Resetando a questão agrária

A terra é a única e a última instância pertinente a todos os seres, é onde todos têm a chance de viver de forma plena em seus propósitos, sendo esses determinados pela sagrada Mãe Terra. Só na terra qualquer ser tem a chance de se desenvolver.

Assim, fica claro que o direito à terra é inalienável, ela pertence a aquele que nasceu nela e vive dela, é o "USO FRUTO" que legitima a posse de uma terra.

Não é possível a subsistência em um apartamento, por mais engenhosa que seja a proposta, salvo se em um terraço.

Não há como ter água senão da coleta de chuva, caso haja um colapso; e a consequência disso é banal, sem água não há vida!!! Plantar até é possível com as técnicas atuais, e o suprimento energético também pode ser desenvolvido, mas a água precisa de "regras" sem as quais não há como existir. Podemos colher água pelo sistema de ar condicionado, mas não será suficiente, salvo em uma região com índice pluviométrico brutal, mas, nessa situação, não precisa do sistema de ar condicionado para colher água; e são raras as situações assim, além do que, a água destilada é desmineralizada e inadequada ao consumo.

Somente em uma terra esse recurso pode ser garantido de forma ampla, tanto é que os ricos não moram em apartamentos, moram em casas, com uma logística mais autônoma, mais independente, podendo, em casos extremos, recorrer à terra para se alimentar, algo que não é permitido ao morador das favelas verticais, as favelas pombais, ou dos encaixotamentos horizontais, nas moradias onde "édifício" morar!

Um etólogo, John B.Calhoun, fez uma experiência com ratos buscando entender mecanismos de planificação de espécies. Colocou uma quantidade "X" de ratos em um ambiente programado para suprir todas as necessidades dos animais, que reproduziram até chegar a uma "quantidade em stall". Nesse ponto, pararam de reproduzir e começou a declinar a população, que então voltou a reproduzir, e de novo a população cresceu - os mecanismos de equilíbrio entre a oferta do bioma e a demanda populacional estabilizaram as oscilações em uma faixa de 30% para cima e para baixo mais ou menos.

John B. Calhoun, sem entender por que o ser humano não responde aos mecanismos de planificação da espécie, resolveu fazer para os ratos o ambiente dos seres humanos, as cidades e seus prédios. Imediatamente os ratos começaram a escalada populacional, culminando com uma população enorme, onde fêmeas pariam às toneladas e abandonavam seus filhotes (para as bábas ratinhas?), e onde guetos surgiram, na forma de núcleos dominados pelos ratões com fartura alimentar e na forma de grupos de "camundongos" marginais prontos a dar o troco em qualquer ratão que ousasse sair do reduto.

Esse segundo experimento atingiu um ponto de estresse onde a população ficou estéril e o mais jovem teria o equivalente a 50 anos de um humano. O resultado?

O apocalipse! O fim de uma civilização.

Será que entendemos por que todas as escrituras falam sobre esse assunto? Claro, é sempre o fim inexorável de todos os que seguem essa lógica que seguimos, a dos mercadores de fés (coletivo de fés seria fezes?).

A história da torre de babel parece uma metáfora do que acontece com o empilhamento vertical dos seres vivos, gera-se a aproximação estressante (todo ser vivo precisa de um espaço mínino para se sentir fisio e biologicamente seguro, esse espaço varia de espécie para espécie e de indivíduo para indivíduo) e a obrigatória tolerância, e a única válvula de escape é a catarse total, a explosão, o caos, o desmoronamento. Há como prever quando essa explosão acontece e não "só deus sabe..."

Terra é uma questão estratégica, é o verdadeiro "nosso país", pois, só em nossa terra, podemos suprir a nós e aos nossos de forma autárquica, sem depender de uma organização criminosa que se entende como "Estado".

A questão da terra é como a questão monárquica, só o Rei é "dono" da terra, só o Rei fará de tudo para melhorar seu patrimônio, tanto a terra quanto o povo, seus filhos que precisam ser fortes para garantir uma nação forte. Mas se a terra é do monarca e o povo é do monarca, logo, a terra é do povo e o povo é da terra, e o Monarca, de ambos, tanto como possuidor quanto como posse! E mais: observando que uma terra sem súditos não tem dono mas que súditos, mesmo sem terra, terão terra de qualquer forma, nem que tenham que tomá-la, fica claro que a coesão de um povo se dá através do líder legítimo e não através da terra! Na monarquia, o estado é representado pelo Monarca, e o governo pode ser exercido de diversas formas. Aí foi onde aconteceu a grande armadilha da proposta republicana (fazer um mix do estado com o governo, proposta que permite a dilapidação do estado por um governo bandido), ela reduziu o indivíduo, o verdadeiro tijolo do estado, a apenas uma peça dentro de um todo físico entendido como estado/governo (país geográfico). Quando um aventureiro de plantão gerado pela perversa democracia vira presidente, ele sabe que aquilo não é dele, nem a terra e nem o povo, logo, para esses "líderes", a regra é "que se foda tudo", pois esses lixos querem só é garantir a vantagem dos seus, e assim condenam uma nação ao caos, à extinção. A nação que, em tempos imperiais, foi um Império respeitado, hoje é uma fossa imunda onde reis e heróis são jogadores de futebol e governantes são criminosos!!!

Os povos que se mantêm unidos por ideologias, como ciganos e judeus, não têm terra, mas têm unidade ideológico-racial, uma escolha "certa" do deus a seguir garantiu aos últimos o domínio financeiro e político do mundo - e o domínio econômico, que implica em ter todas as ferramentas (os cidadãos) sob controle, também está se configurando em sua forma final.

Por que será que todo esse esquema de subtração da terra está claro nos protocolos sionistas e ninguém se tocou?

Quando se planta uma árvore, quando a vemos crescer, quando vemos seu primeiro fruto, essas coisas são como os momentos importantes na vida de um filhote. Acompanhar essa evolução gera um respeito, gera carinho pelas plantas, pela terra, além de garantir uma alimentação absurdamente superior a uma fruta colhida de forma desleixada.

O alimento não é só a massa física, é infinitamente mais do que isso, cada alimento tem uma alma própria, e essa alma alimenta e determina o rumo de quem se alimenta dela.

Quando criamos galinhas e usufruimos dos ovos delas e de suas ciscações higienizantes do ambiente, percebemos que aquele animal é muito mais do que um frango assado, é um companheiro, um ser que agrega valores ao nosso viver.

Qual a alegria da alma do "alimento" que foi brutalmente assassinado?

Será que um frango assado se basta com as egregoridades dos gourmets, ou sua alma é veneno puro?

É incompreensível, para mim, como alguém que tem a companhia agradável de um animal ou uma planta prefere matá-los, só deus explica, com o sadismo que disseminou pelo mundo com seus agentes de destruição e catequização, os judeus e os gentios.

Fica claro que essa matança indiscriminada aliada à "necessidade" de consumo de carne diário é uma armação relativamente recente, e vem em consonância com a gradual retirada do homem do campo. O êxodo rural beneficiou as indústrias e seus donos de todas as formas: com a compra de graça de terras de agricultores que não tinham a menor idéia do que era dinheiro pela total falta de necessidade desse; com a automática dependência desses ex-agricultores pelos produtos industrializados; com a aquisição de mão de obra barata e sem opção por não ter mais a terra e assim não ter onde cair morto; e com o efeito cascata produzido na família inteira do ex-agricultor, cujos filhotes desvirtuados pelos ideários frívolos de quem nunca teve o prazer de plantar e colher seu próprio alimento alavancaram os burrocratas, os filhotes herdeiros do parasitismo social e os lixos alçados ao patamar de empresários graças à exploração despudorada da massa "migrada" do campo.

Um homem no campo garante a subsistência de sua família, na cidade, esse mesmo homem verá sua filha se vender (não precisa ser puta no sentido lato da palavra, basta que ela escolha o "macho" pelas suas posses, o que será fato, pois, na selva de pedra, o fera é o que tem, enquanto que na selva viva, o fera é quem é; o filhote dela até terá mas não será, se a sociedade ruir, ele dança e condena a árvore genealógica) e verá sua mulher reivindicar imbbbecilidades por conta das amigas e suas culturas de "nova", "capricho", "caras" e outras obras dignas de pulitzers. Verá seu filho preocupado com imbbbecilidades, as quais chamará trabalho, que em nada ajudarão no entendimento do crescer de uma planta, um alimento, mas que permitirão que ele compre um parca quantidade de frutas e vegetais que eles tinham em abundância (e da melhor qualidade) em tempos rurais e que more em um mafuá que, apesar da luz elétrica, não lhe renderá o conforto e a segurança de ser um bem próprio que lhe garante autonomia e muito menos lhe dará saúde.

Tirar o ser humano do campo é exatamente a mesma coisa que engaiolar um animal, assim como, com o animal, usamos alimento para torná-los cativos, com o ser humano, usamos guloseimas, e em ambos os casos não existem vantagens para os cativos! Dançaram porque foram fracos, gulosos, preguiçosos, vagabundos e "espertelecos", seguiram a sábia lei de gerson.

Vamos observar guerras do passado, quando uma cidade era sitiada por décadas, às vezes gerações... Como isso era possível?

Uma cidade bem posicionada, com um morro no centro por exemplo, tem água garantida, pois o morro servirá de coletor de umidade, que garantirá água sempre. Essa cidade pode resistir a um sítio por muito tempo, só quando a diferença numérica entre os sitiantes e os sitiados for mais extrema é que ela cairá.

Antigas cidadelas fortificadas seguiam essa regra e, por conta disso, eram sobremaneira seguras (ao contrário do que hollywood conta). Uma cidade autônoma em alimentos, em animais, em minerais e em todos os outros recursos básicos não precisava de nada do exterior, salvo pela questão curiosidade, mas para isso bastavam os "caçadores de curiosidades" adquirirem as curiosidades para o know-how ser desnudado e transformado em bem de interesse comum.

Essa é a lógica, se estamos em "nossa" cidade segura e suprafornida, por que haveríamos de abrir as portas para entes e bens alienígenas?

Será que começamos a entender as razões subreptícias para a origem das nações??

As nações foram o início da tão estupidamente falada nova ordem mundial, foram elas que destruíram o direito à terra, foram elas que tomaram do povo a terra coletiva e individual, para torná-la terra da nação!!!

Os verdadeiros Reis, eles se foram com a assimilação e diluição dessas cidades-estado/fortificações, foram os "agentes apatriotas" que iniciaram os movimentos de escravização das massas (Reis não escravizam súditos nem inimigos, não se coloca um inimigo dentro da própria base, mesmo que esse esteja anulado, isso é lógica básica de um governante dono do reino; NINGUÉM, EM SÃ CONSCIÊNCIA, FRAGILIZA OU AMEAÇA A BASE, e fazer injusto É fragilizar as bases, é infiltrar o vírus do descontentamento - escravos não são felizes -, logo, não existem verdadeiros líderes injustos, o que existe são governantes diluídos, que assim o são por não serem verdadeiros líderes). Os que ficaram foram colocados como títeres, moldados na forma necessária para que a venalidade imperasse na corte, para que os reinos fossem substituídos, diluídos pelas repúblicas, que finalmente estão se diluindo em um governo único mundial.


Essa desgraça foi armada há muito tempo e começou quando um certo grupo de povos foi "anabolizado" para amar riquezas, são os povos que chamamos de comerciantes. Esses povos foram anabolizados para que funcionassem da seguinte forma: iam de cidade-estado/fortificação em cidade-estado/fortificação - tal e qual mascates oferecendo suas bugigangas e drogas de porta em porta - e limitavam suas vendas/escambos aos poucos que saiam das fortificações, já que essas não abriam seus portões. O ideal para aqueles mascates seria que tais portões fossem abertos (como reza a lenda, um vampiro só entra se convidado, afinal palavras têm poder!!) para que tivessem acesso à maior quantidade possível de pessoas para seduzir com suas "drogas". Para isso, só existia uma forma, o crescimento dessas cidades, pois chegaria uma hora em que o governante não teria mais como atender as demandas do povo, e é aí que aparecem os bolsões de descontamento, o fermento daquele aventureiro disposto a mudar de time, dependendo só do preço.

O troço vampiro que parasita a humanidade precisava entrar no seio das famílias, e se utilizou dos seus exércitos, os anabolizados, para que os encantados com as novidades de além-mar, além-montanha, além-sabe-se-lá-mais-o-que convidassem de bom grado esses agentes a entrarem no seio das fortificações. Era preciso destruir de dentro para fora, afinal, uma cidade com autonomia não cede mesmo com décadas de "sitiagem", pois mantendo-se a taxa de crescimento sempre forte e pertinente com a oferta de recursos, os "anticorpos contra a virose" ficam sempre em dia.

Entenderam que naqueles tempos vivia-se em um ambiente ideal?

As cidades eram personalizadas, as pessoas de afinidades podiam coexistir em ambientes próximos, os diferentes se afastariam sem conflitos ou estresses, sem crimes, sem nada, os habitantes dessas cidades eram comungantes das mesmas ideologias!!

Era impossível os salafros parasitários terem conseguido algo com a estrutura das cidades-estado em pé, eles tiveram que entrar no seio (por megalomanias de soberanos meia-boca) e começaram a criar a cizânia. Uma cidade dispersada é garantia de muitos soldados mercenários dispostos a vingar em outras cidades o que fizeram em suas cidades.

Por isso existe a imunda historieta de que não existem registros da idade das trevas, pois a lógica nos mostra que nesse tempo era a solução autônoma que imperava. E não adiantaria tentarem obscurecer esse assunto, pois acabaria sendo descoberto, assim, decidiram por apagar todos os registros e por deixar as velhas testemunhas vivas serem assimiladas pelo modus operandi dos mais jovens. Os registros que relatam a inexistência dos registros dessa época começam depois da infiltração dos comerciantes da fé, que contam o que querem da forma que preferem, e assim conseguem apagar as memórias dos povos, fazendo com que acreditemos que o mundo evoluiu, graças a deus!!

Só existe alegria na autonomia, e autonomia só existe em nossa terra; não estamos vivendo bem, estamos vivendo iludidos como animais de estimação!!! Usamos coleiras com formatos de automóveis, motos, bicicletas, barcos e até aviões, todas as coleiras que nos obrigam a acreditar que precisamos realmente delas, e o pior, na condição atual, realmente precisamos!!! Existe coleira mais demente do que a crença de que com a internet temos conexão com o mundo? Acreditar que existe tradutor instantâneo??? Isso é igual à tradução do hebraico, onde só existem consoantes e as possibilidades interpretativas são as permutações de possibilidades vocálicas do som das vogais!!

Nós lemos o que o google quer traduzir e não o que está realmente escrito.

Quem não se lembra daquela brincadeira onde uma pessoa conta uma coisa para outra em segredo e essa repassa para outra, o tal telefone sem fio? Isso só mostra a legitimidade da informação repicada!

Nossas coleiras são tão doentias que, ao contrário dos cães, não seguimos nossos donos com nossas coleiras na boca "dizendo" que está na hora de sairmos, nós, na verdade, nunca a tiramos para podermos crer que sempre estamos passeando na rua livres e donos de nossas vidas!!

Existe um "metabolismo" intrínseco aos meios sociais, é a tendência nuclear e a tendencia dispersiva, a primeira busca uma unidade coesa e a outra busca a dispersão, a expansão. Ambas determinam todos os momentos sociais.

A proposta do direito à terra é uma proposta nuclear, ela garante a coesão da família, a união racial, o apelo citadino e tolerante é a proposta miscigenatória; em ambos os casos, o uso incorreto leva à destruição do sistema social.

Uma unidade familiar pusilânime é desagregada facilmente, assim como uma proposta cosmopolita sem os mecanismos de amansamento de massa.

As cidades-estado caíram por isso, os Reis, provavelmente por ambição, optaram por expandir muito o reinado, criando bolhas de descontentamento, visto que é impossível agradar a gregos e troianos! Se queremos unidade, não podemos expandir além de nossa capacidade de gestão, e entender isso é crucial para o Monarca.

O Monarca sábio deixa que a expansão se dê por mérito dos descendentes, que, em vez de digladiarem entre si pelo trono, fundarão tronos eles próprios, com a vantagem do handcap paterno.

O Monarca sábio não subjuga, pois todo subjugado está sujeito a sublevar. Não se fere os seus, isso é o mesmo que chutar o computador para ele funcionar. A firmeza do domínio de um verdadeiro Monarca se dá através da ação, da retidão de seus atos e nunca através de falácias, ordens e punições.

Isso que coloquei é a base da lógica familiar (uma família é um pequeno reino), é um pedaço de terra e condições para gerir a terra, o resto é consequência. Família que nasce na cidade já nasce disfuncional, o macho é subliminarmente entendido como meia-boca, isso em uma esfera incompreensível para o observador ordinário, e a fêmea dele já se entende também inferior, pois foi escolhida por um macho meia-boca, os filhotes já nascem meia-boca, já afeitos a andar com o rabo entre as pernas!

A consequência natural é tais filhotes já saírem em desvantagem e, para mudar isso, só uma terra, onde o ser humano adquire a autarquia altaneira, onde ele pode mandar as indústrias e empresas todas à puta que as pariu!!

Filhotes de "rei" (trabalhador da terra e protetor de sua família), aqueles que têm reino (terra), mesmo que reis derrubados em batalha, sentirão orgulho do sangue, e os filhotes dos que dizem "aceito fazer isso por vocês", sem saber, sentem, no fundo de suas almas, nojo por serem filhotes de uns merdas. Esses últimos já nem olhar na cara dos outros conseguem, enquanto o filhote do tombado em batalha, apesar da ausência paterna, sabe se comportar de forma viril por conta da têmpera do sangue que bomba em suas veias.

Os filhotes/súditos não podem ser os pretextos para nossos atos de rotinas "responsáveis" e aquiescências, eles têm que ser os alavancadores de nossos atos de sapiência, ousadia e coragem.

Liberdade não é achar que se é dono do próprio nariz, mas sim escolher inteligentemente a melhor forma de encarar nossos desafios. Se queremos o melhor para nossos descendentes, a primeira coisa que temos a fazer é ensiná-los NÃO A OBEDECER, MAS A QUESTIONAR e, sobretudo, DESCONFIAR, é exatamente o contrário do que é estabelecido! Temos que ensinar nossos descendentes que nada procede até que se tenha um corolário de situações que legitimem uma posição. Isso é como escalar, sem manter os pontos de apoio em total firmeza, não se dá o próximo passo, mas quando firme, não pode haver hesitação, temos que avançar. Nunca podemos nos basear apenas em um ponto de apoio, pois, por mais firme que seja esse ponto, ele é apenas um ponto.

É exatamente pela forma doentia com que, via de regra, somos criados, que estamos nessa situação sem volta, escalamos sem analisar os pontos de apoio, e agora temos que voltar sem corda, e a coisa ficou difícil, pois teremos que de novo confiar nos pontos únicos, só que descendo ao contrário, sem ver onde pegamos e pisamos.

O pior é que a humanidade está achando que vão mandar uma corda para ela descer dessa grande montanha de merda na qual subiu, a humanidade não se tocou que pioneiros não têm backup, eles são os backup dos segundos!!

A razão da subtração das áreas litorâneas também tem base na imobilização das populações. Se se impede o caiçara de subsistir do mar, ele vai ter que procurar outra coisa para fazer para poder comer, com isso, mais uma vez, as famílias (as cidades/fortificações abrem as portas aos mercadores) ficam reféns dos senhores plutocratas. A terra do pescador, do caiçara, das populações geradoras dos sambaquis do futuro, é o mar. Sem o mar, eles morrem como populações e como famílias e nascem como núcleos de desgraças programadas.

Cria-se a mítica de que quem pode morar em beira de praia é rico para que as pessoas desejem o modus operandi que leva ao dinheiro, desviando-se do objetivo primevo, a sobrevivência! As pessoas, graças ao entorpecimento videota propagado pela mídia, entregam suas sobrevivências em mãos de outrem!! Deixam nas mãos de empresas a logística de aquisição de fontes de nutrição, como se fosse em supermercados que a comida nasce. Deixam nas mãos de farmáfias e mérdicos o destino de suas sequelas, como se esses recebessem benefício$ curando-os; deixam nas mãos de indústrias petrolíferas e energéticas toda a sua fonte "muscular"; a própria alma, pulverizam com drogas; e deixam de lembrança a existência na forma de filmes, fotos, diários e todo facebook que venha a aparecer por falta de memória e abundância de memória!

Para que a humanidade se sujeitasse a toda essa salada de merda de bom grado, foi preciso o êxodo rural, sem o qual seria impossível o controle da humanidade. O êxodo acontece por conta do sonho por algo melhor, por conta do surgimento da ansiedade, um sentimento que leva à procura por algo que nunca sabemos o que é e nunca alcançamos, pois esse algo é uma falta interna que não pode ser suprida externamente, e isso gera a insaciedade.

O controle sobre a terra, a posse da terra, na verdade, não tem muito a ver com a terra em si, os "senhores" do jogo sabem que não é possível possuir a terra, mas criando-se a ideia de que terras são passíveis de posses, fronteiras e impedimentos, eles possuem os seres humanos.

Os verdadeiros latifundiários, aqueles (ou aquele) que criaram a figura do latifundiário, não possuem cabeças de gado, mas sim de goyin (gado), todos cativos, prontos para o abate, sete bilhões de cabeças...

0