Resetando codex alimentarius

Somos o que ingerimos.

Entendendo essa premissa, chegamos ao ingerir ou não ingerir, eis a questão... e consequentemente ao "ser ou não ser, eis a questão"!!!

Entendemos que ingestão é colocar para dentro, não importa o que e qual a forma de entrar, tudo isso é ingestão, é ingerindo que introjetamos tudo, sobretudo nossa psiquê.

Ou seja, não é só o ar que ingerimos, a água, os alimentos, mas também os remédios, as panaceias diversas para as diversas necessidades, os raios cósmicos e de outros corpos emitentes, incluindo antenas diversas em todos os espectros possíveis e "impossíveis", os fluidos dos seres com quem partilhamos fluidos e todas as outras nuances de contatos fisícos e suas implicações energéticas e físicas, e, claro, a infaltável ingestão, a ingestão de idéias ou desidéias.

A quantidade de ingestão involuntária é assustadoramente nojenta, vamos citar alguns casos. Na sauna, partilhamos suor e sebo, na seca, e sebo e suor seco, na úmida. A isso, acrescentamos as badalhocas dos cus porcos que deixam, além de suor comum, o suor de fezes diluída em suor, isso tudo sempre, sempre junto ao "peido" pulmonar, que é mortal!! O ar que expiramos (o tal peido pulmonar) é algo venenoso (CO2), venenoso para todos os animais aeróbios, e bom para os anaeróbios.

Quem inspira CO2 é planta, nós exalamos o tal, pois é nocivo para nós, ou seja, quanto mais gente junta respirando, mais peido pulmonar existe, mais esforço do organismo para filtrar todo o peido pulmonar alheio, e os nossos, é claro.

O suor que sai das mãos alheias que, impreterivelmente, entrarão em contato conosco em um cumprimento, e onde essas mãos andaram, etc...

Citei esses casos escatológicos para mostrar que merda pouca é bobagem, ingestão nojenta é a ordem do dia, da década e do século (pela enésima vez!) ao que tudo indica, logo, sem frescuras vamos debulhar as implicações das porqueiras que ingerimos.

Vacina, uma mistura de pus de animais diversos (via de regra, ovelhas, porcos, cavalos, macacos e toda sorte de "animais abnegados" que se dedicam a morrer pela humanidade) com ziquizira dopada, ou seja, é um shake centrifugado de pus com vírus, um ziqui-shake furuncular!! Parabéns aos defensores dessa coisa com a qual obrigaram todos nós a sermos emporcalhados, para sermos emporcalhados mais ainda ao adentrar o sistema de ensino, que ensina que vacina é legal, que ensina a emporcalhar o espírito, que ensina desidéias.

Quem, no sistema de ensino, recebe aulas de botânica empírica, básica para a sobrevivência? Um sistema de ensino serve para adestrar a um propósito comum que foge aos propósitos individuais, ou seja, favorece o sistema e não o cidadão.

Ninguém aprende a levantar uma parede ou construir sistemas mecânicos, mas aprende a pular amarelinha, a jogar futebol, queimada, polícia e ladrão, a pular corda, a brincar de roda, a somar e subtrair, historinhas contadas como histórias, a ver videotices e, hoje em dia, a ser mais débil mental vírtuo-convencido. O sistema de ensino vigente ensina a obedecer sem pensar, obedecer sem questionar as ordens e suas razões.

Aprender a filtrar uma água, a plantar uma horta, nem pensar, afinal ninguém ganha com água potável ou alimento plantado pelo próprio cidadão. Ninguém quem? Os que garantem o sistema de ensino que é legitimado pelos doutos suportados pela mídia que é bancada pelas indústrias que obrigam a conivência das empresas que dependem dos insumos das indústrias que junto com as indústrias patrocinam as mídias que legitimam as informações prestadas pelos cientistas e universidades que são também sustentadas diretamente ou indiretamente (através de governanças) pelas indústrias que, para venderem seus produtos, não dependem do bem-estar social mas sim do lucro e aumento de divisas.

A verdadeira ingestão de boas idéias passa por questões de ingestão em outras modalidades, pois não adianta ter uma boa oportunidade intelectual-sensorial, se não estamos nutridos para termos os sentidos perfeitamente alertas e sintonizados. Da mesma forma, todo o processo assimilatório se dá em todas as esferas "nutricionais", que se combinam de forma a otimizar os "nutrientes" em nosso corpo.

A idéia de montar rituais hipnóticos para a catarse das massas, um tipo de nutrição fundamental para manter a coisa nos eixos, foi implementada nos dias atuais. No passado, era só o tambor, o fogo da fogueira e uma ervinha aqui e outra ali, até uma alcoolizada fermentação de plantas "amidadas" e maceração e baba de mulheres era permitido. Hoje, o nível de mesmerizantes é enorme, e o resultado é uma mesmerização total, onde não há mais como identificar um desmesmerizado como normal, ele agora é minoria, a rave diária mesmerizou a humanidade. Nutridos com explosões de decibéis e luzes.

Ingerimos, em doses cavalares, desde informações sem sentido até imagens carregadas de cores e brilhos saturando nossas "papilas ópticas", passando pelos sons absolutamente potencializados pela vida em coletividade, com essa salada nutricional ninguém fica saudável!!!

Ao mesmo tempo que aumenta a quantidade de porqueira na alimentação (via oral normal), aumenta a quantidade de porqueira nos outros alimentos mais "intangíveis", e a alimentação de idéias vira uma alimentação de desidéias, e aí mora o perigo, pois todo enfastiado por desidéia acha que tem idéias, ele não tem como ter a menor idéia de que o que tem são desidéias.

Querem um exemplo de desidéia?? Simples: os médicos chegaram à conclusão de que as amígdalas eram prejudiciais ao corpo, pois obstruiam, quando ingurgitadas e inflamadas, a livre respiração, e para eliminar o desconforto daquele "inútil" pedaço de carne, o negócio é entrar na faca!!!

Alguém quer uma desidéia maior que essa???

A natureza fez os sistemas fisiológicos "equivocados", e os "doutos" vão corrigir... Essa turma precisa de canudo é para drenar a merda do cérebro via reto, um "cateterismo esgotal" de desidéias!!!

Mas observemos que as desidéias sempre beneficiam indústrias, que garantem novas miçangas (com shape de cavalo de troia) para os empresários "distribuírem" ao povo, empresários e indústrias alavancados pela mídia que recebe fortunas para alavancar os produtos que beneficiam-nos, e com isso manipula o poder através da formação de opinião (outra desidéia) e garante governantes governando para as elites, suas indústrias e empresários, e, claro, por que não?, para seu próprio bolso e de seus chegados.

Escrevi uma lista farta de desidéias, o junk food da alma.

Tentemos imaginar a salubridade de um aglomerado de gente em um maraca, em uma boite, em um baile funk, em um carnaval... É muita imundície!! Todo mundo partilhando peido pulmonar, peido nas idéias, peido de grife (perfumes), suor de todo gênero e, o pior, muito peido também (o de verdade). Achar que essas "interações" são superlegais e que participar é se aperfeiçoar é uma classica desidéia.

Não vou me adentrar no tópico ingestão alimentar, pois esse todo mundo já conhece e sabe a equação: se é bom para a indústria, é pernicioso para o ser humano.

Só para lembrar: ingerir cadáver é ser necrófago e não carnívoro. Quem gosta de um bifinho, lembre-se que o bifinho é defunto, cadáver e, como tal, quem o come é um necrófago, ou até sarcófago.

E invejem os urubus e os abutres, pois eles comem defunto mas purificam seus sangues voando em zonas altas ozonizadas, enquanto que aos seres humanos "carnívoros", só sobra comer defunto e gargalhar tal e qual hienas, tendo como opção parar de rir, assim como os vermes e outros necrófagos menos "exibicionistas".

Quem come cadáver come morte e consequentemente fica recheado de morte, quem come fruta come vida e fica naturalmente cheio de vida, façamos nossas escolhas.

Preferimos ficar tal e qual frugívoros pulando de galho em galho entre animais diversos (sem que nos temam) e muita novidade, ou preferimos ficar como carnívoros, sozinhos em guetos, com muita mosca e fedor em volta, cheios de arrogância e empáfia, sendo evitados por todos e tendo que dormir 70% do tempo por conta da digestão desgastante?

Agora vale lembrar que as fármacos, as indústrias químicas são verdadeiras obras de salubridade. Vejamos os exemplos do protetor solar: enquanto besuntamos nossa pele com uma seba química, ficamos sem a ingestão de luz solar e, para compensar, tomamos vitamina D da indústria que já ganhou com o protetor solar. Depois, com a pele ziquizirada de usar protetor, começamos a sentir outras enfermidades. E adivinhem quem serão os que vão se beneficiar com a venda das panaceias que curam a ziquizira de pele, que deverá ser uma que provoca ziquizira no fígado e por aí vai. Cada vez com mais panaceias ingeridas, acabaremos virando uma "panacebo" (panaceia com placebo), tendo a impressão de estar tudo curado quando estaremos literalmente sendo currados quando ingerirmos a panaceia que cura a hemorroida mas fode com a próstata, no caso dos homens, e, no caso das mulheres, a cura da hemorroida condena-as ao vaginismo com tricomoniase candidiosa galopante, que será curado por um remédio que cura não o só o vaginismo galopante e a prostatite, mas também a dor de dente, o único porém é que faz os filhotes nascerem sem testosterona mesmo quando meninos...

Como vemos, se formos procurar as causas do que está em volta, é fácil demais achar os culpados.

Com todo esse tratado escatológico ingestório que deitei nessas teclas, pergunto:

Será possível que com tanta merda que o ser humano ingere, ele ainda creia e mereça salvação? Será que ele se esqueceu de que é o que ingere?!

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