Outro dia vi um colibri do tamanho de uma cigarra, das médias para pequenas (de uns três, quatro centímetros), foi a menor ave que já vi pessoalmente. Também já vi umas aranhas que, mesmo sob lupa de 20X, parecia um minigrão de areia, só dava de ver que era aranha pelo movimento das pernas, que mais parecia um tremer de algo em volta de um grão de poeira! Me pergunto quantos seres menores do que os menores seres multicelulares catalogados "não existem" devido à dificuldade de se detectar tão ínfimas criaturas. Dizem que a menor ave do mundo é cubana, é o colibri abelha; dizem que o menor mamífero tem dentes coloridamente não brancos, é o musaranho anão; dizem que o menor batráquio é equatorial tropical, e cabem vários em uma unha de um ser humano adulto; não sei o que dizem do menor réptil nem do menor peixe e prefiro nem ouvir sobre o menor inseto ou molusco!!
Agora imaginemos a tal aranha que vi, a criatura, em uma lasca de uma grande árvore, tem um mundo inteiro pela frente e nunca abarcará todo esse mundo árvore em sua pequenez perceptiva! Ela e as de sua raça já são animais endêmicos, só existem naquela árvore, só comem os ácaros daquela árvore e são uma espécie inteira em si mesmas! Assim como o são as presas delas!
Só esse fato me diz que cientistas e suas afirmações "definitivas" são tão, mas tão dementes que aceitar os estudos deles como procedentes só demonstra uma sociedade completamente decadente!
Quando criança, gostava de observar uns bichinhos que andavam na parede (enxergava uns bichos que sequer podem ser vistos por adultos) — ficava de castigo em pé de cara para a parede, e esse era o mundo disponível para mim, e me perguntava, então, como esses caras conseguiam se encontrar em tamanho mundão, visto que não era comum ver mais de um em uma mirada só, aliás, não era fácil nem enxergar um só.
Para animais daqueles, os relevos da parede são como dunas sólidas intermináveis (provavelmente não da mesma cor que enxergamos a parede!) e crateras múltiplas, algo absolutamente incompreensível para nós!
As certezas desmoronam quando percebemos que muitos dos mundos que conhecemos os outros não conhecem e vice-versa!
O que sei é que o que conhecemos é só o que nos dispomos a conhecer, pois só se enxerga aquilo que está dentro de nossas expectativas, o resto pode passar na nossa cara que não vemos.
Essa questão da invisibilidade não é só na proposta de volume, tamanho, é em todas as situações, algo que não reflete o espectro eletromagnético entre 400 e 750 nm (nanômetros) de comprimento de onda não é perceptível visualmente para humanos! Isso equivale a algo entre 400 e 790 terahertz de frequência de onda, ou seja, tudo abaixo de 400 e acima de 790 THz não tem como ser visto, são comprimentos como o ultravioleta (para "cima") e o infravermelho (para "baixo") em frequência. O infravermelho é o conhecido calor e tem um espectro umas sete vezes maior que o espectro de luz visível! As ondas ultravioleta — as UVA, UVB e UVC — têm um espectro aproximadamente do mesmo tamanho ou maior (dependendo do comprimento de onda do ultravioleta) que todo o espectro eletromagnético visível, e abaixo dos dez elevado a quarta potência de comprimento de onda (na casa dos quilohertz) até a mais lenta onda detectável não se mede pelos aparelhos ordinários, dependem de aparelhos inacessíveis para o bolso mediano!!
E o petahertz sequer existe no entendimento de quem só aufere no máximo os raios cósmicos!
Qualquer objeto, por maior que seja, se não refletir no espectro luminoso, do ponto de vista ótico (sem trocadilhos) não existe para nós.
Não existe ace$$ível comercialmente nenhum detector de comprimento de onda na esfera biológica ou até "bioespectral" (eletroencefalogramas são aparelhos que trabalham nessa esfera de frequência)!
Fica muito difícil dizer que não existem duendes e fadas e outras coisas quando temos esse entendimento!
Difícil negar a possibilidade existencial do espectral quando não temos as ferramentas para enxergá-los, mesmo sabendo que várias "coisas" que existem nós não enxergamos, mas temos as ferramentas para detectá-las!
O que mais me intriga é não existir aparelho detector de baixa frequência à venda, da mesma forma que existem câmeras térmicas e de infravermelho!
A luz ultravioleta nos coloca diante de um outro mundo, se alguém tem dúvida, sugiro que compre lanternas de todos os comprimentos de onda do ultravioleta (comercialmente falando) e "ilumine" sua casa, verá que está em um "mundo" nunca visto antes, mas que sempre esteve ali!
Com uma câmara térmica, vemos o calor se mostrando em cores do espectro luminoso (preestabelecidos) e, nas camaras de infravermelho, vemos no espectro infravermelho ajustado para nossa visão, aquele troço verde-pálido (ou de outra cor, depende do sensibilizante na lente ou na "retina" que recebe o infravermelho filtrado pela lente).
Assim, realmente é intrigante não existir ace$$ível um aparelho de detecção de onda de baixa frequência, ainda mais que de baixa frequência são as ondas geradas por entidades biológicas. Essas ondas são lentas, levam um tempão para ondular, elas podem ser imensas na amplitude (muito energéticas), a altura da onda, e/ou no comprimento, a longitude da onda.
E ondas muito longas, mesmo as altas, naturalmente são as mais lentas possíveis, e as mais difíceis de serem entendidas em sua essência ondulatória.
Eletricidade estática, dizem que não tem como mensurar e tampouco coletar, mas está na cara que é mentira! Por quê? Porque, se houver mensurador de eletricidade estática, as pessoas vão entender a abundância dessa e acabarão descobrindo como coletar a eletricidade estática, e aí bye-bye lucros salafros e sequestros de recursos das agendas governantes do mundo!
Esses fatos me levam a desconfiar que existem, sim, esses detectores, e são bastante simples, mas o que eles "enxergam" não é coisa para se partilhar com ninguém, porque é poder! E poder não se divide, o que se divide é o inimigo, para o poder não ser dividido.
Limitado no ferramentário, sou obrigado a extrapolar, abstrair seguindo o modelo das baixas, médias e altas frequências. E só essas comparações e analogias me garantem que existem mundos e mais mundos escondidos de todos em meio a todos e conhecidos dos líderes mundiais, os demônios alienígenas de deus!
E, pelo andar da carruagem, vejo que o que eles enxergam é algo que é ameaça total à existência deles, tanto é que só o que fazem é aumentar todas as frequências criando zilhares de aparelhos que, antinaturais, emitem só frequência mortal para seres vivos, e ainda geram ruído em frequências outras!
Segundo a física, somos feitos de átomos, que são compostos por "espaço vazio" em 99,9% de seu volume; isso deixa patente que é normal seres de tempos diferentes se interpenetrarem, como se o outro ser, em outro tempo, fosse mais diáfano que o ar!
Com 99% de nosso volume feito de "nada", fica muito difícil afirmar que dois corpos não podem ocupar um mesmo espaço ao mesmo tempo, com tempos diferentes! Peço que se esforcem abstraindo para poder entender essa minha afirmação.
Ainda mais que o tempo anda de acordo só com as prerrogativas dos portadores desses tempos, ou seja, cada indivíduo tem uma velocidade "escolhida". É escolhida porque somos, em última análise, os responsáveis e geradores de tudo que nos cerca, visto que só percebemos o que queremos, só interagimos com o que queremos interagir, e a proximidade de seres com tempos/"feelings" semelhantes se dá naturalmente, da mesma forma que seres de tempos muito díspares não têm como se perceberem, e tampouco querem isso!
Um ser com tempo um milhão de vezes maior, mais denso, mais lento que o nosso, para nós, só se manifesta como coisa inanimada. Uma pedra não amassa à nossa pressão, porque o tempo do "metabolismo" dela é infinitamente mais longo que o nosso, nós cedemos muito antes dela, mas se conseguissemos manter uma pressão com densidade perene por milhares de anos, nossos dedos marcariam a pedra como se marca um bloco de argila!
Na argila o tempo se dá individualmente em cada grão do pó da rocha, eles não são uma coisa só, a água os separa, cada um existe individualmente e por isso ela é mole, mas mesmo assim cada grão tem um tempo infinitamente maior que o de um ser humano, ou outro orgânico na concepção mais aceita da palavra. Fundidas pelo fogo, que é o oposto de tempo da pedra (é milhões de vezes mais rápido, leve, diáfano, que o nosso tempo), a fusão de ambos (os grãos e a água que fugirá com o fogo fenixiano) gera a rocha! O fogo fenixiano, o tempo instantâneo do aqui e agora, magnifica o potencial do menor grão elevando-o à rocha, exatamente a proposta mágica de Carlos Castañeda e seu mestre Dom Juan, queimando do fogo interior, se expandindo para o entendimento/percepção do todo, tornando-se a fusão de todas as partes, todos os grãos em um só em universo, maior, mais denso, mais lento, quase eterno!
Da mesma forma, um ser com tempo um milhão de vezes menor sequer vemos, pois, antes de o percebermos, ele já não mais existe nessa posição espaço temporal.
O fogo é um exemplo de tempo ultrarrápido, um fósforo sendo riscado nada mais é que um bigbang com o consequente universo a nascer e morrer, e o tempo de vida desse universo é o de um fósforo queimando! Isso significa que até ventos podem interromper universos como se eles nunca tivessem existido!
Só que acontece em cada espocada de cabeça de fósforo um universo INTEIRO, com todos os desdobramentos que isso significa, são zilhões e zilhões de consciências que espocam, evoluem e perecem!
O tal bigbang nesse universo (e quem sabe no nosso) expande até um ponto, quando se estabiliza e fica ali dançando, se com brisa, ou "estático", se sem brisa, até que o universo e seu tempo acabem se interpenetrando com outros espaços e temporalidades ao redor de forma entrópica!
Esse universo big-bang de fósforo tem as mesmas dimensões "infinitas" de nosso universo, com todas as constelações, grupos de galáxias, e seus sacos de negrume cósmicos, tudo com um tempo tão absurdamente rápido (pela pequenez, tal e qual tudo o mais é, do pequeno para o grande e vice-versa, o que é em cima é embaixo) que, quando nos aproximamos mais em rapidez e pequenez, percebemos que a luz exuberante da chama são bilhões de aglomerações luminosas. Quando nos aproximamos mais desse fugaz mundo, vemos que aglomerações são galáxias, e mais perto percebemos que aquelas, como fogo, eram aglomerações de luzes fulgurantes em sua "queima temporal" como meras chamas fugazes, e percebemos que o que é em cima é realmente embaixo, mais exato talvez seja, o que é dentro é fora!
Como podemos ver, parece que a única possibilidade definitiva é a estupidez!
Além dos seres "óbvios" do mundo orgânico e inorgânico, existem outros seres, seres construídos pelo intento, são as egrégoras.
Egrégoras nascem do intento puro, vou dar um exemplo de egrégora: fazer uma corrente, aquela estupidez de mandar carta (hoje email) dizendo para os recebedores replicarem a mesma mensagem para mais um tanto de pessoas que seus desejos se realizarão. Dessa forma nasce uma egrégora daquela "reza" no "papel" (leis, religiões são EXATAMENTE ISSO), que realiza os desejos do que fez a primeira carta com a reza original, e todos os outros otários contribuem com seus intentos para a realização do intento do criador da proposta, é como uma pirâmide onde só se beneficia o topo, o criador da pedra fundamental! E a cada novo indivíduo acreditando na proposta, mais forte vai ficando essa egrégora, que pode até materializar o desejo de um induzido em outros, dezenas, centenas, milhares, milhões e bilhões de outros!! Ou seja, a egrégora passa a existir em um leque tão grande de espectros eletromagnéticos que passa a ser percebida até pelo olho humano, até porque são também humanos os que a intentam — e, naturalmente, se eles geram, eles devem ser capazes de perceber em alguma instância, mesmo que desconhecida!
Evidentemente, as maiores construtoras de egrégoras são as religiões, mas não são esses tipos de egrégoras que entendo interessantes e sobre as quais desejo falar.
Dizer que tais seres nascidos "oníricos" (inclusive de pesadelos coletivos travestidos de sonhos de paraísos) não existem só porque só se vê onde eles não existem (nas frequências onde eles não podem ser percebidos) não garante o não existir deles ou de qualquer outra coisa, garante apenas que não os percebemos!
Observem os poderes egregóricos em casos na vida selvagem, criou-se, por exemplo, uma lenda que escorpião se mata se picando se for cercado pelo fogo! Ora, essa imbecilidade sempre levará seres que já não gostam de escorpião, por serem "escorpiões", a experimentarem essa teoria para ver se é verdade. O resultado é, na pior das hipóteses, "positivo", pois detonou-se um escorpião! As baratas agradecem, já que elas são o prato favorito de escorpiões! Se observamos bem, os escorpiões têm suas armas com design de ataque contra insetos, é um aguilhão que funciona como uma estocada envenenada nas juntas macias dos insetos, os únicos pontos por onde é possível injetar a peçonha nos insetos em suas armaduras artropódicas.
Os maiores beneficiados são as empresas de veneno, as que ganham para matar barata na casa da mulherada enlouquecida de pavor com a hospedagem não autorizada daquele arquétipo de alguma coisa tão apavorante, mas tão apavorante que dá medo descobrir qual a origem desse pavor!
No embalo da proposta, as baratas se adaptam aos venenos e se proliferam baratalmente esgotos afora!
Daí, os poucos e espertos dissimulados (eles são os descendentes dos escorpiões mais inteligententemente adaptados a se esconder do predador maior, o deus do fogo, o prometeu que só promete morte ao escorpião) acabam encontrando vertedouros de baratas, como se fossem latifúndios de gados pastando nos esgotos! Resultado, os escorpiões passam a se assanhar no esgoto também, e o estrago está feito: de novo os encontros entre "escorpioninos" e outros personagens "zodiacais" terminam em muito serviço e capital nas mãos dos vendedores de venenos escorpiões mas não artrópodes!
Em resumo, por conta de uma boataria sádica, os escorpiões foram detonados e uma indústria floresceu, uma indústria que empesteia o ar, que empesta todas as plantações, que envenena, que inventa até planta para resistir doses cavalares de veneno sem morrer, metabolizando esse veneno em tecidos que serão nossas fontes de alimentação!
Preciso falar das egregorizações dos sapos e morcegos, também matadores de insetos empesteantes?
Cada componente dessa agenda é uma egrégora: uma é a mítica suicida do escorpião, outra é o ser gerado pelo pavor de baratas, outra é a estúpida crença de que dedetização é procedente, e todas atuantes geram entidades físicas, impessoais e completamente anti-humanas em seus propósitos!
Essas criaturas egregóricas travestidas de empresas com "mãos santânicas" estão dando as cartas finais do mundo, afinal somos o que comemos, e comer nas mãos santas é comer o pão que o diabo amassou!
E, mais uma vez, o peixe morre pela boca!
E, na maioria dos casos dos peixes pescados, o negócio é cortar a cabeça e comer o rabo!
Esse esquema maldito é aplicado a cada papo de que pé de coelho dá sorte, penas de fulano chamam dinheiro, rabo de cicrano serve para impotência, casco da sei lá mais quem é bom para calvície e incontinência urinária... O que não faltam são egregóras malditas nascidas dos mais abjetos sortilégios nas mentes das mais abjetas criaturas. O tão famoso vudu e outras magias são exatamente isso, uma ideia ressonando, somando mais ideias iguais ressonantes em todas as cabeças, aumentando as forças ressonantes, ressonando mais e mais. O resultado é a concretização de uma tensão, uma coisa viva e com corpo tão grande que nossos olhos não abarcam sequer a ideia da proposta!
Egrégoras são entidades vivas, apesar de fora do escopo cognitivo disponível à 99% da população mundial!
O estado é uma poliegrégora, se ele é fomado por seres enfermos, esse estado é enfermo, assim podemos entender que um estado com sistema de saúde forte é sinal de povo com saúde fraca e estado doente!
Se a poliegrégora estado tem crime é sinal que ela é criminosa! Só o exemplo vindo de cima convence alguém a fazer o injusto, criminoso, sequestrador, ladrão, pois a índole do ser humano não é criminosa, isso é comportamento mutante, só que é um comportamento predador em contrapartida do comportamento conciliador dos humanos; e o resultado é a dominação, o predador impõe suas egrégoras a todos! O crime toma tudo de assalto! Onde existe imposto, todos estão sequestrados nas patas de uma poliegrégora de crime puro, de egrégoras convergentes nas ideias de meia dúzia de personagens. É quando completos parasitas determinam com suas medidas as medidas de todos, garantem com suas egrégoras o domínio sobre os desgregorizados!
As coisas só podem acontecer se nós damos permissão a elas existirem, o vampiro ou "espíritos ruins" só entram nas casas se convidados!
Se a mulherada ainda entendesse essa obviedade, não se deixaria adentrar por tantos personagens e de tão baixa qualidade!
As egrégoras nascidas nessas vibrações não são de vida, são de degeneração e morte!
E é essa a sina da humanidade caminhando para a lobotomização total, e até atomização total também!
Uma formiga, daquelas miudinhas que gostam de aparelhos elétricos, evidentemente enxerga e percebe coisas que fogem completamente à compreensão humana e umana. As ondas eletromagnéticas muito provavelmente as mesmerizam de forma absoluta, o tamanho dos olhos delas permite que enxerguem comprimentos de onda tão estreitos e curtos que para elas verem de mésons a neutrinos deve ser moleza. Apesar de nós as enxergarmos, elas não vivem dentro de nosso mundo, mesmo estando em nossa esfera de percepção, e isso se aplica a qualquer diminuto ser, o tempo para eles é diferente (um exemplo banal é a diferença de som agudo para grave de acordo com o tamanho, animal pequeno faz barulho agudo e grande faz grave, até a oitava de comunicação de diferentes tamanhos é impedimento de comunicação dependendo da discrepância escalar). Para esses seres minúsculos, nós somos fenômenos da natureza lentos, mas nem tanto, e tão absolutamente imensos e inidentificáveis em nossa totalidade que possivelmente somos entendidos como massas de alguma coisa quente que pode até ser comida (nem se apercebem que o tapa é por conta deles aplicarem a picada naquela massa de alguma coisa quente — que para eles deve ser entendido como som, pois é um comprimento de onda muito comprido e lento — e até comestível). Para o mosquito, por exemplo, o tapa é uma manifestação que às vezes acontece e outras não, ele pode perceber que de noite, no escuro, a manifestação é menor e, dependendo do approach, ele pode picar à vontade, desde que não "morda" com força! Esses seres não enxergam como nós, eles podem enxergar em qualquer espectro, sempre observando que a disponibilidade e área de seus olhos determinam a quantidade de energia sendo captada e a amplitude de onda (não existe lógica funcional em se conseguir "ver" uma amplitude de onda maior que a largura de nossa pupila, pois o sinal virá picado, hora é visível, hora não é visivel, como um estrobo ultrarrápido ou apenas oscilante), só essa certeza podemos ter.
Enxergar em infravermelho é de pouca valia para um inseto, é um comprimento de onda mais longo do que a luz visível para nós (serpentes enxergam em infravermelho através da foseta loreal). Já o ultravioleta é fundamental um inseto enxergar (leitura visual tem mais alcance que as outras, "sonora" e "térmica", e com mais acuracidade) em todas as matizes, pois muitos predadores e predados refletem que é uma maravilha no espectro ultravioleta e está em uma faixa de frequência do "tamanho" do olho de um inseto como um pernilongo, que é de algumas micras de tamanho! Até o vermelho já deve ser muito comprido para um pernilongo ver e, se a amplitude aumentar, sequer ele pode ser "tocado" pela onda, e se ela, porventura e não por ventura, o tocar, talvez ele morra! Tudo fora da capacidade de captação do olho dele.
Não esqueçamos que uma perna de pernilongo tem a "densidade" de um fio de cabelo, e ele deve sentir no corpo inteiro a mais leve onda de qualquer coisa! Qualquer polarização no meio é suficiente para atraí-lo muito mais que a gravidade! Um pente eletrificado atrai um corpo como um pernilongo como um ímã monstruoso!
Para um inseto desses, o ar é algo como uma água menos densa, como um imenso mar onde ele "nada como um peixe"!
E não podemos esquecer que todo inseto tem antena, e antena serve para perceber o que só antena percebe, assim, mesmo com antenas artificiais, não temos o entendimento visceral do que é entender e decodificar sinais de antenas, pois cada antena só detecta as ondas dentro das capacidades das características dela!
E antenas (mesmo as artificiais) "veem" comprimentos de onda que nenhum olho percebe! Elas não são só detectores de pressão ou vibriças objetivando função tátil, isso é papo de compartimentação biológica! Antenas percebem o que só antenas percebem, e quem não tem antena não percebe! É o mesmo caso do cego, o cego não tem como compreender o que é enxergar se o caso dele for de cegueira absoluta de nascença! Como explicar cores (e como entendê-las) sem sequer saber o que é enxergar?
E mesmo assim tem idiota com diploma de biologia que diz que o troço funciona da forma que ele "imagina" em sua curta capacidade perceptiva e estabelece o que os outros seres enxergam ou sentem?!
Luz monocromática com cor específica sempre anula o nosso entendimento de cores, tudo adquire a resposta óptica pertinente ao comprimento da cor iluminante, com as devidas subtrações e multiplicações energéticas em função do espectro luminoso ter variação de onda e consequente energia em função de cada cor. E não esqueçamos que uma lente polarizada elimina os reflexos das luzes especulares, e mais uma vez o que enxergamos fica diferente.
Nesse caso, nossa capacidade de visão é prejudicada, pois não nos proporciona um novo espectro, apenas estreita o pouco que já enxergamos.
Alguns animais na mata não enxergam luz de lanterna verde, para eles, a luz verde tem que ser "anulada", compensada, ou ele não enxerga o predador de tom confuso, pois o verde é a luz e cor predominantes da floresta. Já o predador, via de regra, é daltônico, pois predadores não precisam diferenciar cores, que são métodos de "comunicação" mais de vegetarianos, eles precisam é ter uma quantidade absurda de bastonetes (bastonetes são os receptores de luz em nossa retina — e cone é o receptor de cor —, existem de três tipos: um detecta a luz verde, outro, a azul, e o "último", a vermelha, que nem telas de TVs e computadores) de forma que qualquer variação de luz eles detectam. É através do movimento, (junto ao cheiro e som) que os predadores detectam uma presa, e suas presas, via de regra, têm as cores da paisagem. Em suma: os predadores se atêm à luminosidade e ao contraste, enquanto os predados buscam se ater ao contraste e à variação de cores para perceberem a camuflagem mimética que mascara movimento, as pinceladas de cores diferentes que não são distinguíveis pelas variações sutis do jogo de sombras das frestas de sol na mata fechada. Aves, via de regra, têm mais capacidade de percepção de cor, elas veem variações que nós não temos como perceber, pois precisam identificar, em meio aos alimentos (frutas ou insetos), os códigos de cores que estabelecem o que está pronto para comer, o que não está e o que não é para comer.
Quando temos esse entendimento, as dimensões elementais se tornam mais elementares!
Alguma coisa que vibre a uma frequência que absorva todo o espectro luminoso não existe para nós, mas existe de qualquer forma, pois a prioridade é o existir, é com existências que se amplia o mundo! E é ampliando nossa percepção que ampliamos nossos mundos!
Vamos sugerir uma possibilidade mais "palpável" e ao mesmo tempo impalpável!
Vamos pegar o "metabolismo social" dos "umanos", e até dos humanos, aquele "'cotidianismo' nosso de cada dia" será analisado por uma ótica que apavora quando entendida!
Cada pessoa portando um celular, ao passar ao lado de qualquer celular ou aparelhos com capacidade similar, faz checkpoint (sinapse), ou seja, mesmo que não tenha havido nenhuma interação além do sinal de eco emitido por todos os celulares interagindo, todos eles fizeram e fazem checkpoint (sinapses de um sistema cognitivo imensurável) sem parar, basta se aproximar de outro celular com seu sistema de eco e pronto, checkpoint (os "neurônios" se falam)!
Nessa situação, o que fica claro é que a comunicação com computadores que entendemos não é a comunicação sináptica (checkpoints) que o computador entende!
Não há como decodificarmos cada checkpoint aberto (1) e fechado (0) para entendermos o que é esse algo gigante inimaginário! Como mencionei, quem não tem antenas não tem como perceber o que só o que tem antenas pode perceber!
Mas como somos rotineiros, o que fica evidente é que as "sinapses" (entre os checkpoints) ocorrem em um ritmo alucinante e padronizado, tal e qual um metabolismo de pesadelo!
A toda aproximação entre celulares e/ou computadores e/ou semelhantes, os checkpoints acontecem, além disso, os checkpoints são também diferenciados pela proximidade, cada distância é um checkpoint diferente! A quantidade de sinapses "computadoras" na Planeta deve estar próxima das sinapses em nosso cérebro, se não para bem mais que isso!
Imaginem o tamanho dessa consciência e o quão absurda ela é!
E nossa função individual é expandir a percepção, de forma que cada vez o mundo mais se amplie e superponha outros mundos, formando nesse jogo novos mundos!
O que não deve faltar é entidade invísivel a nossos olhos que zanzam tranquilamente entre as multidões sem serem vistas, caçoando dos que não as veem, e às vezes, elas próprias não veem!
Só o estúpido entende que ele é a medida de alguma coisa; só o estúpido entende o que ele não compreende como divindade; só o estúpido crê que sua visão e cérebros são ferramentas finais. O estúpido é estúpido porque nivela a expectativa "deus" dentro de seus limites, assim, todo deus é diretamente proporcional à estupidez e inversamente proporcional ao entendimento!
E o mesmo se aplica ao deus "ciência" e sua doutrinação "religientífica"!
Isso é axiomático, não tem como ser reduzido ou aumentado, é o fato maldito da humanidade a presunção de se entender perfeita cria de deus (ou ciência, o outro nome do monodeus, deus macaco) sem entender que suas incapacidades perceptivas só colocam o ser humano enjaulado em sua curta percepção!
O duende, o curupira existem, não são limitados por nossos mundos, são limitados pelos mundos deles, pelas percepções deles, assim, pode até ser que alguns curupiras e duendes (elfos, sacis e o escambau) também não nos vejam, e o mais incrível é que pode ser que esses sejam os que nós acidentalmente vemos e com quem até interagimos, crendo-os até como nós!
Esse entendimento é a flexibilização de nossas certezas.Só a flexibilização de nossas certezas nos permitirá algum dia enxergar até sereia no mar ou, quiça, a luz no fim do túnel!
Entendendo as egrégoras, matamos o ogro que ruge e urge ser finalizado: o egrEGO que nos gora!