Já venho alertando desde o início do blog que o inferno é aqui, que o estado é uma organização completamente criminosa, que a degeneração vai destruir a espécie humana... E é com pesar que testemunho exatamente o que venho alertando desde minha adolescência sobre o destino de uma espécie que permite mídias no geral, focinheiras, sequestro, etc., só a mais abjeta espécie permite tal lixeira para si!
A única coisa que não saquei foi a rapidez que o sequestro seria implantado, subestimei o poder da maldade, e cá estou eu sequestrado junto com centenas de milhões de LIXOS, pois é isso que alguém que acredita e assiste a essas mídias é.
E o mais espantoso, a argumentação fake chega nos faz perguntar como podemos ser da espécie de algo tão estúpido que caia nessa esparrela imunda de vírus caroneiro covidado dos parasitas escolhidos de deus, e, claro, usando de seus canhões da China, como diria o famoso protocolo sionista.
Estamos no inferno há muito mais do que mil e uma noites!
Amordaçantes focinheiras impostas, e a bovinização total assina sua sina! Ali, aqui, todos a babar!
A desconsertante ideia de comer, cagar e comer o que se cagou é aceita de forma estupefaciente! Não entenderam?
Com "prazer", vou explicar, vamos lá. O processo digestivo é composto de ingestão de nutrientes e expulsão do que é tóxico, o mesmo se aplica à alimentação gasosa, "comemos" o ar e "cagamos" o CO2; e, da mesma forma que bosta mata, o CO2 também mata! E é isso que o estado está impondo aos cidadãos, sob o pretexto mais débil mental (e criminoso) possível, uma gripe! E gripes são formas de limpar a espécie, seleção natural na veia, o que não presta, VALA!
E não para aí, temos a questão mais óbvia do que cagar de cócoras, é o fato de que a umidade é incubadora de toda sorte de patologia, não só gripe! Múmias duram muito porque não existe umidade em desertos, carne ou fruta secas duram muito exatamente por ser carne ou fruta secas! Salga-se para conservar, porque sal DESIDRATA o alimento. Queijo sem sal não é fácil ou rápido de desidratar, ao passo que, quanto mais salgado o queijo, mais rápido seca, e dura até milhares de anos, só que aí a água sai toda e ele vira pedra; já um sem sal vai apodrecer de qualquer forma!
Se alguém duvida, faça o seguinte: separe dois punhados de arroz, um com água e o outro seco, e veja qual dura para sempre. Agora, em vez de arroz, imaginem as fuças ali babadas com vapores fecopulmonares dos lixos que se enroscam com uma focinheira! Isso é tão doente quanto pegar o produto da fralda de um bebê e obrigá-lo a comer; como bem sabemos, a fralda, por mais grossa que seja, vaza a fedentina longe, e é evidente que, se nem fralda barra fedor de bosta, não serão camadas finas de pano que pararão vírus!
Quando penso nisso, me pergunto como é possível os povos do i-mundo serem tão lixos e otários assim, para aceitarem essa insanidade!
Como mostro, a agenda da OMS é de genocídio! E governantes que a seguem são genocidas!
Mas pior que a OMS são cidadãos que abanam o rabo para essas leis e propostas criminosas!
Isso é uma prova viva da lixeirização da população, e é evidente que governantes que lixeirizam a população têm um plano/programa para esse povo lixificado, que é colocá-lo dentro da lixeira!
A coisa está absurdamente mais perigosa do que imaginam!
Sem intervenção cívico militar, nada vai adiantar!
Um fato irredutível é que uma liberdade roubada só será recuperada com banho de sangue, isso é lei em toda a história da humanidade. Imposto é perda de liberdade, é o sequestro de nosso recursos. É fundamental entendermos que, sempre, em uma subtração de recursos, ocorre um estrago quadrático. Para entender, pensem o seguinte: se temos um valor que nos é subtraído, seja lá quem pegou nossos recursos ficou com o poder de gerar por meio deles, ao passo que nós não geramos mais. Aí, em razão inversa, o desgraçado parasitário cobrador de imposto dobrou as possibilidades dele, enquanto nós perdemos não apenas o que nos foi tomado, pois perdemos, inclusive, o poder de ação imediata e nossa liberdade de desenvolver não só a nós mas aos nossos, ou seja, o lixo parasita consegue ainda colocar seus filhotes em posições vantajosas em relação aos nossos, e com o NOSSO dinheiro roubado! E a liberdade de termos direito ao produto de nosso suor integralmente só será conseguida de volta com muito derramamento de sangue, pois quem nos roubou garantiu, principalmente, agentes armados para protegê-lo; com parte do butim, esses lixos pagam os soldos de assassinos e sequestradores, que têm até vestimenta padronizada, o uniforme!
Como mostro, nossa situação não será resolvida com acordos, votos, iutubers, gurus e o escambau! Vamos ter que meter a mão no serviço sujo e, o pior, se não o fizermos agora, a próxima vez talvez não exista.
Vale lembrar uma frase de Benjamin Franklin que diz, no momento que o governo for proprietário de todas as armas, ele decidirá a quem pertencem as outras propriedades.
Ficou claro que agora, muito provavelmente, está sendo a última cartada, não haverá outra oportunidade. Ou exigimos, na frente dos quarteis, o expurgar dos lixos trogados e parlamerdares, ou seremos mortos até por profilaxia pelo estado degenerado!
Temos aproximadamente 25 milhões de funcionários públicos em todas as esferas do poder, esses devem garantir uns 30, 40 milhões de soldados, no caso, seus parentes diretos e os que se beneficiam com o tal poder aquisitivo, que esses personagens roubam de nós. Esse número representa uns 30% de toda a população da fossa brasilis, e eles querem que nos fodamos para que continuem mamando nas tetas nossas, com o suporte do estado. Só para conseguirmos ficar livres de impostos bandidos, já será necessária guerra, pois é evidente que esses lixos parasitas não vão largar o osso, mas se nos deixamos ser sequestrados, presos e amordaçados, aí a coisa fica sem volta.
Estamos permitindo que uma Sherazade criminal, parasitária e merdiática nos embale babantes em fabulosidades quarentenais de ali babá e bem mais que 40 ladrões.
Minha parte faço, esperançoso de que o cérebro de quem aqui lê se abra para o entendimento da gravidade de nossa situação, bradando: Abra-te, Sésamo!