Resetando o repto dos reptilianos


Aos "reptilianos" sodomitas, amantes do sexo cloacal, um provérbio esclarecedor: Quem gosta de enfiar a cabeça na merda tem merda na cabeça!

Os reptilianos viraram "os caras" desde que o David Icke estardalhaçou, internet afora, a existência não comprovada deles.
Não comprovada pelo menos para a imensa maioria do povo.
Mas mesmo assim, assim como divindades, são cridos de forma patológica.
A pergunta que fica é: Existem mesmo reptilianos?

Eu entendo que toda a história, toda a antropologia e arqueologia são um monturo de merda assoberbadamente fedida.
Logo, não poderei me calçar nessas insanidades para colocar meu ponto de vista, terei que triangular os fatos, as teorias e suposições, além, é claro, das lendas urbanas, que, no meu entender, são mais críveis que as incríveis histórias de carochinhas contadas pelas três cátedras acima.

Entendo que a primeira coisa a observarmos é que a idade suposta dos sáurios (lagartos) não é algo exequível.
Outro dia li que um arqueologista havia sido demitido depois de achar tecido mole no chifre de um fóssil triceratops — sáurio com design "mixed" de rinoceronte com tatu basicamente, "parente" do tundro dos herculoides, por ter três chifres em cima da cabeça, tri (três)- kératos (corno, chifre)- ops (face, olho, "aspecto") —, pareceu que ele havia achado chifre em cabeça de cavalo! Chifre em cabeça de cavalo é pé na bunda na certa!

Lembro também que já foi achada pegada de dinossauro (lagarto terrível) com pegada de bota em cima (até trilobita também foi pisado "por botas"), ou seja, ou a humanidade existe há milhões de anos ou "embotados" viajaram no tempo ou sáurios existiram até pouco tempo (antes do assalto "divino").
Seguindo a notícia acima, do tal triceratops e seu chifre, parece que os sáurios são recentes.
Junto a isso, observo que na arqueologia SEMPRE foi comum o mix de ossos e fraudes utilizando de ossos de animais recentes, e não poucos arqueólogos foram rebaixados a embusteiros por "fraudes" verdadeiras (a realidade é veladamente oculta desde sempre, quem a expõe é execrado ou executado) e falsas, inclusive esqueletos até verazes, mas não pertinazes com as agendas vorazes.
Como mostro, na arqueologia a única certeza é a incerteza certa!
Não podemos nos fiar, portanto, em arqueologia alguma!

O que nos sobra, como já coloquei, é a análise triangulatória, basicamente.
Assim, vou me ater sobretudo aos répteis atuais para tentar achar os tais reptilianos.
Existe alguma razão para acreditarmos que existem répteis evoluídos?
Se eu partir da "lógica" dos doutos, sem dúvida que sim, visto que os sáurios, há zilhares de tempos a mais sobre a face terrestre, já tiveram chance de fazerem e desfazerem dezenas de civilizações, da idade da pedra ao astrossauro, cosmossauro, lagartec, o lagarto tecnológico e, via de regra, alguma coisa sempre sobra.
Já eu também creio, visto que a inteligência é algo personalizado e não algo que anda de acordo com a espécie (as disparidades intelectuais de membros de uma mesma espécie são algo mais abismal que fossa abissal!)
Evidentemente todos os indivíduos de todas as espécies se creem inteligentes e entendem suas respectivas espécies como o topo de cadeia evolutiva. Para mim, isso é assinatura da involução de todas as espécies!
Sobretudo da humana, que, aliás, é composta por mais de 90% de completos retardados mentais, e todos presunçosamente se crendo inteligentes!
Todo sujeito coerente sabe que é, de alguma forma, que pode ser até uma que ele não veja, um imbecil.
Assim, entendo que todo e qualquer indivíduo de toda e qualquer espécie pode ser inteligente, a inteligência (inteligência é potência, embora salafrários tentem fazer crer que é algo genético), repito, não anda par e passo com as espécies.
Entendo também que a crença de que construir ferramentas é uma qualidade inteligente é idiossincrática, ou seja, a ferramenta só pode ser vista pelos indivíduos da espécie que as fazem, não sendo percebidas por outras espécies.
É evidente que se existem espécies semelhantes, as ferramentas serão semelhantes, de acordo com as anatomias, dessa forma, espécies diferentes, mas morfologicamente semelhantes, podem reconhecer ferramentas umas das outras em diferentes graus.
Para entender melhor, uma ferramenta de um peixe não será percebida por um humano, mas a de um macaco sim, e a de um quadrúpede mamífero qualquer menos.
Assim, fica claro que entender inclusive os restos de civilizações só é factível quando observados os restos de similares civilizações, ou seja, seres humanos só podem perceber claramente restos de civilizações de seres humanos anteriores.
Mas nunca perceberão os restos de civilizações insetoides, por exemplo.
Nem de uma civilização aquática — na minha opinião, o mais apto para ser a matriz desse tipo de civilização são os octópodes, pois, além de serem dotados do órgão de visão similar ao humano, têm membros com poder de "manipular" (descarto o fato de eles serem os maiores "cérebros" do mundo molusco e com volume em relação ao volume total espantosamente alto, pois entendo que a inteligência não mora no cérebro, só que é nele que fica a desgraça do chip de deus, a vulga alma), ou seja, aparentemente os polvos são candidatos perfeitos, os encefalópodes, cérebros com pata, são os construtores de uma possível civilização.
Mas não é possível descobrir uma civilização de polvo, e a razão é banal: só uma civilização idiota se mostra de forma acintosa colocando seu futuro em risco, por chamar mais atenção do que o necessário! Até porque tal tipo de "civilização" não é civilização, é criação, é o "galinheiro" de algum "granjeiro"!

Mas existem mais razões para tal. Em primeiro lugar, a lógica construtiva — a lógica de construção dentro da água para seres que dominam a água usa da água para construir, e quiçá fazem as estruturas de forma a serem "invisíveis" para os sem noção da questão aquática.
A cognição de um polvo entende que um jato de tinta é arremessável longe, entende que um buraco com menos de 10% da espessura do corpo dele é uma porta aberta (um polvo cabe em qualquer buraco, desde que esse não seja inferior ao tamanho de seus olhos e o espaço que os separam).
"Voam" em um mundo onde a noção de em cima e embaixo não tem sentido, é um mundo tetradimensional, visto que existe o embaixo que não existe para nós, que já estamos no embaixo, existe o em cima, pois o deslocamento para cima não é impedido, o que é nosso caso pela insustentabilidade do ar, e para os lados existem infinitos níveis, desde a região mais "talassobaticamente" abissal à mais bentônica rasura superficial!
Se imaginamos um jogo da velha 3D, como já foi feito e virou moda há algumas décadas, entendemos que a coisa fica sobremaneira mais ampla que os caminhos óbvios do jogo da velha.
Colocando como um xadrez tridimensional, a coisa se complica, e poucos poderão entender as implicações disso, ainda mais que em jogo de xadrez vulgar bidimensional existem mais de 104 trilhões de possibilidades (ainda que a imensa maioria delas totalmente idiotas) só nas dez primeiras jogadas!
Agora, imaginemos essa trilhãozada elevada ao cubo!! Só que essa exponenciação se exponenciará, visto que as consequências de cada jogada são exponenciadas também! Isso quer dizer não só os tais trilhões elevados ao cubo como os resultados dessa exponenciação elevados ao cubo, e isso em cada uma das primeiras dez jogadas!
A compreensão tridimensional é algo que o néscio, o mediano, o fraco não consegue nem arranhar!
Agora, multipliquemos as peças de um jogo para a vida marinha e entenderemos que a presunção e burrice umanas, e até humanas, são tão abismais que, com um mundo do tamanho de uma noz e a percepção desse mundo igualmente do tamanho de uma noz, ainda assim arrogam ser os dominantes!
Não percebem nem que o mundo deles é completamente "enlatado", comparado com o mundo da maioria dos seres!

Uma tecnologia de água não tem solda, tem algo que sequer podemos imaginar e, se vermos solda d'água em uma peça de água, nunca saberemos que estamos diante de ferramentas de seres mais evoluídos do que nós!
Para nós, estaremos diante de água!
As similaridades fisiológicas e cognitivas determinam as similaridades de ferramentas e construções.
Entendido isso, fica claro que não há formas de descobrirmos civilizações de outras espécies distantes morfologicamente de nossa espécie.
Isso quer dizer que podem haver zilhares de restos de "cidades" de moluscos, por exemplo, pelo mundo afora e achamos que são meros relevos, ou até resíduos de processos decompositivos dos próprios minerais (depósitos marmóricos, por exemplo), vegetais e, até, animais.
Mas esses mesmos restos de moluscos em construções humanas têm até nome, são sambaquis.
Coloquei essas questões para mostrar a dificuldade que temos para averiguar outras espécies fora do escopo "restos mortais", os vulgarmente chamados fósseis.
Assim, entendo que usar das evidências idossincráticas dos grupos, dos filos, é de uma pertinência grande.
Logo, usarei das características dos répteis no geral para entender os reptilianos.
Uma, e talvez a mais forte, característica dos répteis é sempre estarem com suas barrigas no solo, muito próximas ao solo ou ao substrato em que vivem.
Observo também que toda ave é descendente direta de sáurios (dos míticos lagartões em pé), e isso fará diferença na proposta que coloco.

Quando observamos que os répteis têm características extremamente íntimas em relação à Terra, como a proximidade de toda sua superfície corpórea da Terra e, sobretudo, a simbiose térmica com a Terra (répteis têm "temperatura ambiente"), percebemos que os répteis são substancialmente mais afeitos à Planeta Terra que os mamíferos. E mais ainda em relação aos humanos, que são os mamíferos que se afastam o máximo da Terra sem sair desta, os humanos ficam apenas apoiados nos pés, mantendo apenas os pés em contato com a Terra, ao passo que outros mamíferos têm as quatro patas conectadas à Terra e o ventre voltado para ela. Os répteis são exatamente o oposto, estão "linkados" à Terra de forma absoluta. Não só as patas, mas inclusive o ventre, as vísceras estão em contato íntimo com a Terra, e suas temperaturas são as da Terra, e são aquecidos por irradiação pelo Sol e pela Terra, ou seja, a dependência fisiológica da Terra é muito mais íntima do que qualquer outro grupo animal terrestre, só aquilatável a alguns insetos.
Evidentemente os peixes, moluscos e mamíferos aquáticos têm uma relação até mais íntima, mas não direta, com a Terra, mas no meio aquoso.
Algo similar a aves e suas relações com o outro fluido predominante, o ar.
Assim, fica claro que, se algum animal está mais preocupado e interessado em manter a saúde terrestre, esse animal busca se fixar na superfície terrestre, os répteis, os insetos, mamíferos, mas, de forma alguma, o humano!

Se existe algum animal disposto a qualquer coisa para manter a Terra da forma natural são os répteis, ao passo que os humanos são os que menos interesse têm de manter a Terra natural, não precisam intrinsecamente manter nem a temperatura da Terra, visto que a troca térmica entre eles e a Terra é mínima, só notada substancialmente em dia frio com pés descalços ou na areia tórrida da praia.

Com essa preliminar, temos um entendimento mais coerente sobre a questão reptiliana.

Fica evidente que, de todas as inimigas criaturas da humanidade (todos os seres vivos), a mais inimiga do ser humano e mais dedicada a parar a sanha assassina dos humanos provavelmente são os reptilianos!
Mas também fica claro que, em relação à Terra, os bad guys não são os repitilianos!

Quais as possibilidades de os reptilianos existirem dentro da Terra em vez de na superfície? São muito altas, eles inclusive têm um metabolismo mais de acordo com essa proposta.
Para entendermos isso, basta que cheguemos em um parque com profusão de calangos, por exemplo, e levantemos as pedras que podem se configurar nichos desses animais à noite, veremos que podemos tocá-los de todas as formas, pois eles, entorpecidos pela baixa temperatura, estarão naquele estado de animação suspensa, estarão fora do ar.
E, evidentemente, conforme descemos em cavernas, sentimos o ar esquentar e ficar mais viciado, quase rarefeito, algo permissível para um animal com metabolismo mais lento.
Mas isso não descarta, de forma alguma, a possibilidade de reptilianos existirem aqui na superfície terrestre, visto que, tal e qual tartarugas, cobras, crocodilídeos e todos os outros sáurios, esses animais podem passar anos sem ingerir alimentos, logo, para se esconderem e só se mostrarem ao mundo quando não há nenhum humano à vista, é algo fácil de fazer.
E por terem uma conexão mais ginecológica com a Terra, detectam de forma aguda a aproximação dos bípedes boçalmente arrogantes de longe.
Só para termos uma idéia, vou descrever alguns sensores de répteis interessantes e muito eficazes.
Órgão de jacobson, uma espécie de nariz interno, é por conta desse órgão que alguns répteis ficam colocando a língua para fora de forma intermitente, eles estão captando partículas voláteis e "cheiro" no ar a cada linguada.
No caso de cobras e alguns répteis, existe a foseta loreal, um detector de calor, uma espécie de radar de captação no espectro infravermelho, com ele é possível, no escuro absoluto, ver os animais homeotérmicos (com temperatura interna independente da temperatura ambiente, no caso, aves e mamíferos).
E, na minha opinião, a audição deles é muito interessante, ela é pelo ouvido interno e externo, eles detectam o som pela pele sobretudo e, como estão em íntimo contato com o solo, podem detectar qualquer ruído, que SEMPRE se propaga mais rápido e em maior abundância em meios mais densos, seja terra, seja água. Logo, até os infrassons usados pelos elefantes para comunicações a longas distâncias (mais de 70 km de distância) são audíveis em dolbi estéreo!
Não é possível não ser notado por répteis, via de regra.
A desvantagem é que acabam preferindo essa forma de escuta, e alguns sons, que estão em outros meios, sofrem uma degradação forte quando migram para outro meio mais denso, assim, um predador em uma árvore, por exemplo, não será detectado facilmente por um réptil no solo.
Observo que é evidente que alguns sensores não têm como ser detectados, visto que, sem paralelos em nossa morfologia, são absolutamente "invisíveis" para nós.
No caso da foseta loreal, o espectro detectado é o do calor, mas não precisamos ser muito criativos para percebermos que outros espectros também são detectáveis, e para isso basta entendermos até nós mesmos, os famosos sextos sentidos que temos, não sabemos como funcionam, mas sabemos que funcionam, independente de imbecis catedráticos dizerem se existem ou não.
Não é porque um imbecil acadêmico nega a radiestesia que ela deixa de existir.
Só para ilustrar em cima de "estudos comprovados", é sabido que pombos, os columbiformes, têm partículas de ferro nos calombos sobre os bicos e que tais ferrosidades servem de bússola para eles. Só que o ferro é sensibilizado por um amplo espectro de ondas eletromagnéticas, não só o campo magnético terrestre, assim fica evidente, independente do que não dizem imbecis catedráticos, que esses mesmos pombos detectam também ondas de rádio, ondas de calor e todo um leque de espectros que as ferramentas humanas ainda nem sonharam em descobrir/detectar.
E, pelos últimos "estudos", descobriu-se que a maioria dos animais têm as tais ferrosidades como orientadoras em seus corpos. Ampliando a questão, em um exemplo banal, todo ser com sangue vermelho tem ferrosidades no sangue, logo, é evidente que todo ser com tais características é uma bússola potencial.
E mais, os animais de sangue azul têm o cobre como veículo de transporte de oxigênio, e o cobre é menos magnético, mas sobremaneira mais condutivo, enquanto o ferro esquenta sob influência do atrito dos elétrons, o cobre conduz livres esses elétrons, gerando um campo eletromagnético. E se os dutos de cobre (veias, artérias ou outros "hemodutos") forem espiralados, está criado um induzido, a matriz de bobinas e eletroímãs! Vale lembrar que, nas veias, os fluidos se deslocam em movimentos coriólicos, em espira! Animais com sangue azul SEMPRE têm alta regeneração, pois a eletricidade flui fácil nos corpos desses.
A biologia compartimentada (assim como todas as estúpidas ciências) não tem como compreender o que coloco, mas o que coloco é óbvio!
Outra coisa importante de observarmos é que todo corpo heterotérmico reduz sua temperatura de acordo com o meio (a Terra), e isso permite que TODOS esses corpos tenham regeneração total, ou seja, membro amputado, membro regenerado, visto que a resistência elétrica é diretamente proporcional à temperatura (a resistência gera temperatura!), menos temperatura, maior condução elétrica.
Animais de sangue frio, em noites e dias frios, simplesmente induzem a regeneração celular total, essa é a razão dos animais de sangue frio não ficarem sem seus membros. Evidentemente, quanto maior o corpo, mais esse pode reter temperatura, o que reduz a possibilidade de regeneração total, visto que demora mais tempo para o corpo perder a temperatura e ficar com resistência elétrica baixa.
Por conta disso, sáurios grandes têm suas regenerações sacrificadas, mas a mobilidade é potencializada; não por acaso crocodilídeos, caimanídeos e outros caçam à noite, sem calor solar.
E o meio aquoso em regiões tropicais e subtropicais também é um dificultador da redução térmica a níveis regenerativos.
É por esse motivo que a regeneração em peixes não é ideal, pois a água conduz temperatura muito rápido e com isso garante uma certa homogeneidade térmica ao longo do ciclo do dia.
Uma prova do que digo é que salamandras gigantes nos rios frios vivem uma enormidade, pois a temperatura é baixa sempre, permitindo um fluir elétrico quase ideal.
Outra prova é que peixes, artrópodes e moluscos de águas glaciais são os seres mais longevos do planeta, alguns com estimativas de vida acima de 400 anos ou muito mais!

Como mostrei, a temperatura baixa dos répteis gera mais vantagens do que desvantagens, e a maior delas é a LONGEVIDADE, todo animal de sangue frio vive mais tempo que os animais de sangue quente. Entretanto eles sofrem alguma desvantagem, em algumas concorrências com animais de sangue quente, têm menos resistência, mas também têm mais explosão.
Répteis crescem sem parar a vida inteira, dessa forma podemos auferir a idade desses pelo tamanho que chegaram.

As configurações corpóreas desses animais reptilianos dificultam em algumas coisas e favorecem em outras, eles, por exemplo, têm menos velocidade, mas têm mais facilidade com tocas e nichos, o que os coloca em condição interessante para viverem embaixo da superfície.

Eles têm um maior potencial reprodutivo, mas têm mais dificuldade de atingir a idade adulta por conta das fragilidades sem suporte materno, e não necessariamente porque as mães são "desnaturadas" — mães crocodilídeas estão entre as mais zelosas, protetoras e perigosas —, mas pela abundância de frágeis filhotes pelo mundo afora. Ao passo que uma fêmea mamífera só precisa cuidar de alguns filhotes, cuja quantidade, via de regra, é quase uma correspondência biunívoca com a quantidade de tetas, as répteis geram até centenas de filhotes. E não há mãe no mundo que proteja centenas de filhotes a contento.

Eles, com seus metabolismos mais lentos, têm uma superior capacidade de sobreviver à escassez, comem menos e têm menor desgaste digestivo; e, em alguns casos, comem a presa absolutamente viva, e isso é absorver toda a energia vital da presa.

Não por acaso são os dominantes em ambientes mais agressivos, hostis.
Nos desertos, predominam os répteis e insetos; nas regiões polares, predominam os peixes, moluscos e crustáceos.
É interessante observar que os répteis são escassos em altas latitudes, pois lá eles tendem a ficar imóveis, visto que a temperatura ambiente é sempre abaixo de zero centígrado.
Mas não podemos descartar a possibilidade de eles viverem nessas localidades embaixo da terra, visto que o solo é sempre quente e homogêneo. Claro que o boçal catedrático dirá que nunca viram esses animais por tais paragens, e eu direi que a pesquisa nessas localidades é escassa, e no subsolo, é quase inexistente! Além disso, entendo que é mais lógico partir do princípio de que todo filo animal pode estar em todas as localidades do que acreditar que eles não existem só porque eu não vejo, afinal tal premissa é estupidamente arrogante e prepotente.

Como mostro, existe realmente uma vantagem para répteis viverem em subsolos, entretanto eles não são detectados comumente em cavernas, e a razão disso não é a inexistência deles em espeleolocais, mas sim a facilidade de eles detectarem os invasores mais rápido que os invasores detectarem eles. Ademais, além de terem características mais miméticas, também pelos baixos metabolismos, têm menos resíduos metabólicos, como escamas abandonadas e fezes.
Não é absurdo imaginar que tais "espeleorrépteis" vivem mais de mil anos e têm aparência de rochas, da mesma forma que crocodilídeos têm aspecto de tronco boiando, dessa forma as escamas oriundas de trocas de crescimento são de tal forma raras que talvez só apareçam em intervalos de várias centenas e até milhares de anos e de acordo com o metabolismo terrestre, ou seja, só crescem nos períodos de aquecimento do planeta.

A consciência de seres longevos é mais requintada, eles têm na paciência a grande vantagem, vantagem esta que não é perceptível por seres de rápido metabolismo, visto que esses são obrigados a ficar focados em necessidades fundamentais por um período quase total. Essa é uma das razões dos humanos, mesmo sem tempo livre, gastarem tempo com masturbação e fornicação em vez de gastarem com evolução.
Assim, para que entendamos um reptiliano, é fundamental que entendamos o que é o tempo de vida dilatado, de outra forma NUNCA poderemos entender a "lógica" reptiliana.
Temos que, inclusive, entender a lógica de grandes árvores, e isso, para as bestas egoicas que os humanos são, é algo supinamente difícil. Nossa rasa inteligência aliada à nossa anabolizada vaidade arrogante nos impede de entender as possibilidades não só reptilianas, mas sobretudo o que é de verdade a consciência.

A temperatura cresce em uma razão de mais ou menos três graus centígrados a cada 100 metros aprofundados no solo ou 25 graus célsius, aproximadamente, a cada quilômetro penetrado na Terra (em média, esses valores variam em função da condutividade térmica das rochas sobretudo). Assim, répteis subterrâneos provavelmente têm um metabolismo um tanto acelerado, o que lhes possibilita uma vida agitada, esses, em vez de usarem o sol para regular suas temperaturas, usam da profundidade, quando querem dormir, sobem um pouco, quando querem laborar, descem.

Se eu admitir que répteis estão a milhões de anos zanzando por aí, terei que admitir também que eles já atingiram um grau evolutivo muito mais alto que o mais fodaço meditador desconhecido e humano! E todo evoluído busca sumir para o ser humano, pois sabe que mexer com merda fede.
E creio que não só os répteis, mas todos os animais têm uma cronologia que extrapola tudo o que a porca ciência afirma! Até porque essa é a forma de fazer a umanidade aceitar sua cronologia sabotada!

Vale ressaltar que evolução não é o que pensamos, isso que fazemos é manipulação do meio. Fazer e acontecer modificando o meio ambiente não implica em evolução, mas sim em adaptação pontual (adaptação pontual só garante à espécie se adequar a um meio ambiente controlado, se acaba o controle, a espécie some do mapa, vide os acidentes naturais que varrem os que se acham topo de cadeia). Evolução é fazer com que nós sejamos o fazer e acontecer, é mais que adaptação, é aceitação sem resignação, é aceitação de desafios.
Evoluir é transmutar a nós mesmos de forma autárquica, nós por nós mesmos.

O importante na questão reptiliana é que à maioria dos animais evoluídos não temos acesso. Qualquer espécie que sabe o que são os cordeiros de deus, os humanos e os pastores de deus, os judeus e deus, sabe muito bem que quanto mais longe e desconhecido dessas malditas criaturas melhor.

Assim, fica evidente que não conhecemos nem 1% de todas as espécies vivas sobre a Terra.

E isso afirmo sem me adentrar na questão do que são as possibilidades de vida, apenas me atendo aos preceitos biológicos.

Para que entendamos melhor, lembro que a cada dia se descobrem mais insetos e organismos outros para o catálogo "vasto" no espectro da catequese catedrática.

Entendido isso (inclusive ouso afirmar que os insetoides são os mais evoluídos dos animais conhecidos), também deve-se admitir que podem até ser robôs orgânicos criados por imponderabilidades da evolução. São o estado da arte na construção "mecatrônica" com seus esqueletos armaduras e sensores orgânicos.

Voltando aos répteis, acredito que os mais evoluídos não permitem que tenhamos conhecimento deles, e caso, por algum infortúnio, eles sejam descobertos, a tendência é que imediatamente busquem queimar os arquivos vivos, com sumiço dos corpos, de forma a nunca descobrirmos o que aconteceu. E o que não falta é sumiço de gente sem deixar rastro.
Creio que é um azar danado achar um reptiliano com as calças abaixadas, e não é para o reptiliano!

Abaixo da superfície existe a possibilidade de se viver tranquilamente para um animal de sangue frio, é mais quente e mais homogênea a temperatura. Ademais, é conhecimento antigo o desvio da luz solar para o interior terrestre.
Existem cavernas na américa andina onde foram achados espelhos (metálicos) que desviavam a luz solar e, de reflexão em reflexão, iam conduzindo-a até muito longe de alguma fresta para o mundo exterior. Coisas de incas, dizem os doutos.

O ser humano é estúpido o suficiente para achar que conhece a Planeta, sem perceber que não conhece nem 1% de toda a superfície terrestre, e menos ainda da crosta terrestre!
As profundezas abissais são origem de lendas fantásticas, de atlântidas a osnis, e é evidente que o que não falta é habitat aquático desconhecido.
Até nas plataformas submarinas as possibilidades beiram o incontável, e as chances para seres marinhos (e até reptilianos!) ou moradores de nichos subterrâneos saírem e entrarem em seus refúgios sem dar chance de serem observados são absolutas.
Evidentemente, os osnis avistados só o são porque os seus usuários QUEREM ser vistos!
Provavelmente é uma forma de eles testarem até as respostas humanas aos encontros "fantásticos".

A fenomenologia e casuística ufológicas estão repletas de mistérios que seriam melhor entendidos se observados sob a ótica de serem oriundos da própria Terra, do interior da Terra.
Os mais curtos de imaginação e intelecto (quem é curto de um o é do outro) talvez achem que isso é fantástico, mas para esses sugiro uma simples leitura sobre cidades chinesas "espelhadas" para baixo. É de conhecimento público que em muitas cidades chinesas houve projetos de fazê-las para baixo seguindo os modelos acima da superfície. Inclusive os próprios moradores de cada localidade fizeram o espelhamento das cidades, usando até colheres para as expansões.
Na Capadócia, é comum habitações que se aprofundam na rocha por milhares de metros horizontalmente e dezenas de metros verticalmente.
Algumas dessas habitações trogloditas são até hoje um mistério, sendo desconhecidas as dimensões delas.
Até nas areias de construções piramidais é regra a construção subterrânea, até porque não há forma mais segura de se ocultar algo que se queira manter em segredo.
Lontras e os mustelídeos no geral sempre fazem suas tocas subterrâneas com diversas saídas e entradas para disfarçar das observações curiosas de outros animais. Os roedores são mister em fazer tocas subterrâneas, inclusive os lenhadores dos roedores, os castores, fazem suas tocas "subterraneamente" debaixo de troncos.
Os cricetos (outro roedor) mantêm estoques alimentares para mais de duas gerações sob o solo.
Os cães da pradaria têm em suas covas habitacionais a dor de cabeça para cavaleiros e seus cavalos, pois não é raro os cavalos quebrarem pernas enfiando-as nas tocas desses latidores empedernidos.
Talvez 80% (os roedores são mais de 70% de todos os mamíferos terrestres) dos animais conhecidos e terrestres usem de tocas subterrâneas, de tatus a pangolins!
Marmotas são animais absolutamente encovados, assim como alguns ratos africanos que nem pelos têm e cujos olhos são vestigiais.
Proteus (uma espécie de salamandra) são animais cavernícolas e sequer são conhecidos em suas fisiologias, nunca foi achado um adulto.
Répteis usam de covas para tudo, inclusive para manterem suas temperaturas e controlá-las.
A maioria das formigas, tipos de abelhas e a maioria dos insetos têm parte de suas vidas sob a Terra. No caso das formigas, são, junto com as térmitas, verdadeiras construtoras de cidades de vários quilômetros de diâmetro, com ambientes estanques que nenhum engenheiro humano é capaz sequer de imaginar, que dirá construir.
Existem (conhecidas, pesquisadas) cigarras e borboletas que ficam mais de setenta anos sob a terra antes de darem as caras ao mundo.
Sapos usam do método de se enterrar para passar até dezenas de anos em estado de animação suspensa (existem casos citados que encontraram anuros com mais de duzentos anos em baixo da terra, vivinhos!) sem serem ameaçados por problemas climáticos.
Peixes enterram seus ovos para que esses passem anos sob a terra seca esperando a chuva que os eclodirá.
E nem toco no assunto plantas, pois se não o post não acaba mais!
Recentemente virou moda o uso de tuneladoras para fazer toda a sorte de construção subterrânea entre os humanoides, inclusive gerando todo tipo de suposição conspiracionista, de archuleta caves a aeroportos de denver, passando inclusive por "enterros" de tuneladoras no brasil sob o argumento de que seria muito caro desenterrá-las.
Nos idos de 50 e 60 ficou comum entre os estadunidenses construir bunkers antiatômicos, e hoje, de novo, a febre acontece, tendo algumas empresas especializadas no assunto inclusive na fossa brasilis (as conspiracionices dizem que o maior bunker do mundo está na fossa brasilis embaixo de algum lugar do estado de São Paulo, logo no estado onde aconteceu o enterro da tuneladora, coincidência?).
É a forma mais segura de se proteger!

E isso independe de imbecis sabidões (ou canalhas dissiMULAdos) que acham que teorias de conspiração são só teorias de loucos paranoicos.

Como mostro, é regra, e não exceção, o uso do subsolo por todos os animais para todo tipo de ação! Por ser oculto o subterrâneo, fica claro que não temos nem uma pálida noção do que realmente ocorre abaixo da superfície.

Daí chegamos à questão simples: Por que cargas d'água os reptilianos seriam diferentes de outras espécies, sobretudo se evoluídos?
Então, sim, a probabilidade de reptilianos existirem e viverem subterraneamente é sobremaneira maior do que a de não existirem e serem meros personagens de teorias conspiratórias.
Aliás, os ditos conspiradores são misteres em fazerem covas para ocultarem seus escusos segredos!

Ao longo de eras, ao longo dos séculos, os répteis viraram reptilianos.
Ameaçados por desgraças de alhures, elohin malditos, entes alienígenas extraterrestres, esconderam-se no ventre da sagrada Mãe Terra e evoluíram sob a proteção subterrânea.
De repto em repto, evoluíram e, ainda ameaçados por deus e seus demônios humanoides, viraram os temíveis reptoides.
Que honrem seus antepassados terríveis e protejam a Terra e seus subterrâneos.
Que deus não consiga adentrar a Terra nem morto, que fique sob sete palmos de terra bem longe da Terra.
Que os sobreviventes, em vez de só dizerem amém, entendam além!

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