Resetando o faro na bolsa e o furo no bolso


Este é curto, curto é óbvio!
Pensemos o seguinte: Quando desvalorizam a moeda de um país e a colocam valendo 1/4 das moedas "dominantes", os economistas não explicam que a desvalorização real foi de 16 vezes e não quatro.
A relação do poder de compra do que tem a moeda desvalorizada e do que tem a moeda dominante é quadrática!
Pensemos o seguinte: se temos um número qualquer, 1, por exemplo, se um indivíduo tem o dobro, 2, e o outro indivíduo tem a metade, 0,5, o que tem 0,5 terá que duplicar seus ganhos para chegar a 1, só que para chegar ao poder de compra do que tem 2, terá que duplicar seu dobro, que é 1!
Logo, o que tinha 0,5 terá que quadruplicar seu poder de compra para se equiparar ao que tinha 2. É uma relação exponencial.
Se aplicamos isso em porcentagem em tributos e calculamos pelo teto (no caso, 2), o que se paga de tributo não é o mesmo que se pagaria se indexamos pelo mínimo (0,5).
É a mesma maldita manobra que as elétricas usaram para roubar o povo, é a mesma lógica bancária.
No exemplo acima, quem ganha os juros fica em posição quádrupla da do que paga os juros.
Quem com poder quádruplo de compra compra é sacrificado em 1/4 de suas finanças, e o que compra com proventos reduzidos em quatro vezes, quando compra sacrifica suas finanças e economias em quatro vezes!
Se as pessoas tivessem essa noção em vez de ficarem se preocupando com estupidezes como querer saber da vida alheia ou venerar papais do céu e salvadores, o sistema bancário nunca teria surgido, e se entenderem hoje o que digo, os banqueiros estarão pendurados na ponta de uma corda amanhã (junto aos parlamerdares!).
Mas a massa abjeta é pretensiosa e acha que as merdas que as preocupam são ouro, dessa forma continua chafurdando a bosta, achando que quem a abomina são intolerantes.

Vamos aos fatos.
As commodities têm o preço indexado mundialmente e, naturalmente, por serem as indexadoras de toda a economia, elas fazem com que tudo acompanhe o andar delas, sobretudo as terras, os bens imobiliários.
Assim, vamos conhecer melhor o que são bolsas, bovespas e suas canalhices criminosas.
Quando o inimigo, o judeu, o especulador compra uma ação, ele está comprando a nação que a está vendendo.
Só que quando ele compra é porque ele já desvalorizou essas ações através de ações espúrias.
Ele não compra inicialmente um produto qualquer e, como ele pertence a uma máfia internacional, ninguém dos dele compra o tal produto, visto que todo comércio, transporte e sistema financeiro internacional é 100% JUDEU. Com isso, o produto perde valor por falta de demanda e excesso de oferta, pois produto encalhado não só deprecia como também empaca as logísticas de armazenamento (o tal prejuízo dobrado).
Assim, as ações, papéis indexados em cima do tal produto, caem de preço, independente dos valores reais dos ativos do produtor do tal produto.
Mas quando isso acontece quando a moeda de um país é desvalorizada, e ela é desvalorizada exatamente pela lógica acima, ou seja, uma moeda fiat (papel-moeda sem valor real, apenas ilusório) quando é requerida no mercado internacional por conta de interesse alavancado por propagandas turísticas (tudo orquestrado pelas mídias internacionais, exatamente o que faz hollywood vendendo os EUA), a nação detentora dessa moeda é obrigada a imprimir mais moedas, pois as que existiam serviam para atender a demanda do próprio povo do país.
Assim, mais moeda falsa (papel que não serve nem para limpar a bunda) é despejada no mercado e, se não for adquirida por operações de câmbio entre nações, ela vai inflacionar o mercado interno, pois a inflação é o desequilíbrio entre produto e moeda, com mais moeda que produto (deflação é mais produto que moeda), logo, ela cairá de valor, vai inflacionar.
É uma manobra que os governos judeus fazem para destruir as nações, em vez de eliminar as moedas excedentes (o lucro e poder deles vêm dessa moeda falsa), aumentam os juros, ou seja, fazem com que a inflação aumente mais ainda, pois os tais juros (NENHUM JUDEU PAGA JURO NO PLANETA, ISSO É LEI DE dEUS) terão que ser pagos com mais moeda, e essa terá que ser impressa.
Com isso a moeda do país cai de valor e dentro do país ela abunda, logo, os "valores" das coisas explodem, não porque ficaram mais caras, mas sim porque a moeda não vale porra nenhuma.
Assim, o que valia um passa a valer quatro (caso do brasil em relação ao dólar e euro), e daí vem a judiaria rapace dos outros países, os de moeda forte, com quatro contra um do brasileiro!
Mas como mostrei, o mercado está indexado mundialmente, portanto o que antes valia um, agora vale quatro por conta da inflação, da corrosão da moeda. O poder real de compra do gringo e sua moeda é medido da seguinte forma: A moeda dele vale quatro vezes o valor da nossa, e a nossa, em abundância interna, passou a valer, por conta da inflação, 1/4 do que valia, logo, a vantagem monetária do gringo é de 16 vezes! Nós ganhamos 1/4 do que ganhávamos, pois os salários não acompanham a inflação e tampouco é possível que isso aconteça — a inflação é indexada internacionalmente, acompanhando as commodities —, e as moedas estão indexadas entre si internacionalmente, apesar de não serem usadas para comércio internacional (elas só servem para transações de pessoas físicas X pessoas jurídicas), pois este é feito na forma de escambo, ou seja, troca de produtos.
Essa perversa lógica é a verdade maldita do que acontece.
Agora vamos à questão da bolsa especificamente, que tem seus papéis indexados também internacionalmente.
As bolsas são pura e simplesmente PIRÂMIDES financeiras, exatamente aquelas que são PROIBIDAS POR LEI.
Quem cria as pirâmides são os judeus, donos das indústrias e empresas (eles são inclusive "cristãos devotos”, mas absolutamente judeus geneticamente), e todos os compradores das ações (que inicialmente pertencem sempre ao dono da empresa) são os sonhadores de ganhar uma bolada.
Só que só quem sabe realmente sobre a empresa é o judeu e seus cúmplices, os financistas de bovespas e bancos (também judeus), e esses são os que dizem que a coisa é transparente mesmo sendo a mais imunda opacidade.
Enquanto o papel, a ação, está caro, o judeu vende, e quando está barato, ele compra, ou seja, ele vai ganhando cada vez mais enquanto manipula o mercado a seu bel prazer. Quando quer comprar, diz que algo de errado aconteceu com sua porca indústria, e quando quer vender, alardeia maravilhas mil. E tudo isso em conformidade com as agendas judias mundo afora, tudo sincronizado midiaticamente!
No caso de estatais, acontece o mesmo, visto que só judeus controlam essas estatais, porque só judeus governam (a mídia é deles, lembram?) e só judeus são eleitos para governar qualquer nação — só que, no caso das estatais, quem pagou cada centavo delas foi o povo, pois os rendimentos dessas vêm dos tributos, que são roubados do povo de forma deliberada, com a coação das armas dos jagunços, que são sustentados também pelo povo, junto com suas armas compradas pelo povo!
Conseguiram entender o grau de perversidade?
Agora, voltando à bolsa: O povo compra os papéis na alta e os vende na baixa, visto que, ao bel prazer das políticas financeiras, ele é obrigado a detonar as economias em tempos de carestias!
E assim os donos das indústrias, das "Sociedades Anônimas" (tal qual judeus que mudam de nome, nacionalidade ao bel prazer), os judeus, ganham sempre e em qualquer circunstância!
Só para entendermos o que são sociedades anônimas: elas são os judeus pessoa jurídica, prosélitas, trocam de nome ou não têm nome real, embaralhadas em meio à produção real, criam conceitos irreais, as ações, os debêntures e toda sorte de imundície que gera um mundo financeiro que não existe no mundo econômico. Claro que para que o poveco caia nessa, eles inventam a cátedra economia, que "desensina" com jargões pomposos.

Agora vamos ao poder de compra do gringo, que migra porque não é de outra espécie que não a judia. Esse gringo, o tal judeu pobre diasporizado, vem para cá com suas economias, que não eram quase nada lá fora, mas aqui são quatro vezes maiores que o valor venal da moeda nacional e 16 VEZES mais forte que o poder de compra do depreciado pagador de imposto da fossa brasilis, o tal brazuca.
E para que isso aconteça sem que o poveco acéfalo perceba, criam olimpíadas e copas, para que essa migração se dê de forma imperceptível.
Não por acaso, todos os imóveis da favela com a mais espetacular localização e vista do brasil foram ROUBADOS dessa forma, os imóveis do Vidigal foram adquiridos pelos judeus alavancados pela mídia JUDIA, pela globo judia e pederasta-pedófila, tudo colocado como se fosse superlegal, "os gringos estão civilizando os morros", dizem os excrementos midiáticos!
Como mostro, a desvalorização do real não acontece por acaso e tampouco é "só" de quatro para um.
Ficamos de quatro, mas a judeuzada parasita de 16!
Espero ter sido claro nessa explanação, busquei enxugar o texto para facilitar o entendimento.
Os ativos da Petrobrás estão sendo dados para a judiaria e gringalhada judia de graça graças aos judeus da fossa brasilis e à burrice e frivolidade da massa beócia.
Todas as teles e a maioria dos sistemas elétricos foram expropriados pelo abjeto fhc e bando e entregues nas patas judias com manobras de bolsa de valores financiadas por bancos bancados pelo povo e fundos de pensão igualmente bancados pelo povo.
Começou semana passada o estudo da proposta-estupro que diz que esses adquirentes não precisam mais pagar pelo que roubaram e estão livres para fazer o que bem entenderem!
A Vale já passou por essa expropriação quando o tal benjamin steinbruch, com a cumplicidade de fhc e bando, a adquiriu de graça, com empréstimo de BNDES (dinheiro do povo que nunca cai na mão do povo, só na mão da sinagoga), e depois a vendeu sem sequer pagar o empréstimo, para judeus internacionais. Só quem se fudeu foi o poveco, visto que o governo SEMPRE ROUBA DO POVO ATRAVÉS DOS IMPOSTOS, latrocínios institucionais.
Esse álien é tão “nobre” que um personagem (aarão steinbruch) desse clã maldito inventou o décimo terceiro salário na década de 60 para engabelar o poveco, mas essa estória eu já contei.
E agora, com o beneplácito dos salafros parlamerdares, haverá subtração de todos os direitos trabalhistas do poveco estúpido apoiador de impedimentos.

Com relação ao impedimento, pergunto: Tem lógica salafros que foram eleitos por no máximo 50 mil (estimativa para lá de otimista) pessoas em média cada destituírem alguém eleito por aproximadamente 55 milhões?
Só para entender, os únicos parlamentares da Câmara que chegaram à casa do milhão na última eleição foram Celso Russomano, com 1.524.361 votos, e Tiririca, com 1.016.796 votos. Os parlamentares que conseguiram se eleger só com os próprios votos, independente de manobras, foram 35, e nenhum deles, salvo os dois citados e Bolsonaro (464.572 votos), conseguiu sequer atingir 400 mil eleitores, isso incluindo os pastorecos! O resto (513 - 35 = 478) só se elegeu através de manobras políticas para legitimarem suas patéticas representações.
Como é possível que escórias que não representam nem 0,1% dos eleitores estabeleçam o futuro desta "desnação" "democrata"?
A Dilma foi eleita com quase 55 milhões de votos, e o mais votado atingiu aproximadamente apenas um quarenta avos dos votos dela.
Ou seja, representantes de uma minoria estabeleceram que a eleita pela maioria não governaria! Viva a democracia!
Leiam as "razões" desses excrementos para votarem sim para o impedimento no "The Economist" e respondam a seus botões se esses excrementos não são mais abjetos do que a mais abjeta proposta abjeta.
Não esqueçam que nós todos SUSTENTAMOS esses excrementos!
Isso tem que acabar!

Os ativos são sabotados e roubados, porque os cérebros estão inativos!

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