Resetando aborto 2

Me pergunto quantos abortados sociais existem por conta dos desmandos do estado.
Não estou falando de fetos em ventres de mulheres alijadas sociais, estou falando daqueles que conseguem nascer! Já nascem abortados pelo estado, já condenados a uma vida recheada de todo tipo de ignomínia. Os abortados sociais do estado poderiam estar produzindo, trabalhando, plantando suas próprias comidas, mas estão trancafiados em celas se "refestelando" na mais degradante condição sem sequer a tentativa de recuperação, e nesse caso, só nesse caso, o melhor é a pena de morte!!! Pois, de outra forma, o povo paga para a formação de verdadeiros demômios sociais!!
Ou seja, devido ao aborto gerado pelo estado, o indivíduo tem que ser abortado de novo, e de novo, a solução é hipócrita!!!

Esses abortados são muitas vezes abortados até de alma, mas a culpa não é deles, é do estado que os fez, que abortou-os na idade maternal, impedindo mães de terem uma formação decente, afinal elas têm que atender a agenda de consumismo degradante dos dominantes reproduzindo, a qualquer custo, mais uma "engrenagem" para as agendas. Essa agenda de dominação não emplacaria se o povo tivesse educação, se o povo tivesse saúde mental sobretudo!

Uma família é destruída, pois assim nascerá um doente, um desequilibrado, seja físico, mental ou espiritual. E só para satisfazer os interesses imperialistas, seja  para o consumismo exacerbado (grifes, modas e outras frivolidades), seja para manter a sexualidade exponenciada (erotismo desnecessário em programas televisivos e outras mídias, que acarretam em mais "engrenagens" reproduzidas para o estado por mulheres cada vez mais jovens, assim como frangos em granjas), seja para aumentar os lucros daqueles que se alimentam com as fragilidades hipocôndricas dos viciados por doenças e obesos mórbidos (indústria de remédios, de médicos, psiquiatras, terapeutas, alimentação junk food, macro, vegan, e outras alimentações da moda).
Como vemos, os interesses do estado em abortos sociais são muitos, e todos impreterivelmente passam pela crime doloso e premeditado do estado.

Imaginemos os famosos garotos da candelária, se tivessem sido abortados no ventre de suas mães, não teriam sido massacrados de forma bestial e criminosa por agentes do estado, não teriam vivido uma vida degradante de mendicancia, não teriam tido que dormir todas as noites no sereno e não teriam que ter tido o desprazer de não ter escola ou qualquer direito tido como absoluto em nossa carta magna.
Como vemos, o estado criminoso, para satisfazer a sua agenda de fazer mulher ser máquina de parir "engrenagens do sistema", não se furta a impedir que mães talvez cientes do quão pouco mães são, abortem por sua opção.

Como pode um estado que aborta crianças nas ruas todo dia?, que aborta futuros por falta de um sistema de ensino decente?, que aborta presentes por conta da leniência no trato com a imunda mídia?, que aborta dignidade com leis abjetas e sem sentidos?, que aborta a nação e seu futuro com a dependência venal pelo roubo, corrupção, malversação, prevaricação, e todo tipo de abjetices legitimadas pelo poder federal?, que aborta se utilizando de seu braço armado e conhecidamente truculento?
Esse estado tem legitimidade para legislar sobre o corpo e destino de alguém?

Um estado corrupto obriga que mulheres não possam dispor de seus próprios corpos, ou seja, um matador de cidadãos e brasileiros não quer que mulheres interrompam uma vida que sequer sabe que está viva, e mesmo se souber, isso não coloca o feto em condição de igualdade com uma cidadã formada, pois se uma mulher não quer um filho, isso é o melhor para ela e para o filho, ela é a mãe, ela sabe, não interessa a idade.
Uma mulher não ter direito ao seu corpo é indigno, é degradante, é tortura, é sequestro (se você não tem direito ao seu corpo, você foi sequestrada), é todo tipo de crime hediondo sendo cometido contra a mulher. É obrigar uma mulher a carregar algo indesejado, e muitas vezes tido como imundo, em seu corpo.

Pergunto se algum homem aceitaria que mulheres legislassem a favor da obrigatoriedade da vasectomia em função do tremendo estrago provocado por anticoncepcional no corpo delas. Se não aceitam, não palpitem sobre o corpo delas.
Querer legitimar o crime que é a lei antiaborto é tão incoerente quanto querer estabelecer quando é que as pessoas podem ou não expelir algo indesejado de seus próprios corpos. É o equivalente a uma pessoa querer vomitar porque ingeriu algo que não lhe fez bem e ser proibida de fazer isso. Aos que acham que estou fazendo uma comparação aqui inadequada, comparando crianças a vômitos, lembro que o estado faz isso o tempo todo, aliás compara-as com merda (pois merda é o que se alija para os esgotos), inclusive podemos dizer que seguindo essa lógica do estado e estabelecendo a "lei do ventre preso", todos morrerão enfezados.
Da mesma forma que existe um comportamento para trepar, existe um para saber as consequências da trepada, isso é inato à mulher. Se ela não quer ser mãe, ela sabe porque não, e os outros provavelmente não saberão.

Existem violações brutais aos primeiros artigos da declaração universal dos direitos humanos, que afirma que:


    ARTIGO I

    Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São     dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras     com espírito de fraternidade.

    ARTIGO II

    Todas as pessoas tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades     estabelecidas nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja     de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de qualquer outra     natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra     razão.

    Não será tampouco feita qualquer distinção fundada na condição política,     jurídica ou internacional do país ou território a que pertença uma pessoa,     quer se trate de um território independente, sob tutela, sem governo     próprio, quer sujeito a qualquer outra limitação de soberania.

    ARTIGO III

    Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

    ARTIGO IV

    Ninguém será mantido em escravidão ou servidão; a escravidão e o tráfico     de escravos serão proibidos em todas as suas formas.

    ARTIGO V

    Ninguém será submetido a tortura, nem a tratamento ou castigo cruel,     desumano ou degradante.

    ARTIGO VI

    Toda pessoa tem direito de ser, em todos os lugares, reconhecida como     pessoa perante a lei.

    ARTIGO VII

    Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual     proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer     discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer     incitamento a tal discriminação.


Colocar a mulher para se submeter a uma gravidez indesejada é crime de tortura, de escravidão (parir engrenagens para o sistema), de violação de integridade individual - que evidentemente tem que ser entendida como: do corpo de alguém, só esse alguém opina. Esse estado imundo não tem qualidade para exigir de ninguém que este se degrade em aceitar parir uma vida sob a tutela dessa imundície, sob os "auspícios" dessa latrina brasilis.

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