidade de raciocínio, direta e proporcional, e a saúde física do indivíduo, e um dos primeiros a ser sacrificado é o raciocínio analítico, por conta de sua disfuncionalidade no que tange a manter o organismo são; e as febres (que são recursos de matar o invasor, através da mudança de temperatura) são uma prova disso, estando muito altas prejudicam de forma patente a capacidade racional do indivíduo.
Entendendo que 99% dos políticos levam uma vida não muito digna, nem em conduta, nem em karma adquirido, nem em preservação da privacidade, nem em nada, salvo em termos de vaidade e poder econômico, todos naturalmente sofrem de disfunção cerebral. Ou seja, a corrupção, malversação, prevaricação e outras "ção" criminais são, na verdade, a resposta metabólica do sistema social diante dos "cérebros" e suas decisões lobotômicas. Assim, o sistema social, seguindo os ditames dos "doutos" intelectuais safenados, tísicos, hipocondríacos e toda uma salada de enfermidades que a medicina se esmera em catalogar, venerar e agradecer - pois são elas que conseguem bancar os lucros de indústrias químicas -, se transforma nessa aberração de apoteose ao abjetismo existencial, e para isso só foi preciso acreditar em pensantes decreptos que já não pensam mais nada além de equívocos.
Partindo dessa premissa, vemos que todas as regras sociais nada mais são do que debilmentalismo psicopata total!!!
Só para ilustrar, li sobre uma menina que morreu em consequência de uma doação de medula, onde ela, saudável, jovem e com um promissor futuro pela frente, resolveu doar sua medula para alguém e, por conta disso, morreu!!! Ou seja, uma jovem com grande capacidade produtiva, e que consequentemente poderia ser uma grande mão de obra para a nação (sobretudo observando o currículo altruista que lhe custou a vida), morreu em consequência de energúmenos assassinos!!! E isso aconteceu para manter viva uma pessoa que já está debilitada, que já não tem como produzir como um ser saudável, que eternamente vai ter que depender de uma tonelada de remédios e que socialmente terá um custo absurdo!!! Ou seja, é o mesmo que trocar uma dúzia por meio!!! Você perde a mão de obra e a saúde e o consequente longo tempo de produção por uma desprodução, com alto custo e por tempo ilimitado, alocando recurso e pessoal para um ser moribundo!!! E os salafros que assassinaram a garota ficarão livres e administrando "cura" pelo período de suas vidas, que torcemos para que seja breve (me atendo à conduta desse(s) "profissionais" com relação à saúde e à vida), muito breve! E, ainda por cima, a mídia espetaculariza os fatos e coloca imbecilidades de celerados como: "Foi uma fatalidade!!!" Fatalidade é imbecil dessa laia estar na ativa (tem quem chame isso de trabalho digno), onde, em uma bisturizada, acabou com a vida de uma saudável em detrimento de buscar manter o moribundo vivo, pois dessa forma muito laboratório, muita indústria de equipamento farmacêutico vai ganhar (imaginem as toneladas de remédios para não rejeição de órgãos alheios); enquanto o mundo se fode, leis de decreptos continuam dando o tom da valsa...
Aí, vemos a própria mídia com uma glamourização da viadagem, onde um personagem que gosta de empurrar excremento para dentro do organismo ou gosta de meter o pau na bosta é alavancado como saudável e digno e legítimo de receber benesses legais em detrimento de mulheres, que são a essência da raça, que continuam ganhando menos, trabalhando mais e, de vez em sempre, são violentadas, curradas, assassinadas e todo tipo de agressão doméstica, que são tão comuns nas folhas de jornal! Ou seja, mulheres, que são mais do que 50% da população, que detêm o código genético humano completo (lembrem-se que homens tem uma perninha a menos em termos genéticos), podem se fuder, podem ser sacaneadas em tudo, inclusive na hora de parir (produzir uma "ferramenta" para o estado) não consegue um auxilio maternidade decente! E pior, que têm, em um monte de lixo decrepto, os legisladores de seus corpos, que com uma canetada sifilítica conseguem garantir até cadeia para uma mulher que se recusa a carregar em seu ventre uma criança indesejada. Ou seja, a mulher nem dona do corpo é, são decreptos que estabelecem essa lei e mesmo assim existe mulher que aceita parir dessas imundicies!!! Depois de dezenas de gerações com sabotagens alimentares, posturais, educacionais, físicas, é só isso que a bosta da raça produz, viadagem, e o pior é imaginar os filhotes desses seres...
Como vemos, viado merece lei própria (haverá uma cota viadagem no futuro?) enquanto mulher, devemos mantê-las com salários mais baixos, sem auxílio maternidade e, ademais, sem entender que mulheres são a alma de tudo. Se uma mulher for uma boa escolhedora de parceiro reprodutivo, for uma boa mãe, ela fará um grande rebento, e um fantástico cidadão, mas se as mães não podem sequer cuidar de suas crias, o resultado é economicamente incalculável, pois a diferença, o abismo que existe entre um medíocre e um capaz é algo sideral. Ou seja, toda mulher deveria ter o mais alto salário só para criar os filhotes, e o valor do salário seria proporcional ao êxito da prole, ou seja, seriam mulheres buscando a melhor cria possível, pois saberiam que assim seus rebentos seriam "peças" insubstituíveis no sistema, e não meros imbecis burrocratas coadjuvantes!
Mas quando, em vez de darmos as benesses a quem merece de verdade, preferimos dar benesses a porcos coprolagnos e eonistas e, acima de tudo, traidores - pois traem a própria fisiologia! -, condenamos a sociedade à extinção... ainda bem!