Resetando o magma, o magno e o magneto


A coisa camba célere para acaloramentos magmáticos!
Cartas magnas já não valem, trogados (capatazes das elites) se sentem magnos e a macacada se magnetiza, garantindo a biometria terminal!

Cada corpo tem uma carga eletromagnética! Tal carga é a somatória de todas as interações eletromagnéticas do corpo, que podem ser detectadas por diversos aparelhos. Quando captada para fins de análise ótica, usamos fotografias Kirlian (o cara que inventou o método de fotografar aura); se a meta é a captura do espectro eletromagnético em todas as frequências, amplitudes e períodos, usamos scanners corporais, os tais scanners biométricos!
Eletromagnetismo é um fenômeno com dois comportamentos diferentes e perpendiculares entre si: a eletricidade e o magnetismo, que só existem juntos.
Mesmo em ímãs permanentes, quando a eletricidade é analiticamente descartada (tanto que o nome é ímã e não eletroímã), a eletricidade está lá, pois ela é uma das duas manifestações que fazem parte do mesmo fenômeno, o eletromagnetismo!
No caso dos ímãs permanentes, a eletricidade está em seu estado natural de ressonância, com manifestação escalar (não existe o aqui e o lá, existe o vibrar) e não linear (corrente elétrica mensurável e "entubada"). Mas se enrolamos em espiras o ímã em um fio de cobre (formando um induzido, que pode ser de outro material com mesmas características condutivas), essa eletricidade (uma das faces do fenômeno eletromagnetismo) fica encapsulada no fio e se manifesta linearmente, na forma de CORRENTE – a esse fenômeno dá-se o nome de eletricidade (um erro, em minha opinião, proposital, para garantir a não compreensão desse fenômeno que está em tudo, que É TUDO)!!!
Quando a eletricidade fica circulando na superfície de qualquer material, ela recebe o nome de estática.

Entender o eletromagnetismo é a única forma de usá-lo da forma mais ampla possível! Mas poucos, muito poucos conseguem entender a epistemologia dessa questão, pois com esse entendimento tudo deixa de ser e passa a poder ser! É um entendimento proibido para o ordinário!
E o preço que o ordinário irá pagar por essa ignorância é a própria vida, vamos aos fatos!

O que não falta é vídeo de gente ficando magnética por conta de vaticinas (seja apenas no local da picada, seja na cabeça ou em outras partes do corpo), e o que não falta é lixo "dotô" categorizando-as "impossibilidades"! Mas, não, isso é absolutamente possível e provável!
Para entender isso, vou mostrar como funciona um rádio em sua acepção mais simples.
Rádios são transdutores (transformam um tipo de energia em outra) de ondas hertzianas.
(Toda onda eletromagnética é hertziana, o que altera as características dessas ondas é: a amplitude [a altura das cristas e depressões do senoide – representação gráfica – da onda], o comprimento [a distância entre duas cristas – ou depressões ou pontos médios – de uma onda], a frequência [o tempo que uma onda acontece] e o período de cada onda.)
Os rádios recebem o sinal através da antena e amplificam-no em um induzido, que, excitado pela onda que chega pelo "éter", gera uma corrente.
Depois de amplificado o sinal recebido pelo rádio (é muito pequeno o sinal), uma corrente é transformada em ondas mecânicas (sons). Isso é uma descrição bem sumária de um rádio de galena, que é um cristal de chumbo. Hoje em dia, um simples diodo de germânio faz o mesmo, só que ocupando um zilésimo do espaço e funcionando com mais eficiência e menos perdas (qualquer excitação gera calor, e esse calor é perda; se não houver essa perda energética pelo calor, todo o sinal recebido é utilizado).

Observo que toda vez que um rádio recebe um sinal, ele fica eletrificado, pois a excitação gera uma corrente, que, como mencionado antes, tem concomitante um magnetismo perpendicular a ela (ambos também geram forças similares e contrárias, reativas).

Atualmente, essas ondas têm potências absurdas em relação aos primórdios dos rádios (que, não coincidentemente, se fizeram populares com a primeira guerra e a gripe espanhola) – a potência se mede pela frequência e amplitude, que, quando altas, energizam tudo ao redor por indução. Indução é o fenômeno de "eco" em ondas eletromagnéticas (em uma explicação exageradamente simples), pois ela acontece de forma direta e inversamente proporcional ao sentido do sinal original. Destaco que as medidas dos materiais eletromagnetizáveis são determinantes, ou seja, se aumentamos a bitola do fio do induzido receptor, ele consegue carregar uma voltagem mais "gorda" (voltagem é a "gordura", o "tamanho" da carga; a amperagem é a quantidade de carga de um determinado tamanho; e watt é a medida de ambas – voltagem e amperagem – multiplicadas dentro de um determinado período).

Posto tudo isso, vou esclarecer o que significa a macacada magnetizada por vaticinas.
E podem apostar, é apavorante!
Não existe forma de fazer uma vaticina conter massa suficiente de magnetos para segurar uma moeda, talheres aos montes, smartphones..., logo, é evidente que, se existe ímã dentro da vaticina é de origem desconhecida, mas isso não seria lógico, pois os frascos guardados juntos iriam se espatifar em função dos jogos de atração/repulsão entre si!
Está óbvio que o que enfiaram (estão enfiando) nos corpos da macacada são ELETROÍMÃS, o que é muito mais sinistro! E a razão é simples: se esses nanoeletroímãs estão energizados o suficiente para segurar cargas mais de mil vezes maior do que eles, é sinal que, além de serem absurdamente eficientes (aquilo que coloquei acima sobre a eficiência de um equipamento: o mínimo de perda + mínimo de carga = eficiência máxima), são acessíveis a qualquer sinal externo!
Agora, descrevo aqui uma antena para facilitar o entendimento de onde quero chegar. Uma antena nada mais é do que uma superfície, a maior possível (um captador, o corpo da antena que pode ter um tamanho imenso), para captar um determinado sinal de rádio (por isso que cada banda de frequência de rádio precisa de formas e tamanhos diferentes de antenas), acoplada em um induzido (um fio de cobre enrolado em um miolo, que pode ser de qualquer coisa, vai depender da função a escolha do miolo, por exemplo, um induzido como eletroímã usa o ferro por razões óbvias, ferro é magnético e magnetizável), que amplia o sinal das ondas que batem na superfície do captador. O captador, quando destinado a sinais dirigidos, tem a forma parabólica, pois garante a concentração do sinal no ponto da normal da parábola, para onde todos os raios convergem.
OU SEJA, AS PESSOAS ESTÃO SENDO TRANSFORMADAS EM ANTENAS, RECEPTORAS E TRANSMISSORAS!!

Daí, chegamos ao ponto fulcral do que quero mostrar!
As biometrias garantiram que todos tivessem seus sinais de rádio naturais (suas frequências eletromagnéticas) catalogados, ou seja, cada indivíduo tem uma assinatura eletromagnética própria.
Como já expliquei em outras postagens, tendo-se a biometria de alguém é possível matar essa pessoa por emissão do próprio sinal dela contra ela, porém isso depende de alta energia para percorrer a distância entre o atacante e o alvo, e para vencer as configurações do terreno, além de existir risco de haver nas imediações do alvo alguma(s) pessoa(s) útil(eis) com sinal semelhante, ou com "oitavas" similares, que diante de uma "tsunami" eletromagnética para matar seria(m) também atingida(s), e sequelada(s) ou morta(s)!
Mas, agora, com todos chipados com nanoantenas, é possível enviar de forma cirúrgica o sinal matador, parece que filmes como "Disque M para Matar" foram elevados a um novo patamar!
Na atual conjuntura, qualquer um vaticinado está mais do que nunca literalmente vaticinado!!
A pergunta que não quer calar é: como é possível um ardil mundial tão organicamente orquestrado para matar todos (quase 8 bilhões) e ninguém perceber o que acontece?
Desse cenário não existe fuga, a única forma de vaticinados garantirem suas sobrevivências é dentro de um container selado, uma gaiola de faraday nos limites máximos de segurança antiondas – como as menores ondas precisam de gaiolas de malha ultrafina, fica claro que containers são as melhores opções aos vaticinados!
Li que ingerir chá de agulha de pinheiro ajuda, mas nada sei do assunto.
Isso é um filme de terror? Sim, é, mas sobre isso já venho alertando há muito e sem eco!
Agora a situação é simples: quem aceitou vaticina está ou teleguiado ou morto, a escolha é do vaticinado!

Me parece que os demônios dominantes estão supinamente empenhados no controle absoluto sobre os indivíduos e em acelerar a matança. Ao mesmo tempo, percebi que estão havendo discrepâncias temporais nos movimentos terrestres de translação, recentemente, de um dia para o outro, vi o sol nascente entrar de forma completamente fora do padrão, como se tivesse adiantado um tempo enorme em um dia – o ângulo de entrada do Sol pulou abruptamente da sua posição esperada e começou a nascer como se fosse já inverno, mas ainda faltava mais de mês para o inverno! Isso só é possível se houver um corpo tracionando forte, acelerando o giro da Terra ao redor do Sol, e como não é facilmente perceptível (néscios não acompanham as posições solares de acordo com as estações, isso só é comum para quem depende do mar, da terra, via de regra, no campo, pois aí tem que saber para não perder safra!), a macacada nem nota.
Os terremotos estão ficando mais bravos, vulcões estão em brasa, e ventos extemporâneos e fortes viraram regra!
Fica evidente que temos distúrbios provocados por algo insólito, desconhecido que vem aí.

Deixo um último lembrete: NÃO EXISTEM VÍRUS, o que existe são exossomos e príons polimerizados em cristais através de reações naturais de polimerases.

E em meio a "magnos" com leis vaticinantes, magmas rolantes e magnetos matantes, a humanidade continua fazendo seu degenerado caminho como dantes!

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