Resolvi resetar essas duas palavras devido ao equívoco na compreensão delas.
Recebi indagações de um caro leitor que não pude "decupar" a contento na resposta que lhe dei, e como a palavra amor é entendida como algo benéfico e muitos usam dessa palavra com a maior das boas intenções (o que é, no meu entender, um equívoco), acho pertinente analisar essas anatemáticas palavras sob uma ótica diferente.
Aos que amam a palavra amor e odeiam a palavra ódio, peço paciência e isenção para a análise do texto a seguir.
Observo que, ao longo dos séculos, foram feitas toneladas de guerras em nome do amor e poucas em nome do ódio! Sim, todas as guerras foram em nome da fé, em nome do amor pátrio e um monte de outros amores mal resolvidos (até shakespeareanos)!! Mas guerra por ódio??? Elas até existem, mas se limitam a conflitos personalistas, demonstrando que a causa é mais vaidade do que ódio! O ódio leva ao afastamento! Mata-se mesmo é pelo amor de deus!
Só a paixão arrebatada, amorosa, é passível de matar, pois ela é embebida por ideologias que não existem na configuração do bom-senso, só do amor apaixonado.
A palavra amor nasceu a par e passo com a lógica religiosa judaicocristãmuçulmana, podemos quase dizer que é uma palavra inventada por "deus"!
"Amai-vos uns aos outros como vos amei..." Tal comando é talvez a causa mor da desgraça humana!
Pensemos que o personagem que cita tal vitupério é um judeu, e todo judeu é ensinado a ODIAR e não a AMAR (amar no sentido do entendimento simplório, aquele que permite que uma palavra maldita vire um must graças ao brainwash religioso), e o tal cristo era o adestrador delegado aos gentios, goyin, por deus para destruir a "gentilidade", fez-se de forma magistral a adestração beócia da humanidade!!!
A igreja católica talvez seja a estrutura onde essa palavra mais foi dita, onde essa palavra mais foi usada como exemplo de conduta do "altruista" cristo.
E a igreja católica talvez seja a organização criminosa mais antiga do mundo, visto que a doutrina mosaica prefere sempre ficar por trás dos panos, para que possa sumir e se misturar aos gentios em um passe cabalístico, algo proselitamente determinante no domínio judaico sobre todos os humanos, e determinante também na construção da arma judia total, o cristianismo.
A igreja vem disseminando o "amor" de cristo aos quatro cantos, essa palavra foi levada abundantemente para a África, que desde então é o berço da escravidão negra supridora dos parasitários mosaiquistas, que enganaram os monarcas para roubar as américas sem precisar lutar para isso, coisa que só os judeus aliados ao poder católico podem fazer. E a África é o que é graças a essa turma!!
Foi o amor crístico que dizimou todos os ameríndios, e tudo em nome de deus e seu filhote amorosamente crístico. Afinal, para que haja amor, é necessário que se ensine a amar!!
A África era muito mais evoluída do que a europa, assim como as Américas também o eram, nos idos da idade média.
Enquanto na europa se jogava merda pela janela no meio da rua (entenderam por que o judeu usou da europa como ponta de lança para dominar o mundo??? Porque o povo europeu já estava completamente degenerado graças ao modus cristianus!!), na África (do norte) e Américas, os nativos "primitivos" já tinham sistemas de coleta de dejetos, além, é claro, de não terem sido (até então!) imundados pelas canalhices mosaico-divinas.
Quando a excrecência da igreja católica começou a catequizar os nativos, ela se utilizou das palavras deus e amor acima de tudo. Foi o tal AMOR (crístico) que garantiu a destruição desses povos!! Foi com essa proposta que todos os povos foram subjugados!!
Para induzir em todos essa crença nessa palavra, a jogada foi misturar essa palavra com sexo, foi escolher o ato mais arrebatador e de carga sensorial overdósica para pivô da catequese amorosa.
Observemos que a igreja proibiu o sexo nos moldes coerentes - ou seja, reprodução do mais apto e só -, fazendo com que, graças à monogamia, todos os machos, por mais lixo que fossem, tivessem chance de perpetuar seu gene de merda; para isso fizeram inclusive com que um ato mecânico de grande prazer sensorial e cumplicidade virasse "fazer amor"!!
Porra, amor eu estou fazendo aqui! Estou buscando, através do verbo e da coerência, melhorar o mundo, isso é fazer amor, através de atos protetores, perpetuar a nossa mãe maior, a Terra. Isso é amor!! Amor eu faço quando como uma fruta e defeco ao léu, perpetuando quem me nutre. Amor eu faço quando ensino a uma mulher que usar sapato alto só serve para fazê-la mais cadelamente vulnerável!! Se todas as mulheres fossem amadas, elas não morreriam que nem moscas por estarem de sapato alto (que dificulta, quando não impede, o correr, o saltar) em momentos de catástrofe (para "comer", a turma dá prioridade à mulher, trata que nem princesa, mas, na urgência de uma desgraça, é cada um por si, apesar de as mulheres serem as perpetuadoras da raça... Se mulheres observassem essas obviedades, elas iriam "fazer amor" zilhões de vezes menos!!), se todas as mulheres fossem realmente amadas, elas não seriam obrigadas a usar a monstruosidade hormonal contraceptiva a qual se submetem sempre para deixar um lixo brincar na sua "parqueta" de diversão.
E o mais evidente de tudo, se mulher soubesse o que é amor de verdade NUNCA admitiria um lixo botando fedor e outras imundícies dentro dela, e mais, nunca reproduziria lixos desses lixos, pois teria amor por sua descendência e por isso só reproduziria o melhor e do melhor!!
Ou seja, mulher que ama seu filhote gerado de um merda, não ama, odeia a humanidade, tanto é que reproduz merda para ter sempre munição para o ventilador!!
Sentir um jorro sensorial arrebatador por conta de contato genital não é amor e nunca será, mas claro que toda (o) pilantra adora essa palavra, pois assim pode continuar em seu abismo hedonista sem critério, e ainda pode dizer que ama e amou centenas de pessoas. Ou seja, uma piranha, uma vagabunda, um lixo viagreiro, um gilete e, sobretudo, um pederasta e um pedófilo, graças a essa palavra, conseguiram fazer com que seus atos imundos virassem "amor", e aí basta dizer que fez por amor que tudo é perdoado.
Me pergunto se é possível amar com tanta facilidade...
Algo me diz que o verdadeiro sentido da acepção primeva dada a essa palavra não foi o alegado...
Conheci uma "santa" (foi ela quem me abriu os olhos a respeito do "amor" em tempos de ideias liberais) que só o que dizia era que tinha amado fulano, beltrano, sicrano... e uma tonelada de outros "anos", e graças a isso escapei de uma gonorréia!! Como sou criterioso com relação ao "uso" feminino e tenho um olfato possante, não entro em qualquer buraco, e sigo a máxima: "Passado de mulher é igual a cozinha de boteco, quem conhece não come!!" Assim, para mim, mulher que ama muito é uma escarradeira de tísicos (aos "sábios" alegadores de que eu sou preconceituoso, só o que digo é: a única fêmea que dá fora do cio e para qualquer um é a mulher, e isso é biologicamente equivocado, apesar de socialmente alavancado, e nós somos animais antes de sermos seres sociais)!! E eu nunca as como, salvo se não conheço o passado e que seja uma mulher que retém pouco fedor dentro dela (o homem emporcalha e deixa fedor dentro da mulher tal e qual o bode faz com a cabra, e todo macho o faz também, só que com fedor mais "suave"; além disso o perfume não foi inventado à toa e nem em um lugar despido de valores cristãos), pois aí, eu, como macho, sou chamado pulsonicamente a marcar território com minha "urina mingau seminal". Sim, sexo é marcação territorial!! O macho "mija" para demarcar território, e deixa o fedor como prova disso. Como é possível ter imbecil que diz que o direito e dever sexual é igual para macho e fêmea!! É evidente que quem fala isso não é homem, e não comeria mulher se elas assumissem essas diferenças!!
Se essas mulheres se deitam com qualquer lixo é exatamente porque aprenderam a "amar"!! Deixaram de ter critério, sentem pena dos carentinhos em vez de abominá-los e evitá-los, e assim "fazem amor" com lixos e garantem o mundo repleto de excrementos!!!
Sim, mulheres, se o mundo está essa merda, infelizmente é TUDO graças a vocês!! Não quiseram aceitar lixo para terem riquezas e status, só para provar que são "donas" (no entendimento do establishment) de suas bucetas? Agora o resultado se configura e não há amor que nos salve do que se avizinha!!
Caso alguém ache que sou muito duro e grosseiro com minhas observações, peço que responda às seguintes perguntas:
A humanidade está bem?
É normal alguém sentir tesão por um buraco de cagar?
É normal nascer de um sexo e se comportar como o outro?
É normal pessoas preferirem perfumes aos seus cheiros? Isso já não seria um indício de falta de higiene, pois, em vez de limpar, as pessoas mascaram a imundície, varrem para debaixo do tapete (sistema linfático, depósitos de gordura e tudo aquilo que garante o fedor imundo de um lixo sem saúde)?
É normal usar roupas para ocultar a lixeira que é o corpo? Não seria isso um indício de degeneração física junto com falta de caráter para assumir-se, preguiça para mudar e, também, não seria uma prova de que seres assim preferem se envolver em alegorias (carnaval nasceu daí, foi a excrementada do continente fóssil se mascarando para cair na libertinagem e promiscuidade Bocageana sem se assumir; hoje usa-se muito mais o álcool como máscara para cair na putada) ao invés de buscar se melhorar?
É normal as pessoas tentarem ocultar suas verdades a ponto de aceitarem mutilação física "pitanguizada"?
Será que esses fatos são indícios de amor-próprio???
Tem muita gente que acha que clitorotomia é a mais bárbara brutalidade contra a mulher, só porque entende-se o grelo como a fonte de prazer fora do "g spot", mas não se toca que qualquer plástica que seja feita sem cunho reconstrutivo é uma mutilação mais demente ainda (ditadura da estética doentia e alimentada pelos que não têm a dita dura!!!), mas só que não impede a mulher de gozar, de ser afeita a ser nojentada por dentro em qualquer situação, assim, passa a ser brutalidade - apesar de as mortes provocadas por extirpação clitoriana serem em muito menor quantidade do que as das infelizes que se sujeitam a plásticas, lipos, botox, silicone, cirurgias bariátricas (obra máxima da ignominia obesa) e outras ignominias chamadas intervenções médicas. Ou seja, clitóris não se pode arrancar para que a mulher não pare de querer dar, mas arrancar sebo até a morte pode!!! Enfiar silicone inclusive nas glândulas de alimentação dos descendentes pode, mesmo que isso mate. O mesmo vale para retalhar o estômago e qualquer outro órgão.
Como vemos, o que não pode é mulher decente com critério de escolha, com consciência da seriedade e do critério com os quais seu sexo tem que ser tratado!!
Se os tribais só arrancassem o dedo a lá yakuza, aí tudo bem, pois, tal e qual silicones e lipos, tais mutilações não impediriam o homem de usar a mulher tendo o seu ego inflado pelos gemidos femininos (aliás, se depender dos "machos" de plantão, o melhor é arrancar todos os dedos para a mulher não poder se masturbar e ser obrigada a dar sempre), mas grelo não pode, mulher sem grelo não quer dar e nem geme alimentando o ego do pusilânime!!!
Como podem as mulheres (não só as louras) ser tão lesadas para não perceber isso??
Será que isso é fruto de milhares de gerações de reprodução sem critério??
Tudo isso porque mulheres acham que, ao se arreganharem como portão de escola na hora da saída, estão fazendo amor!!
Toda puta é amor puro!!! E as castas são mulheres frias, sem amor... Ou seja, as "santas" que garantiram inclusive os excrementos governantes são mulheres amorosas, e aquelas que buscam selecionar a descendência humana são inclusive mulheres cheias de ódio!!! Na idade média, eram taxadas de bruxas!!!
Será que começamos a entender o que é de verdade a palavra amor???
É difícil acreditar nessa palavra quando observamos essas idiossincrasias!!!
E o tal ódio, aquele que é preconizado como uma afronta ao cristianismo é realmente maldito?
Eu odeio o estado, e se esse ódio fosse genérico, provavelmente teríamos a queda da bostilha, e todos os excrementos que parasitam o povo deixariam de existir pelo ódio do povo (ódio despersonalizado, sem foco específico), e o povo, se bem conduzido em seu ódio (sem o uso estúpido de violência contra os armados dominantes. Esse tipo de ódio, o despersonalizado, elimina por dessimetria, sem precisar levantar nenhum dedo em ação bélica ou agressiva), poderia ficar inexpugnável a qualquer ideia que viesse a ameçar o bem-estar físico e também social. E cidadãos assim não são passíveis de serem parasitados! Será o ódio ruim?
O povo judeu foi adestrado desde sua híbrida origem a ser o ser mais odioso do planeta, e faz isso com maestria. Graças ao seu ódio atávico ao ser humano (os judeus são chamados de os únicos humanos pelo tal jeová, mas pelo que já mostrei o que é o tal jeová, fica claro que humanos são aqueles que não têm o gene híbrido desses seres, ou até seres com tal gene que consigam sublimar a doutrinação e a hibridização, afinal, não é possivel conseguir a sublimação sem diluir a hibridização), esse povo dominou o mundo. Ou seja, não foi o amor judaico que garantiu a eles o controle do mundo, foi o ódio zelosamente cultivado neles por deus!!!
Mas o que será de verdade esse tal ódio, esse sentimento tão brutalmente marginalizado? Será ele a causa de algum mal?
Lembro as vezes em que fui invadido de ódio, foram bem poucas, mas os resultados foram fabulosos.
Uma vez, uns estrumes que eram meus amigos (sic) ligaram para minha casa de madrugada, a cobrar, alegando ser a parentada que estava viajando. Eu aceitei a ligação e ouvi, em meio ao meu décimo sono, todo tipo de impropérios e ofensas junto com as gargalhadas por terem me acordado. Meu ódio subiu a patamares imponderáveis e simplesmente me dediquei a ele em meu pensamento até apagar, deixei ele fluir, não segui uma linha personalista, segui a lógica do aqui se faz e aqui se paga, não me deixei embebedar pelo ódio vaidoso, o ódio do EU, onde a injúria ao nosso ser é a mola motriz da energia, pois na verdade a injúria é a mola matriz. Deixei apenas o ódio puro e simples em minha mente, aquele ódio que é apenas uma energia conflitiva, uma peça desencaixada, um estranho no ninho, uma energia que faz com que exista necessidade de ajuste por estar em desarmonia, que, para harmonizar, ou é absorvida e dissipada pelo meio ou modifica o meio, provocando um outro evento para reequilibrar .
O resultado: os dois excrementos, por motivos aleatórios, foram para o xilindró logo depois, e passaram o carnaval na jaula em vez de estarem se divertindo.
Meu ódio não personalista me presenteou de forma exemplar!!
E esse não é o único exemplo, tenho vários, e todos foram muito exitosos quando aplicados de forma correta, ou seja, não desejei nada, não odiei ninguém em específico, apenas intentei uma ação corretiva, apenas deixei fluir a tendência lógica do universo, a entropia, fiz com que fossem feitos ajustes na sincronicidade para que as coisas se encaixassem.
Quando sentimos ódio de alguma coisa em específico, acabamos por colocar forças em atrito, pois o alvo "se defende" da vibrações que chegam, e assim a coisa vira uma queda de braço onde todos perdem, todos são envenenados pelo ódio, que na verdade não é ódio, é vaidade, tanto é que é personalista!
Quando coisas erradas acontecem, elas criam pontos de ruptura, e tais pontos são as bases das mudanças sociais, e o ódio é a energia excedente desse atrito dos imponderáveis. Se deixamos a coisa errada vingar, ela passa a ser a certa, pois o universo segue os princípios entrópicos e tende a se ajustar à nova proposta.
Só o ódio despersonalizado pode mudar isso, pois ele é a energia excedente que determina a tensão fora de sintonia impressa pela coisa errada, e, se aplicado corretamente, faz com que a coisa errada seja eliminada pois está em desarmonia! Se deixada, essa energia que é o ódio vai cristalizar o errado, ELA será a energia que solidificará o erro!!
Entenderam por que a religião e o status quo atacam o ódio? Para que essa energia não seja tocada e assim sedimente a proposta deificante do amor irracional, afinal, se o povo usa esse ódio em prol próprio, todas as igrejas e governanças sumariamente desaparecem e de forma odiosa!!
Os maiores beneficiários dessa doutrina de castração do ódio são os judeus, pois, alegando agendas de ódios, eles garantem mentiras escatológicas de que mataram 6 milhões de judeus, sendo que só havia 5,5 milhões de judeus na europa nos idos de 1939, e mais "incrível", segundo a cruz vermelha internacional, no ano de 1937 havia, no mundo, quase 12 milhões de judeus (esse dado só serve para os judeus assumidos, os prosélitos não contam, mas são soldados camuflados, espiões sabotadores infiltrados!), só que no ano de 1946, a população mundial de judeus era quase a mesma, com uma diferença de menos de 500 mil, algo incompatível com os tais 6 milhões. Enquanto o povo gentio se esmera em apoiar o "amor", os judeus se esmeram em cultivar o ódio, e os resultados estão aí para mostrar na prática o que são esses antagônicos. Eles cultivam o ódio genérico pela raça, ou seja, quando odeiam os povos que eles oprimem, eles o fazem de forma geral, sem se ater a um só grupo, fazem com que o ódio flua no infinito de forma despersonalista e, como eles é que invocaram, eles são os beneficiados. Eles odeiam a todos por não entregarem logo suas terras aos escolhidos de deus!
TUDO o que é divulgado como nocivo pelas religiões é perigoso para o status quo.
Deus fez o judeu do barro (não foi o ser humano que jeová esculpiu), fez a "obra", o judeu!!!
Entretanto, o golem, aquela figura mítica feita por judeus, também é feito de barro!! É um ser feito pelo ódio e desejo de vingança dos judeus contra os gentios.
Mas, se deus fez o judeu do barro, ele não terá feito um golem para destruir aquela que ele tanto odeia, a Deusa que tudo cria, a Mãe Terra?
Essa aberração divina alega que o cheiro e aspecto de carne queimada são um must para ele, alega que onde os olhos dos judeus "deitarem", esse avistamento é deles, que devem destruir tudo e matar tudo o que não chupe o saco de deus, pois o tal deus os ordena, assim como judeus ordenam golens!!!
Como vemos, a semelhança entre judeus e goléns vai muito além da mera coincidência!!
Ambos foram feitos com o mesmo propósito, a destruição da Terra e de tudo o que a Terra gerou e construiu.
O deus faz judeu golem, e judeu faz só golem, mas a matéria-prima não muda, é barro.
Será que essa obviedade nunca foi aventada??
Será que só eu percebi que tanto judeu quanto golem, o monstro mítico de vingança judaica, são FEITOS DA MESMA FORMA??? E isso quem diz não sou eu, é o livro sagrado de deus!!!
Como vemos, o ódio é uma ferramenta poderosíssima, mas, graças à aberração crística filhote de deus, essa arma é um recurso exclusivamente judeu, cabalmente judaica!!!
Aos gentios, cabe amar a todos, como o tal cristo alega ter amado, mas aos judeus, a regra é odiar a todos, assim como cristo odiou os gentios (alguém ousaria ensinar aos filhos a quando tomassem uma bolacha na cara, virar a cara para apanhar mais? Se não, de onde as pessoas tiram a ideia de que deus é pai e cristo é salvador? Simples: os pais batem e exigem devoção de amor do filhote, ou seja, depois do sopapo, assopram, e sopapo de novo, outro assopro...), e assim, tal e qual cristo (e a grande maioria dos "genito-deuses"), os outros judeus dizem amar ao próximo, só não dizem se assado ou grelhado! Eu desconfio que é grelhado, pois tem mais cheiro e aspecto de carne queimada, do jeito que agrada ao senhor!!! Especiarias de deus!!!
Concluindo a bagaceira toda:
Tanto o ódio quanto o amor são ferramentas de domínio, portanto são PALAVRAS PODEROSAS e com significados muito mais cabalistas e macabros do que se imagina, por isso a necessidade de se obnubilar o sentido de ambas.
Entretanto, tanto o ódio quanto o amor podem ser vibrados sem personalismo, e aí a coisa vira arma, recurso, vira escudo, proteção.
Quando se sente amor, temos que entender que o amor pela destruição existe. E quando o caos se instala, só o ódio pode fazer a situação caótica sumir, assim une-se o ódio ao amor!
O ódio aniquila o que ele próprio odeia, assim, garante que não há perpetuação do odiado. Se entendermos isso, entenderemos que o ódio à degeneração a eliminará, entretanto, se o ódio for personalista, ou seja, se o ódio for do tipo "ele me fez mal e deve pagar", aí, nessa situação, o ódio é somatizado, ele entra na corrente sanguínea e aí, como todo produto de deus, ele mata, envenena. Mas se puro, apenas o ódio pelo ódio, ele é a mais poderosa ferramenta que existe, e a prova são os judeus, o povo que mais sente ódio por todos, mas que, por odiar a todos de forma equânime, não invoca o ódio personalista, e assim não se envenena, mas envenena a todos! E dissemina o ódio personalista entre os gentios para envenená-los (exemplo clássico é o filmeco hollywoodiano que nos leva a odiar o "bandido" estipulado pelos judeus e suas agendas estereotipadas e superficiais).
Se queremos ficar livres do ódio, se queremos ser fortes, temos que conhecer essa ferramenta e profundamente. Como já dizia Sun Tzu, conhece teu inimigo como conheces a ti mesmo!
Vale lembrar que vem sendo armada uma agenda de "plasmação" de energia "positiva" desde uma película perniciosa chamada "the secret". Mas qual a razão de se induzir a população a energias "positivas"??
Simples: esses seres sabem o que é o poder do intento, da palavra, do parar de pensar, e sabem que induzindo o povão a acreditar nessa imbbbecilidade agora, faz com que se cristalize o mundo nessa configuração, algo absolutamente necessário para a consumação da agenda.
O verdadeiro segredo não é ficar tirando onda de pensamentos positivos, mas sim deixar de pensar positivamente para que a coisa possa mudar. OS ÚNICOS INTERESSADOS EM MANTER ESSA AGENDA POR BENEFÍCIOS PRÓPRIOS SÃO OS QUE ESTÃO POR CIMA DA CARNE SECA!
É só observar os "papas" dessa ideologia para entender, são todos judeus, são todos muito bem economicamente, e realmente eles não querem que a coisa mude, pois estão mamando e, se a coisa mudar, o reino deles vai afundar!!!
Acredito que a aceitação de um texto a respeito do ódio seja de difícil assimilação. Mas peço que entendam que tudo o que escrevi está escrito de forma diferente no livro do tal pregador de amor, o tal novo testamento, e de forma literal no livro de ódio dos judeus, o pentateuco, e no resto dos livros do velho testamento!!
Tudo o que vem de deus é nefasto e tem que ser resetado.
Meu conselho: Não odeiem o que não presta pelo mal que esse lhes faz, ao contrário, amem-no por isso, pois é entendendo o imprestável que podemos escolher o que presta, e aí, sim, deixem fluir o ódio despersonalizado, pois é esse que vai destruir aquilo que não presta; não achando um paralelo ideológico e alimentativo, ao ódio só sobrará consumir o mal e a si próprio.
Os golens sabem disso e os judeus também, e se o mundo está a mercê deles, temos que imitar a conduta deles.
Que devolvamos o ódio que os escolhidos de deus nos destinam com sapiência, sem personalismos e com muito amor é claro!!! Odiemos deus com amor!
A paga deles, deixem que isso é serviço de nossa amada Terra, e o ódio que esses seres destinam a Ela (quem quer posse, não ama de verdade, mas ama nos perfis religiosos) voltará para eles, só precisamos querer sem querer, aquele sentimento de desprendimento que não culpa ninguém por nada, mas permite ao todo que o que é justo aconteça!
Aos que acreditam que o ódio é prejudicial, imaginem a pirâmide social, onde no topo está o famoso olho que tudo vê e toda aquela coisa que são as organizações que controlam o mundo. Se todos os desgraçados oprimidos da base da pirâmide, em vez de serem sheeps chipados, fossem conscientes de suas desgraçadas condições, eles continuariam sem ter a menor noção de quem são os verdadeiros opressores, mas o ódio deles despersonalizado - pois não existe uma personalidade realmente conhecida -, esse criaria o desequilíbrio necessário para a mudança e o consequente ruir da pirâmide. Isso, além de garantir um alento aos sofridos da base, também serviria de punição pelo egoismo e sadismo desmesurados dos do topo da pirâmide, seria o ajuste de contas. A razão da estigmatização do ódio é que os líderes misturaram uma série de situações arquetipicamente apavorantes sem uma causa original explanada. Isso é o mesmo que analisar uma situação pontual, como em um julgamento, onde só se leva em conta a desgraça em questão e nunca as causas dela. Um criminoso não é um criminoso sem uma razão ulterior, ninguém é um estuprador, um pedófilo, se não houver uma origem para a patologia.
Fica claro que, se fosse mostrada a trajetória de um criminoso circunstancial, ficaria muito difícil a propaganda de ódio contra os alijados criminosos. Quando se demoniza um desgraçado por desgraçar a vida de outro por um tênis, por exemplo, nunca se demonizam as causas que levaram o "demônio marginal" a ser um "demônio marginal". Da mesma forma, quando se julga um personagem privilegiado só pela questão pontual, acaba-se esquecendo que, via de regra, tais salafros são criminosos sem nunca terem tido a "necessidade" de serem criminosos.
Qual dos meliantes acima é mais odioso: o que a mídia e o estado corrupto demonizam em seus discursos de ódio ou os privilegiados criminosos de um estado corrupto e donos da mídia?
O que é mais odioso: um povo odiar os outros povos por amor a deus ou outros povos amarem deus por indução de um ser de um povo que os odeia?
Em uma batalha, não existem escolhas, só existem decisões. A vida é uma sucessão de batalhas, dentro de uma batalha maior, a batalha para manter-se vivo. E o que conta é essa batalha maior, as opções de amar ou odiar são questões dialéticas, assim como o bem e o mal.