Resetando linguística

Se começamos uma coisa de forma errada, em nenhum momento lá na frente ela vai tomar o caminho certo, é preciso resetar essa coisa.
Sempre me perguntei sobre a questão de termos mais de uma letra para proporcionar o mesmo som, o "S" pode ter o som de "Z" e "C" e, eventualmente, "X"; o "X" tem o som de "Ks", de "xis" ou "chis", de "Z"...

Ou seja, temos várias letras para emitir o mesmo som, não temos uma letra apenas para cada som, dessa forma garantimos a incongruente e burra gramática brasileira. Ademais, colocando a língua dessa forma, incoerente, garante-se que o sistema de ensino de tal língua seja baseado na decoreba e não no bom senso.
O custo social disso é uma massa acéfala e de criatividade curta ao ponto de assistir BBBs (uau! a quem será que beneficia?)!!!
Com regras e exceções ("ecessões" ficaria difícil de entender? foneticamente falando) imbecis e acéfalas garante-se que quem pensa sempre se sentirá imbecil aprendendo imbecilidades gramaticais, é um desestímulo ao aprendizado de um assunto de altíssima relevância, a língua, sua comunicação verbal e escrita e as possibilidades de expansão (a língua é mutante). Podemos concluir que a gramática foi feita para alavancar os de QI baixo, entendendo que os únicos que se submetem a aprender incoerência são os que não percebem o que vem a ser essa incongruência, esse pessoal "aplicado" nessa matéria se sente importante, pois com isso aparentam ser pensantes. Isso me cheira a técnicas de lavagem cerebral, de doutrinação, onde a regra é: não pense, obedeça. Nivelar por baixo, por conta do baixo nível intelectual dos dominantes.
Isso só me atendo à imbecilidade intrínseca da gramática, mas observando por um lado mais flexível, podemos ver que tal língua defeituosa é sobremaneira benéfica para os governantes, pois quanto mais enrolada e sem sentido a língua, mais fácil é se utilizar dela para enganar os "iletrados". Ou seja, essa escatologia chamada de gramática foi feita por salafros que buscam através disso a dominação, e tem como prova inconteste dessa afirmativa as tais reformas ortográficas, quando se isonomizam as estupidezes, quando, apesar de a língua conviver com a persistente incompetência redibitória, nada de coerente é feito para sanar as imbecilidades da língua, e só servem para acentuar a acefalite (inflamação do cérebro ausente) dos doutores gramaticais!!!
Será por isso que seres togados usam de maneira exagerada termos processuais??? Só para a massa ignara continuar achando que, por desconhecimento do vernáculo e por soberba vernacular dos juizes, é algo menor e tem que reconhecer os juizes como doutos? Isso sem se ater que tal linguajar prolixo e pernóstico  só depõe contra qualquer pessoa de bom senso, e se juizes não têm bom senso para falar/escrever a linguagem coloquial (falam adloquial, pode?!) - tornando seu trabalho realmente para o povo, pois apesar de os juizes não serem escolhidos por voto do povo, o poder emana do povo -, com certeza não têm bom senso para julgar, pois escolher palavras de acordo com nossos ouvintes é mais simples do que julgar situações ambíguas de diferentes viéses analíticos do ponto de vista jurídico.
Agora lembro que médicos são outros personagens que gostam de escrever de forma ininteligível, e a razão é simples e passa pelas mesmas razões da gramática imbecil. Pense que, se vc sabe ler o que o doutor te passou, não vai depender de farmacêutico para decifrá-la, e os farmacêuticos são tão "capangas" da indústria fármaco quanto os médicos. Ou seja, as linguagens específicas de certas classes têm como único objetivo a ininteligibilidade. A razão? Pelo simples fato de que mantendo uma linguagem desconhecida, os dominantes podem controlar a todos pela ignorância, ou seja, alegam que saber imbecilidade é sábio e que desconhecê-la é insensato!!!
Pensem que a forma do povo judeu controlar o mundo foi através de sua linguagem exclusiva, foi com uma língua ambígua e de significados múltiplos e sem vogais que eles conseguiram colocar toda a humanidade (goiyn) a seus pés; eles sabem a língua de todos (aliás é o método de assimilação que os beneficia), mas ninguém sabe a língua deles, sabem só o que querem que nós saibamos.
Um exemplo: as palavras "bobo", "baba", "babá", "boba" são todas escritas iguais, se fosse na língua deles (que só tem consoantes) seriam escritas sempre da mesma forma "bb"; outro exemplo, "BCT", vocês podem estar pensando em uma palavra, e eu acho que sei qual é, mas a que eu, na verdade, quis escrever, foi "ABACATE", em uma forma "desvogalizada".
Só os kabalistas sabem diferenciar qual a vogal que entra, e assim, garantem que as pessoas só sabem o que eles querem que elas saibam. Essa é a mesma razão do jargão técnico, que cria a exclusão gramatical e que, em uma extensão mais ampla e generalizada, dita que quem escreve português como a regra burra manda, escreve certo. E garante ao mesmo tempo a síndrome de tribo, de clube do bolinha, onde o escrever tido correto é entendido como o jargão daqueles obedientes.
Conhecimento é poder, linguagem é conhecimento e linguagem mal feita é andar para trás, é abrir mão do conhecimento só para se adequar ao "conhecimento" de outrem!
E assim caminha a humanidade!!!

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