Existiu, há zilhares de anos atrás, um rei de nome Merdas, rei esse não da Lídia, mas da Mídia.
Esse notável rei foi ocultado pelos historiadores oficiais, que preferiram glorificar o "goldsmith" da mitologia grega. Esse rei tinha como sua mais consistente característica a crença na igualdade: igualdade intelectual, física, espiritual, social, econômica e até igualdade de transgêneros.
Quando, em sua carruagem, avistava um mendigo qualquer, saltava da carruagem, às vezes até quando essa estava ainda em movimento (sofreu alguns acidentes por conta desse hábito que teimou em manter até seus derradeiros momentos), e jogava seu manto monarcal, que havia sido feito pelo empenho de duzentas habilíssimas costureiras reais por duzentas horas, sobre o etílico alijado.
Tal monarca não se furtava nunca de uma buchada regada a pinga acompanhada de pagode, axé, sertanejo e cachaça, e até rachava a dolorosa! Era o pai do povo!!
O rei pródigo e progressista sempre se endividava se era para ter a mais nova parafernália de qualquer tipo, até um novo castelo administrativo fez, com desenhos arrojados e alienígenas que custaram muito. Acreditava piamente em sistema financeiro.
Religioso convicto, entendia que, se algum ente feito por deus não tinha onde morar, a solução era abrir as portas para as nações amigas.
Achava, inclusive, que seres mutantes racistas, ladrões, genocidas, agiotas e estupradores (segundo os estudos, esses não eram racistas, pois eram de outra espécie), que se auto intitulavam escolhidos de deus - e os próprios escritos sagrados desses mutantes provavam que deus confirmava essa escolha -, deveriam ser acolhidos, e as mulheres do reino deveriam aconchegá-los para o agrado divino. E, claro, isso fez com que os escolhidos de deus não pudessem ser mais reconhecidos pelo povo devido à mistura de espécies.
E as fêmeas escolhidas do divino ensinavam as mulheres do reino a serem o mais cafajestes possível, afeitas a engravidar, para garantirem ricas pensões, e, ao mesmo tempo, a receber diversidades de machos, mesmo que broxas, isso até diante de seus filhotes, para que esses aprendessem que promiscuidade era correto.
Os mutantes de outra espécie também eram pederastas e pedófilos, mas o rei achava que isso era um mal menor, afinal, tais mutantes eram sempre ricos e criadores de teorias econômicas, inventavam e distribuíam diversas coisas, que roubavam de inventores de outros lugares, com reis de igual quilate.
Além disso, também davam festas e entorpeciam o reino inteiro com um "simpático" sorriso no rosto, sexo, drogas e rock'n roll!!
Não só pão e circo, mas toda uma orgia custeada na entrega do suor do povo trabalhador e festeiro.
E o rei dizia: "Nós somos ricos e vamos acabar com a fome do mundo", e entregava tudo a preço de banana (preço que se paga ao produtor) para poder comprar tudo de volta "beneficiado" e com preço de banana (preço cobrado pelo vendedor final).
E o "povo" ficava gordo comendo frango bem nutrido pelo grão, que não chegava nunca na mesa do povo que não aparecia em Mídia.
Aquele povo que realmente sustentava o reino, aqueles que não eram burrocratas cosmopolitas, mas sim artesãos e agricultores escravizados por organismos burocratas e policiais, que obrigavam esses labutadores ao trabalho forçado depois de convencê-los midiaticamente a entregar suas terras para ir trabalhar em uma legal cidade.
Mas, nas cidades onde o rei festejava, o que reinava era a ação do perdulário povo burrocrata e seu perdulário rei.
O rei liberal achava que sexo era prazer em vez de reprodução e que qualquer prática era digna do respeito da nação.
Podia ser até a prática de sexuar com o órgão de defecar, que o rei perdoava, ele dizia: "Eles ainda não têm capacidade para perceber a diferença entre o buraco do esgoto e a porta da vida, o que prova que nasceram da merda. E, mesmo os nascidos da merda, nós, em nosso eterno carnaval, acolhemos orgulhosos em dizer: Neste reino, até merda é bem acolhida, que seus rebentos sejam bem-vindos!" E quando estava sóbrio e não de ressaca, se perguntava quem havia sido a mula que havia proferido tamanha imbecilidade e ainda o imputava de tal despautério.
Como já havia feito umas olhotas, acabou lenientemente perdoando até o autor que lhe imputava a paternidade do descalabro verbal.
E a merda diminuía! Mas não a figurada, a real, pois o povo, desnutrido mas folião feliz, cada vez era mais extorquido e drenado que nem para cagar lhe sobrava.
Mas a merda de verdade, aquela que não tem descarga que elimine e nem serve de adubo, essa estava florescendo poderosa no reino do rei Merdas.
Ele afirmava, com fervor divino, que seu reino era o reino de todos...
Governava como se o mundo, como se tudo, se resumisse em um imenso carnaval, virava noites pelos botecos do reino em papos sadios e animados com todos os tipos de personagens.
O que tinha de filhos da puta era uma fábula, e, não poucas vezes, teve que pedir aos corruptos policiais (o rei sempre os corrompia para aliviar salafragens de companheiros de copo ou de origens ainda mais insólitas) para aliviar com seus rebentos, que conseguiram ser os "ganhadores" de corridas ao óvulo - façanha com variedades genéticas de concorrentes e competidores ali na mesma corrida que só uma meretriz (ou uma daquelas dadeiras alopradas) pode proporcionar.
Onde o monarca se metia, só aconteciam carnavalidades e anormalidades. Mas o povo se sentia feliz, afinal, todos os gringos iam para a terra deles, comiam as mulheres e comidas deles, pederastizavam os "varões" do reino, usavam tudo e tomavam tudo, só porque era tudo do bom e do melhor (diziam que o reino era abençoado por deus), e o povo, acreditando sempre na cantilena do rei, que o melhor do reino era o povão simpático e festeiro, aceitava os gringos e toda uma flora e fauna de ziquiziras genitais e gerais!!
O rei sempre afirmava que o reino de Mídia era midiático, e toma futebol, festa, novela, pagode, funk, sertanejo...
O tempo foi passando, e o povo cada vez mais bêbado (o rei autorizou todo tipo de indústria de álcool no reino, desde que bancassem e patrocinassem as carnavalidades nacionais, periódicas e sazonais) e feliz (pelo menos aparentava, pois acreditava piamente que o melhor do reinado era o povo, afinal, era o que seu rei afirmava!), e seu rei cada vez mais inchado pela festividade diária.
Mas a indústria do entretenimento e da mentira (essa ganhou o nome de sétima arte) aumentava e ficava cada vez mais forte...
Um belo dia, o rei chegou em casa e viu sua filha de dois anos dançando na boquinha da longneck e, em seguida, quando observou na TV sua filha mais velha ensinando às súditas como dançar a sua nova dança (a filha do rei virou popstar por conta de favores aos donos de TVs estrangeiras que se instalavam de graça e ainda davam emprego para o povo), dança do "mordisca com a perseguida mas toma é no toba", ficou embasbacado e enojado.
E para que a coisa não pudesse deixar de piorar, assistiu, na sequência, ao filho adolescente, que era para representar o exemplo de príncipe herdeiro para sua irmãzinha, levantar "orgulhosamente" uma garrafão de 5 litros (cheio) de vinho num piscar "do olho", para, logo depois, entorná-lo todo reto a dentro! Técnica essa que havia aprendido em suas incursões ao exterior em intercâmbios culturais (método conhecido por butt chugging e criado por notáveis acadêmicos).
E depois, observando seu "pequeno tesouro" mordiscando e levantando a garrafa longneck já vazia (preferiu não pensar em quem havia bebido o conteúdo) com a perseguida, sentiu que algo não estava normal. Mas foi só depois que viu que seu conselheiro bolinava o pau enquanto assistia à "dança" de sua pequenina filhota e apunhalar o degenerado e perturbado funcionário que saiu em desabalada carreira gritando pelas ruas.
Clamando a todos o poder que lhe haviam investido, exigiu o sufrágio total, se creu incompetente e que do povo, seu amado povo, deveria sair o mais qualificado governante para timonear seu carnavalesco reinado.
E exigiu que todos votassem, disse que seus poderes intelectuais os fariam os verdadeiros escolhedores da governança. E o povo todo foi votar e escolheu os que haviam de mais abjetos para serem os novos governantes... que foram derrubados pelos armados, que foram derrubados pelos liberais, que foram derrubados pelos marxistas que eram mais abjetos que os abjetos... E foi também inventado o voto eletrônico e o exame biométrico, garantindo que agora nada do que o rei dissesse ou tentasse fazer para debelar a ignomínia governamental poderia surtir efeito. E o rei percebeu que, desde o início, ele tinha era que ter virado político, pois dessa forma poderia ter feito qualquer cagada e não precisaria arcar com ela. Esse era seu legado, deixar a governança para o povão, e assim poder dizer que as mesmas merdas aconteceram com seus filhotes, mas que ele não tinha nada a ver com isso!!
Viu a merda se alastrar de forma impiedosa, e agora o povo acusava-o, dizendo que foi sua governança leniente que fez o povo cafajeste, e todos gritavam que ele era o rei das merdas. Apesar de seu polpudo salário de senador vitalício e seus ganhos como tabelião geral, benefício esse para todas as suas futuras gerações, sentia, no fundo, que toda aquela cagada sem controle que seu reino havia se tornado iria piorar, e muito!
Até transplante fecal havia, e pílulas de fezes, tudo para fazer tal e qual baratas que comem as bactérias digestoras nos ânus das baratas mães (Essa moda pega! Os mérdicos atuais começaram a fazer há pouco tempo, agora é a moda da merdicina o transplante fecal e as pílulas de fezes, a vedete das farmáfias).
A merda, percebia o rei Merdas, estava se tornando a grande convidada do século que se abria.
Ele via que não tardaria o momento onde pederastas iriam parir pelo cu, e diarreia viraria líquido aminiótico!
Crianças seriam as fontes de diversão dos que nasciam naqueles tempos pós-sufrágio geral, pois, se com o festeiro rei a coisa foi de mal a pior, com os governantes republicanos a impressão que ficava era que tudo o que esses personagens tocavam virava algo mais imundo que merda, lembrando até o outro rei, aquele famoso, só que em vez de ouro, o que virava seu ex-reino era a mais pura merda (aquela figurativa que não serve para nada), só o que sentia era vontade de puxar a mais gigantesca descarga para remeter todos os suditos, agora desprezados, ao mais profundo sumidouro fecal.
Estava ele, um ex-clemente, diante de zilhares de excrementos.
E para completar, o rei estava nu, assim como suas duas filhas, nas capas de revista e na internet, que viraram atrizes pornô, junto com seu "varão" herdeiro que, além de ator, virou o primeiro baitola a virar cobaia para indústrias farmafiosas e mérdicos para a primeira gestação "cólonial".
O rei acabou se matando, e o reino, esse foi prostituído, abusado, estuprado, sodomizado e finalmente assassinado. E os entes invasores de outra espécie, donos das empresas invasoras, dominaram tudo e transformaram a nação em um parque de diversões para os escolhidos. Colocaram todos os súditos que não eram escolhidos por deus como escravos, e os descontentes foram sumariamente assassinados sob a acusação de "escolhidofóbicos" vilipendiantes.
O filho do rei teve sucesso em gestar no cólon e parir pelo reto, entretanto os bebês não sobreviveram, pois, em uma diarreia brutal, ejetou os rebentos rabo afora com muita violência. Em uma crise "cuerperal", acabou se matando tal e qual o pai.
Passados os tempos trevosos em reinos midiáticos, foi criada a espada de dâmocles, para que dionisíacos primeiros não se furtassem à responsabilidade das decisões tomadas em nome da democracia, aquela onde os governantes podem sempre colocar a culpa no povo por suas venalidades, afinal de contas, em tal regime, quem escolhe o governante é o povo, logo, se o governante é uma merda, a culpa é do povo, que é a voz de deus. E como ficou patente, o povo nunca sabe escolher e os governantes nunca pagam por suas salafragens e se a justiça dos homens não existe deve existir a de deus...