Primeiramente, vamos esclarecer a diferença entre mal e mau e bem e bom.
O mal e o bem são termos aplicados em uma ampla acepção, e o bom e o mau são PONTUAIS! Ou seja, um indivíduo é pontual, logo ou é mau ou bom, se ampliamos a quantidade de bons ou maus, aí chegamos ao amplo, o mal e o bem. Logo, quando a manifestação é em esfera pessoal, "intransferível", é sempre pontual, bom e mau, e, em esfera ampla, é mal e bem.
Existe uma natural relativização do mal, ela é decorrente da estupidez congênita, herdada ou atávica, e irredutível resultante da desseletividade que emplaca desde que as "divindades" masCUlinas se fizeram divinas!
Porém, o mal é absoluto, não perdoa, e sempre se faz valer, mesmo contra ele próprio.
O bem é algo tão relativo que entende que "não matarás" é pertinente, perdoa sem perceber que, se o mal não perdoa e o bem sim, só quem é punido é o bem e NUNCA o mal, e o bem morre! Só quem sobrevive, evidentemente, é o mal, pois o bem perdoa o mal sempre, afinal ser bom é perdoar! Mas será que o perdão é o bem?
O bom só pode ser percebido na esfera pessoal e, assim como o mau, é fruto da análise rasa, tosca, do símio desprovido.
E o mesmo se aplica ao mau, só pode ser percebido individualmente, mesmo que o indivíduo seja um grupo, é sempre abordado de forma personalista, identificada!
Já o mal é amplo, geral e irrestrito e, da mesma forma que o bem, não existe sequer em esfera impessoal e relativa.
Esses, mal e bem, são amplos, impessoais, genéricos.
Mas será que bem e mal existem de fato?
Se existe matança do bem é sinal de mal?
Mas, se o bem perdoa — sobretudo o mal, afinal, para haver perdão, é fundamental que haja o mal ou não tem sentido perdoar —, não fica patente que o bem é o mal, afinal perdoa, e assim perpetua, o mal?
É difícil para a escória entender o que coloco, e a razão é simples: toda a escória É O MAL!
O fraco perdoa porque precisa do perdão para existir, logo, ele não é bom, ele é apenas fraco, IMPOTENTE e MAU!
Já o mal é absoluto, não há perdão, e, se perdoa, é porque percebe que existe uma utilidade, inevitavelmente má, afinal o mal só defende e perpetua o mal, logo, ao perdoar, está sempre sendo mau! Da mesma forma que o bem perdoador, como evidenciei pouco acima, é o mal!!!
Por exemplo, não existe ninguém que defenda viados que não seja viado ou que não tenha filhotes dessa espécie ou interatividade com esses excrementos (repito: se sexo é reprodução, e É, quem usa ânus para sexo é merda, pois é isso que nasce do ânus, e PONTO FINAL). E fazer filhotes viados é uma clara prova de que os genitores NÃO PRESTAM, pois só um merda reproduz algo que entende buraco de merda órgão sexual!
Logo, aquele que diz ser bom por "perdoar" viados (entendê-los algo natural, de outro "gênero") e interagir com eles é, de qualquer forma, o MAL, pois viados são agentes do caos, do ódio pleno às mulheres, que — com a imposição da "natureza viada", da "muler trans", etc. —, passam a ser aquilatadas a omens que sequer conseguem ser homens!
São demônios que afirmam, em alto e bom som, que todas as vaginas, inclusive as que nos pariram, valem os cus imundos deles!
SÃO ESTUPRADORES (até porque, para quem entende ânus órgão sexual, crianças têm seus "órgãos sexuais" ânus "maduros" desde o mecônio!) inclusive da dignidade sexual, da maternidade e das mulheres!
E é óbvio que quem defende esses espécimes SÃO estupradores!
É o mesmo caso dos estupradores, seviciadores de crianças (de forma salafra relativizados com a nomenclatura "descriminalizante" de "pedofilia"), são o mal puro, mas, graças à abundância desses lixos, essa ignomínia vem se moldando como algo de "bem" ou "relativamente mal" , sendo que não existe mal relativo, salvo quando mata o próprio mal!
O mesmo se aplica ao estuprador de óvulos (ginecos praticantes de inseminação artificial), que garante o nascimento do que o próprio corpo feminino se recusa a perpetuar, embora a mulher já completamente promíscua e desseletiva busque perpetuar e perpetue!
A sociedade forja o que não presta não só perdoando champinhas e qualquer outro estuprador, a sociedade é o mal puro, sem nuances, até porque não existem nuances no mal! Só o mal perdoa, pois é perdoando o mal e o mau que o mal se perpetua!
Fica clara a ambiguidade interpretativa, a relatividade É O MAL, não existe bem em relativizações!
O degenerado, o tosco irá retrucar: Mas alguém que pratica o mal só porque foi criado em uma distopia existencial não pode deixar de ser o mal? Não pode se transmutar? NÃO, mas ele pode se tornar o mal do mal e aí sim virar bem!
Ou seja, o fruto do mal só se torna bem se mata o mal e nunca quando perdoa o mal!
E essa é a proposta do caminho do meifumado, o caminho do inferno, segundo filosofias nipônicas. A meta é exterminar o que se interpuser no caminho, ou seja, não se perdoa ou se poupa nada, até porque a proposta de bem ou perdão sempre é conceitual e pessoal!
O perdão É o MAL, pois só ele dá uma segunda chance ao mal para que esse último faça o que sabe fazer, o mal!
Quando chegamos a esse entendimento, ficamos agentes do bem, e nunca antes.
Logo, para que o bem exista, é fundamental que já tenha sido o mal, que, imperdoante, acaba se fazendo bem, pois o não perdão é o real bem!
É difícil de entender? É claro que é, pois o mal impera absoluto, sobretudo travestido de bem cheio de perdão!
Mais de 90% das pessoas, no meu entendimento, não prestam, tanto é que perdoam e entendem que devem ser beneficiadas por isso, embora o perdão seja a blindagem do mal!
Quem lê aqui sentindo que o que falo é questionável, esse alguém é o mal puro, absoluto (pleonasmo), pois, evidentemente, em atos maus espera ser perdoado e visto como bom!
Uma pessoa de QI baixo se presta só à manipulação, e quem manipula sempre busca o mal travestido de quem faz o bem, e sempre é esse, o manipulado, que acredita em deus, salvador, salvação e em perdão e redenção, ou, pior, é ateu!
Se um político faz o mal e é perdoado, o que ele irá fazer, irá melhorar? Claro que não, afinal, o mal é lucrativo e sinérgico, por isso o político, invariavelmente, fará o mal mais uma vez!
Se observarmos essas obviedades, veremos que juízes são o mal puro, absoluto, e as leis constitucionais só servem para blindar o mal, logo, as constituições são o mal codificado!
Quem cria qualquer lei que relativiza o mal, que é puro e absoluto, deve ser executado e, se possível, com todos os seus descendentes, pois filhotes blindados pelo mal são o mal!
Só que o mal pode ser bom, pois o bom e o mau sempre transitam na esfera pessoal, personalista! Da mesma forma que mau pode ser o bem!
É mais do que evidente que os termos bom e mau foram cunhados de forma a obnubilar a obviedade do mal, que é absoluto, e do bem, que é relativo — aliás, sequer existe onde o mal não é exterminado nem o perdão é deletado!
Como mostro, no i-mundo só o que existem são porcos e lobos em peles de cordeiros! E como cordeiros não são a representação do bem, apesar de bons, fica patente que o mal é magnânimo, irredutível, dominante, absoluto! E o bem? Bem.. esse não existe!!
Talvez o nibiru seja o bem, mas só o será se a tudo limpar sem sopesar! Isso será a cristalização do bem através de um velho ditado "lapidar": "Faça o bem sem olhar a quem"!