A questão das políticas de saúde é algo tão escatológico que, para resetá-la, teremos que abrir a tampa dessa insalubre "privada" da "saúde".
A Dilma está tentando impor mais um imposto para financiar a saúde, e aí me vem à cabeça a Hungria, onde um sábio administrador da causa pública entendeu e criou uma lei que onera quem é onerante para o sistema de saúde, funciona igual ao sistema de taxas de seguros, se vc é cuidadoso, seu seguro é baixo, se é destruidor, é alto. O sábio criou um imposto sobre alimentos com alto índice de gordura, açúcar e sal, justificando que "aqueles que levam uma vida menos saudável vão contribuir mais", ou seja, quem come essas merdas é que vai bancar a saúde em peso, pois são esses seres que mais usam o sistema de saúde.
Eu, por exemplo, desde que me tornei eu (resetador), nunca mais fui a um médico, para nada. Antes, só ia para resolver acidentes, cortes, fraturas, etc. Posso dizer que se dependesse de mim, o sistema de saúde não precisaria sequer existir, pois nos vinte últimos anos não fui uma vez sequer nessa turma, então por que tenho que pagar o mesmo que um obeso? Por que tenho que pagar para um preguiçoso, guloso, "luxuriento", invejoso, egoista, soberbo e raivoso (todo enfezado - esta palavra quer dizer literalmente com fezes, estejam elas ressequidas no sistema digestivo ou espalhadas pelo corpo na forma de gordura - é raivoso mesmo que não demonstre, e os números de infartos desses seres mostram isso). Ou seja, uma pessoa que pratica sistematicamente os sete pecados capitais é beneficiada em detrimento das pessoas que não os praticam, isso é beneficiar o criminoso em detrimento do correto!!!
Observo que essa minha maneira de ver a coisa coloca também os magros no rol dos gordos, pois também os magros se utilizam do entorpecimento das papilas gustativas e dos sentidos (álcool, cigarro, remédios) com o objetivo de resolver/sublimar frustrações decorrentes da vida. Assim, tanto gordos quanto magros podem ser entendidos como doentes ansiosos, os quais covardemente optam por dopar um sentido em vez de encarar problemas com todos os sentidos. Resumindo, gordura, açúcar, sal, álcool, tabaco ou qualquer outros tipo de droga são as mamadeiras dos bebês chorões marmanjos, que sofrem de uma doença muito grave: covardia.
Um gordo tem que pagar o equivalente à quantidade de lugares/pessoas que ele ocupa/atrapalha, ou seja, se pegou ônibus ou outro coletivo qualquer, pagará por dois, três ou quantos lugares usar e/ou pessoas atrapalhar. Em um elevador, o gordo ocupa o lugar de duas, três, quatro pessoas, mas não produz tanto quanto elas (aliás produz menos que ele mesmo magro, devido à sua condição insalubre), gasta a energia elétrica, combústiveis e tudo o mais que não consegue repor com sua produtividade. Ou seja, um gordo é um fardo social, mas é elevado à condição de "tadinho", e a sociedade sustenta um "tadinho" que, na verdade, é um preguiçoso, é um egoista, é um indolente.
Morrem mais pessoas por ano dos distúrbios provocados pelo empanturramento do que por falta de comida. Uma pessoa que adoece, que engorda, ela o faz para chamar a atenção, para ser o centro das atenções, isso é síndrome de hipocondríaco, que ama sua doença mais que qualquer coisa. Um ser que tem a necessidade de ficar comendo, beliscando, "degustando" sem parar é insatisfeito, não consegue se bastar, acha que merece mais, mais e mais, e o preço que ele paga é ter seu corpo grotescamente aumentado - para caber sua gula, seu egoismo, seu egocentrismo! -, enquanto a sociedade tem que arcar com seus custos no sistema de saúde.
Observem o comportamento de gordos famosos, são sempre cabotinos, debochados, sempre buscando minorizar os outros de forma "engraçada", como se achassem que os outros devessem pagar pela falta de graça deles próprios - sem saber, buscam fazer os outros serem iguais a eles, inclusive manipulando a lei, criando leis que favorecem o gordo em detrimento do magro (me lembra leis homofóbicas).
Já notaram como todo cafajeste (não estou querendo dizer que o gordo é um cafajeste, mas o gordo que se utiliza de sua gordura para conseguir vantagens é um cafajeste sim!) gosta de se colocar como perseguido e merecedor de leis e digno de piedade?
Entendendo que todo gordo só o é porque é um relaxado, é um corrupto com a própria saúde, porque acha que merece mais que qualquer outro - tanto é que come mais, ocupa mais espaço, produz menos proporcionalmente ao que consome, requer mais gastos na área de saúde, etc. - é de estranhar o patamar de "vítima" que conseguiu alcançar na atualidade.
Dizem que somos meras máquinas de cagar, mas também dizem que a divindade revestiu essas máquinas de cagar com uma plástica agradável, de modo que sua forma pudesse ser separada de sua função. E por conta disso, o ser humano em sua essência mais primeva, ou seja, quando bebê, via de regra, é sempre agradável, inclusive no cheiro - apesar de estar na fase em que representa da maneira mais sincera sua condição de maquineta de cagar. Assim, conclui-se que a divindade fez um serviço legal, o resultado ficou perfeito. Então eu pergunto: as pessoas que destroem suas saúdes não estariam cometendo um sacrilégio, profanação, atentando contra a vontade divina?
E pergunto mais: alguém que aceita deformar o próprio corpo, seja por gordura, por cirurgias, por porcarias inseridas - seja de forma oral ou intramuscular ou intra-sei-lá-o-quê -, não estaria, além do vilipêndio, esse personagem ofendendo a própria idéia do que é vida? Ganha uma vida de presente e a deforma, inclusive em sua filosofia - que é sermos máquinas de cagar -, se transformando em um receptáculo de excrementos, só os fabricando e os estocando para si, sem devolver, na devida quantidade, o que foi tomado para sua produção. Curiosamente, os obesos representam a filosofia do sistema econômico vigente, que é concentração de renda, baixa produtividade e ausência de excelência.
Finalizo esse tema colocando o excremento da seguinte forma, para o bom entendimento do que está escrito: o excremento, a merda, a vulga merda, nada mais é do que reciclagem, é a transformação, transmutação de elementos com propósitos bem específicos, que são a disseminação de outras espécies e a reciclagem dos disseminadores de outras espécies. O que isso quer dizer? Quer dizer que o excremento, no caso do herbívoro, serve como veículo de disseminação de vegetais que, em tese, não se movem e se utilizam do meio de locomoção e disseminação chamado herbívoro. No caso de onívoros e carnívoros, o mesmo pode ocorrer, pois a disseminação também se dá através dos animais ingeridos com sementes em suas barrigas. Os onívoros e carnívoros contribuem no aspecto de reciclar os "automóveis" das sementes.
Assim, podemos entender que ser maquineta de cagar não é, de forma nenhuma, pejorativo, é apenas uma condição biológica.
Mas ser gordo, guloso, doente, hipocondríaco é extremamente pejorativo, mas graças a personagens televisivos metidos a engraçados virou virtude ser egoista, guloso, preguiçoso e indolente.
Quem vive para comer não merece viver, e quem come para viver não merece pagar as custas dos que vivem para comer.
Aos gordos: por favor, não tomem o que escrevi como uma ofensa pessoal, mas uma crítica para que vocês gordos possam desfrutar prazeres que vocês desconhecem, o maior deles, o contato com a natureza. Um gordo não tem como subir numa árvore, um gordo não tem como caber num caiaque, um gordo não tem como se movimentar com uma bicicleta da mesma forma que o magro, não tem como subir uma montanha, não tem como correr na vegetação (descobrir uma corrida de orientação). Resumindo, um gordo não tem como ser o que ele é em essência, um animal, um animal livre e preparado para desfrutar o contato com a natureza, aprender a perceber sutilezas, inclusive de aromas e sabores (o gordo não tem como ter bom olfato, pois a origem da obesidade sempre é alimento potencializado em odor e sabor, o que gera uma overdose sensitiva e aí as papilas gustativas e células olfativas acabam perdendo a capacidade de perceber os odores sutis). Por conta disso, o gordo (quando falo gordo, digo aquele com mentalidade gorda, não é só o fisicamente gordo) tem nas mãos a chance de melhorar o mundo, pois se não houver mais gordo no mundo, vai ficar muito difícil sustentar uma filosofia gorda, aquela filosofia que prega o lucro, que prega a usura, que prega a depredação do ambiente, que prega a criação de animais para alimentação, que prega a destruição de uma árvore em troca de um prédio. Tudo isso só pode ser percebido como pavoroso e medonho se a pessoa tem uma interação íntima (no sentido mais profundo da palavra, sexual mesmo!) com a natureza, e isso só é possível fazer quando se é magro, de corpo, alma e caráter.