As pessoas, em maioria absoluta, são apavorantes, são almas penadas, são fantasmas, e, o pior, elas não sabem!
Você que lê pode muito bem ser um fantasma e talvez nunca venha a saber disso, e, se vier a perceber isso, não mais será fantasma... ou não!
Isso é talvez a mais medonha realidade do ser humano e umano que floresce "exuberante" no i-mundeco de deus!
A tal "internet das coisas" fará com que a diáspora dos fantasmas para o mundo virtual seja absoluta, as "coisas" se farão diáfanas como fantasmas, e o mundo ficará reduzido a uma macabra gematria kabalal! Todos podendo, inclusive, voar, mas apenas em um mundo fantasma!
Os sonhos, as portas de fuga da armadilha de deus, serão sonhados em mundos fantasmais, e os fantamas, definitivamente, não mais saberão se sonham viventes ou se vivem sonhantes!
Viventes de mundos fantasmas sonham fantasmal, isso quer dizer que sonham dentro do sonho de outro ser, obedecendo às regras e desejos do ser dono do sonho. Resumindo: o jogo será exatamente a proposta idiota de mundo virtual matrix, que a galera adora acusar de tudo sem que sequer tal mundo exista; todos ficarão presos na matrix construída (mesmo que de forma obediente e bovina, cada um participa nessa construção endossando a proposta, cada delegada de responsabilidade para a virtualidade é um passo a mais para a matrixação total) por eles mesmos se achando neos!
Seria interessante que as pessoas começassem a ler ficções científicas do passado recente, uma das mais premonitórias, de forma sarcástica, foi Perry Rhodan, o "primeiro pisador lunar". Ele encontrou uma nave álien avariada na Lua, porque todos os seus tripulantes estavam zumbindo (em estado zumbi, lembrando que a proposta zumbi não tem nada a ver com mortos-vivos, ela é originária do Haiti, onde se praticava controlar as pessoas, que, se comportavam controladas como se fossem mortos-vivos, sem resposta alguma emocional)!
Sem fazer spoiler, conto que a tal raça álien havia chegado a tal ponto "evoluído" (a nave de pesquisa era uma esfera de 800 metros de diâmetro) que seus indivíduos ficavam em aparelhos que expressavam em telas as respectivas elucubrações figurativas! Esses seres simplesmente preferiam ficar babando zumbindo em frente a seus projetores imaginários a qualquer coisa, resultado: a nave precisava de reparos, mas a cambada não conseguia parar de "zumbir" (não é por acaso que a onomatopeia de sono em HQ é uma sequência de zês, som da dessintonia das ondas).
E isso é ipsis literis o que acontece com a cambada videota, do selfie e do smartphone, com os medicados, com os comedores de "comida processada", com os tomadores de vacinas!
Ou seja, a massa já está tão completamente estupidificada que colocar essa cambada dentro das nuvens é só uma questão de expansão da nuvem, pois falta nuvem para tanta alma penada, zumbis, ou anjos, caso prefiram!
Só o estado mental zumbindo (toda comunicação via rádio zumbi quando mal sintonizada ou com interferência) permite que as pessoas não se toquem que esse papo de guardar memórias, imagens e consciência em nuvens é exatamente a proposta de deus bíblico, todos os "anjinhos" lá nas nuvens, sentados ao lado do salvador e seu paizeco misógino baitola! Os babantes sequer percebem que o reino deles é post mortem!
E quem fica com o mundo? Sim, eles, os golens de deus, os judeus! Afinal, como bem está escrito no pentateuco, o reino deles é aqui no mundo, enquanto o "superlegal" cristo diz para os otários que o mundo desses é lá no céu, depois de mortos, ao lado do PUTO QUE NÃO OS PARIU!
Só um "gênio" segue uma religião dessas! Perdoa os que lhe fodem, que vivem enquanto o "gênio" se fode, e, depois de morrer, o "gênio" ganha uma "brand new life" ao lado do bosta que garantiu-lhe a vida desgraçada! Um autêntico "gênio"... que come capim!!!
Os fantasmas sequer percebem que a proposta divina e do estado (que é "estadeus", sempre, em última instância) é igual àquela piada do gênio da lâmpada FDP.
Um desgraçado avista a lâmpada de aladim e, sem pensar, esfrega-a invocando o ente que já sai rugindo: "Eu sou o gênio FDP e você tem que fazer três pedidos!" O infeliz, completamente estupefato, mandou a primeira coisa que lhe passou pela cabeça: "Eu quero ter um pau grande que arraste no chão!" E o gênio, sem titubear, decepou as pernas do cara! E rugiu: "Vamos, vamos rápido, faça logo seu segundo pedido!"
Chocado, o desmembrado balbucia completamente sem noção: "Não quero mais ver as desgraças do mundo!" E o gênio, sem pestanejar, arrancou os olhos do desditoso!
O "desolhado", já sem muita esperança e morrendo de medo, mal pensou e gritou: "Quero morrer fodendo!" E o gênio comeu-lhe o rabo, até a morte do desbagaçado!
Como vemos, existem entidades que não são para serem invocadas! Deixem essas desgraças lá onde elas estão!
E como é sabido que aquele que te alimenta é aquele que te escraviza, vale preferir escravizar-se a si mesmo!!
Essa questão é um problema só para gentios, goyin, pois judeus são apenas almas, sopros de deus, sem espírito, são almas penadas, fantasmas.
Aliás, qualquer um, hoje em dia, é candidato a fantasma, pois quase todos são híbridos de gentios e judeus, os que não são já estão completamente enlouquecidos (com as manifestações insanas da alma) pela ingestão cadavérica de dor, desespero e fatalismo, e, com mente morta, são também fantasmas, almas penadas, melhor dizendo, almas apenadas!
Seres naturalmente vegetarianos (se algum IMBECIL acha que não é vegetariano, tire uma foto de sua arcada dentária e pegue imagem de duas mandíbulas, uma de orangotango ― 10.000% vegetariano ― e uma de babuíno ou mandril ― 50% vegetariano, 50% carnívoro ―, veja as semelhanças e depois aceite sua IMBECILIDADE), e sobretudo FRUGÍVOROS, quando ingerem defunto, enlouquecem pela ingestão da lógica do predador (aquele que mata para comer). O miasma resultante dessa ingestão anômala, em um corpo que contempla depois de ingerir fruta limpa e sem nenhuma dor, tem um efeito incompreensível para os anômalos umanos necrófagos (completamente miasmados) e comedores de caixas, como veganos (por isso essa idiotia é divulgada, é regime tão demente que come morte de zilhares com a cocção e, pior, faz da alimentação um fetiche cínico de quem não tem mais a visceralidade de morder a fruta no pé, parece papo de alcoólatra que diz que não ingere álcool, só bebe vinho, que "não é bebida alcoólica, é bebida consagrada"!), que não compreendem o tamanho absurdo do absurdo de ingerir defunto, ingerir MORTE!
Essa é a causa fundamental da estupidez humana, comer morte em vez de comer aquilo que foi feito para ser comida, e que naturalmente é vida!
Os predadores, que são invariavelmente glamourizados pela mídia como mostra de vigor, vivem pouco (um tigre, por exemplo, vive uns vinte anos quando muito, com seus "humildes" 300 e tantos quilos), existem em menor proporção e têm um metabolismo pesado, com altíssimo custo fisiológico (maior inclusive que o dos comedores de capim, que precisam ruminar para tirar algo do nutricionalmente pobre capim), que os obriga a dormirem mais de 65% de suas vidas. Ou seja, os caras são uns desgraçados condenados a distribuir a dor em prol da evolução dos outros, que, na maioria, são preguiçosos e preferem pastar a buscar alimento mais evoluído, e, via de regra, comem tanto capim que só conseguem ruminar, isso tudo em um ciclo viciadamente vicioso.
O matador tem severa desvantagem quando o assunto é evolução, ele é muito mais dependente das presas do que as presas dos recursos naturais. É mais fácil "caçar" capim que outros seres, por conta disso, o animal predador tem um ingrediente viciante, que é a paixão pelo pavor alheio, só que essa paixão, naturalmente, não contribui com sua evolução, afinal evolução é se desprender da dependência de outrem.
É também por isso que o sexo é tão alucinante, enquanto crentes de que nossa realização é no outro, estamos vendidos e atolados na estagnação cognitiva, controlados pelo que cremos controlar.
Gerar vida quando se está degenerado é jogar merda no ventilador, e os fantomas (humanos e umanos) já jogam merda no ventilador ou se degeneram desde que resolveram, por bem, que vagina é sim órgão de prazer e direito de todos!
Não é difícil imaginar porque a borra bípede religiosa que habita o mundo é essa borra tão borrascal!
A parábola mais impressionante que entendo é a de Dom Genaro narrando para Castañeda o encontro que teve com um aliado. Ele contou que foi jogado, pelo aliado, lá onde o vento faz a curva, e já lá percebeu que algo estava errado, percebeu também que tinha que voltar para seu lugar de origem. Mas seu entendimento de que direção tomar era oposto ao das pessoas em volta, o que lhe deu a noção de que só o que tinha em volta eram fantasmas, todos solícitos inclusive, mas não menos fantasmas! No fim das contas, disse que o único personagem vivo em meio à sua jornada de regresso a Ixtlan era Dom Juan, e que continuava em sua busca, sua viagem a Ixtlan!
Isso é a percepção de alguém que entendeu o jogo demente de deus, ele sabe que já não tem mais como voltar, pois aquele que tirou o antolho por um instante já sabe que existe o "muito além do antolho", sabe bem que a "matrix" ainda não é essa matrix!!
Viagem a Ixtlan é, em última análise, o entendimento do ponto de ruptura, é o entendimento de que existem zilhares de mundos superpostos, e a escolha por um ou de outro depende, a todo momento, apenas de nosso poder pessoal. Isso nos leva a um só caminho: o poupar de nós mesmos, em busca do acúmulo energético pertinente ao muro que transporemos rompendo membranas entre mundos!
Transposto o muro, as pessoas que fizeram e "fazem" parte de nossas vidas passam a estar distanciadas de nós por uma membrana fina, tão diáfana que parece não existir, mas existe; ao rompê-la, alcança-se a clareza do entendimento, sem tal entendimento, as pessoas permanecem presas dentro dessa membrana! Não adianta falar com elas, sem incremento energético, elas não ouvem, só escutam o som abafado pela membrana vibrando, abafado e distorcido!
Quando a membrana é perfurada, os próprios fantasmas humanos e umanos vêm fantasmas e, loucos, teimam em acreditar que são os mortos se manifestando, por não entenderem que não existe o amanhã, o hoje ou o ontem, só existe o aqui e agora! O que eles veem são fantasmas, mas não de mortos, são manifestações vivas de outros mundos, que, por desgraça ou sorte, cruzaram o ponto de ruptura.
Os pontos de ruptura são infinitos e existem em todos os instantes! Rompemos paradigmas com decisões sábias (inerentes ao acúmulo energético) e, nesse movimento, atingimos pontos de ruptura que nos separarão das lembranças (passado) de nosso eu menos sábio. Tanto isso é fato que não há formas de tentarmos entender nossos atos no passado, pois foram as vivências passadas as disparantes deles!
É como narra o livro de Philip K. Dick, Os Três Estigmas de Palmer Eldrich: não é possível mudar o passado! O motivo é que o passado não existe, tampouco o futuro; uma concatenação estabelecida pela nossa consciência não é o fato, é apenas uma forma de interpretar e interagir com a percepção, percepções infinitas gerando consciências infinitas de infinitos mundos.
O chip de deus é a alma, é a membrana, é o véu que torna fantasmas todos!
Nossa dessintonia com uma situação é a membrana que separa o mundo fantasma de nós (ou vice-versa); o que nos dá certeza que eles são fantasmas é que eles têm certeza de que nós não somos fantasmas para eles!
Essa é a forma de detectar o fantasma: quando percebemos os outros fantasmas, e esses não nos percebem fantasmas!
Perceber que os outros são fantasmas não é agradável, nós somos seres gregários
Esse entendimento sela completamente nossas expectativas de toda uma vida, que antes nos colocavam com os fantasmas e agora nos colocam na posição de sequer podermos falar para os fantasmas que nós somos fantasmas para eles e eles são fantasmas para nós!
Pode parecer estranho, mas essa sensação de viagem a Ixtlan é, sem dúvida, a mais espetacular meta em vida, é a meta que nos dá a certeza que, até a eternidade, nossa busca não terá cessado!
Não é tão difícil sermos fantasma, duro é não sabermos que somos!