"Os homens que comem carne e tomam beberagens fortes têm todos um sangue azedo e adusto, que os torna loucos de mil maneiras diferentes. Sua principal demência se manifesta na fúria de derramar o sangue de seus irmãos e devastar terras férteis, para reinarem sobre cemitérios."
Voltaire
O que é ser louco?
Louco é aquele que tem premissas existenciais em desacordo com a maioria em uma escala indisfarçável. Essa é uma assertiva que temos que levar em conta, por exemplo, quem é mais louco? Um sujeito que, tal como Howard Hughes, tenha fobia pelo contato pessoal ou aquele que fuma mesmo sabendo que está destruindo o corpo (e o dos outros)? Ou aquele que come como uma besta furiosa mesmo sabendo que está comendo o desnecessário e está destruindo sua saúde e diminuindo seu potencial latente? Ou o que prefere relação sexual envolvendo excremento e contato íntimo com o mesmo sexo, usando órgãos inadequados para esse contato, mesmo sabendo que isso destrói a própria raça?
O louco com misantropia galopante não está destruindo sua integridade, a dos outros ou a da raça, mas é raro, logo, é entendido como louco, mas os fumantes, gordos e praticantes de "sexo" anal são padrão, são regra, são a maioria e, dessa forma, são "normais"!!!
Mas essa percepção se dá em todas as instâncias da sociedade?
Claro que não! Os que coordenam, mandam e compreendem as patologias, sabem que a sociedade está indo por um caminho de desintegração do norteamento fisiológico, mas isso faz parte de uma agenda já há muito estabelecida, onde o ser humano não é dono de seu destino e caminho, ele é apenas um "frango" a mais na "granja" e serve, assim como todos os outros "frangos", a um propósito (alta produtividade = obesidade) que foge em muito ao que seria a decisão do ser humano se pudesse entender as suas verdadeiras possibilidades.
Entende-se que aqueles mais "vividos" que estão decrépitos têm "qualidade" para opinar e que suas opiniões são determinantes. Ou seja, um "safenado" ou um "marcapassado" ou outro qualquer que evidentemente não tem como dar 100% de si, que não tem como oxigenar o cérebro de forma suficiente, é, na maioria das vezes, o que norteia o mundo!!
Por exemplo, quantos dos que estão em posições-chave de governança têm uma saúde impecável? Quando digo saúde, digo saúde mesmo, é ter o corpo e mente 100% sempre.
Quantos são os pais que têm saúde e conduta (para ser exemplo para seus filhotes já adentrados no mundo do contrassenso) de acordo para mantê-las por todo o tempo que estiver vivo, sem médicos ou remédios nem maus exemplos (que culminam com a ditatorial, "pedagógica" , clássica resposta aos filhos: "Faça o que eu falo, não o que eu faço!" Aliás, para os filhotes, os quitutes de loucura são diversos, não podemos esquecer alguns esquizofrênicos argumentos de genitores: "Não minta, ou o papai noel não vai trazer presentes!", "isso dói mais em mim que em você". Eu diria que esses comportamentos são o suprassumo da loucura!)?
Quais os cidadãos que têm saúde para ter o cérebro irrigado o suficiente para um entendimento pleno das implicações políticas e filosóficas de se passar para os outros, através do voto, o direito de estabelecer regras e destinos para si e os seus? Ou seja, abdica-se de reais responsabilidades existenciais, substituindo-as por frivolidades sociopáticas entendidas como labuta, responsabilidade, obrigações para com o sistema social e outros disparates mais escatológicos.
Como vemos, as regras de conduta já são por si só sistemicamente loucas, pois os ditadores de tais regras já são doentes há zilênios, e o povo (ensinado a ser louco há milênios) legitima governantes loucos de pedra, resultantes da inevitável decrepitude mental. Sabendo que o cérebro necessita de 60% de todo o oxigênio necessário para o corpo e de 25% dos nutrientes totais, e que esses cérebros ditadores não têm nem 10% de nutrição, conclui-se que o povo é governado por seres com almas e mentes subnutridas que, na grande maioria, já estão tão decrépitos e loucos que fazem o que fazem, e não tem sentido esperarmos algo diferente.
Como pode o ser que busca se afastar dos outros ser tido como louco, se foge justamente das idiossincrasias loucas de uma sociedade decrépita?
Um exemplo clássico da paradoxal estúpidez louca que acomete a todos: a sociedade como um todo e as mulheres especificamente, as perpetuadoras da espécie (ou seja, o que elas gerarem é o que vai ficar), acham o máximo usar salto alto (bato sempre nessa tecla). Salto alto, que mulher gosta de dizer que se sente "poderosa" com ele, na verdade coloca a mulher em posição de fragilidade, pois eleva o centro de gravidade e massa de seu corpo (salto alto = mini perna de pau), fazendo com que diminua seu equilíbrio, e reduz sua superfície de contato com o solo. Ou seja, é como pegar um automóvel normal e colocar nele rodas de bicicleta aro 26 (bicicleta normal de adulto) e esperar que esse automóvel dê o melhor de si!!!!! PQP!
Usar salto alto é aceitar ser frágil, é deixar nas mãos de outros a obrigação nossa de nos protegermos e nos mantermos sempre alerta, pois não sabemos quando um ataque ou desastre extemporâneo pode acontecer. Usar salto alto é ficar com a "perseguida" (pode parecer radical, mas quem a tem É perseguida, logo tem que entender que é presa e como tal não pode dar mole, e estupradores e outras aberrações estão aí para provar o que digo) na posição de abate (tal e qual uma fêmea no cio, buscando enaltecer seu genital) de forma a nem perder tempo com reconhecimentos preliminares antes do contato genital, é parar e deixar que o torador só puxe a calcinha de lado e... pau na perseguida! É ser objeto sexual de machos que provavelmente não têm muito a oferecer e por isso preferem se aproximar por trás! É aceitar ser submissa a qualquer um sem selecionar. Queiram ou não queiram, essa É a mensagem subliminar do uso do salto alto!!
Resumindo: a mulher usa algo que a faz mais frágil (preciso falar também sobre os danos à coluna e todo o conjunto responsável pela locomoção?) e ao mesmo tempo facilita a "entrada" para aqueles que gostam de chegar por trás! Será que devo me adentrar na questão de um desastre qualquer onde a maioria dos que morrem pisoteados são mulheres tendo que competir contra tênis de corrida com seus "mocassins", "melissas" e "saltos 12". Pés são a base do corpo, e colocá-los em posição de subuso é o mesmo que amarrar as pernas (saias justas??? ), é o mesmo que preferir mancar a andar!
Esmaltezinho colorido é outro exemplo da loucura imposta à mulher, só que em vez de tirar-lhe a base (pode ser com trocadilho), manieta a mulher, faz com que ela deseje mais a preservação do esmalte que pegar, sentir, experimentar novas coisas. Só serve para incitar taras e perversões, pois impede a mulher de usar as mãos, para não danificar o esmalte, com isso ela deixa de tocar em várias coisas, deixa de fazer várias coisas que seriam de grande valia saber fazer, como consertar um motor ou trocar um pneu, ou qualquer outra coisa que possa "quebrar" ou "estragar" as "belas unhas" feitas da mulher (mas que garantiriam à mulher mais autarquia, mais autonomia, mais dignidade). Na verdade, o esmalte destrói a livre iniciativa feminina (castra o desenvolvimento intelectual que foi alavancado inicialmente exatamente pelo uso das mãos, pelo polegar opositor, a ferramenta maestra), pois incute subliminarmente que quem o usa tem que proteger as unhas, e essa idéia por si só já condena a mulher a nunca usar a mais fantástica ferramenta de análise das quais dispomos, as mãos.
Será que essas obviedades não mostram claramente que a sociedade busca manietar e "pezietar" a mulher de todas as formas??
Eu pergunto: o que é realmente loucura? Sabotar as que são as perpetuadoras da raça ou honrarmos essas mesmas respeitando-as e ajudando-as a entenderem o contexto maior, inclusive quando elas próprias estão a se desrespeitar?
Imaginemos o que são academias de ginástica, onde o indivíduo paga para fazer força para porra nenhuma, algo como o que os hamsters fazem em suas rodinhas em suas jaulinhas, só que, pelo menos, os hamsters recebem retribuição/alimento para ficarem agoniados em seus universos "2d"...
O lógico, óbvio ululante seria: se é para fazer força, que ao menos geremos algo de útil! Agora, fazer força sem gerar porra nenhuma e ainda pagar por isso?! Quem são os que devemos prender no hospício?
Por que razão não se acopla todos os aparelhos de malhação em um eixo primário que é acoplado a um gerador? Todas as pessoas que precisassem perder uma gordurinha ou gastar uma energia poderiam ao mesmo tempo gerar renda, fazendo o papel de gerador elétrico para o edifício onde malham, e quiça uma área considerável da cidade. Em vez disso, paga-se para gastar energia e aquecer o planeta! Aquecer o planeta, sim, pois todos os aparelhos esquentam com o uso, e esse calor vai para o meio ambiente. Por outro lado, as pessoas vão a academias para poderem lamber suas imagens multiplicadas nos espelhos, mas, mais uma vez, seria mais interessante deixar o narcisismo galopante produzir algo além de esteronarcisos se autoalisando. Coloquemos esses montes de "mulas de carga" fashion produzindo algo útil, será melhor para eles, pois vão poder se gabar de que graças ao seus trabalhos pagos (pagar para malhar dá status, disso não podemos privar os malhadores!) e seus músculos eficazes, eles geram 70% da energia consumida na cidade, além de serem fofos (disso também não podemos privar os malhadores!).
Como vemos, a loucura mora ao lado, ou melhor, dentro!
Estava lendo sobre os top adulterados alimentos, e o mais incrivel é que os produtos acrescidos aos alimentos não são alimentos!!! Vão desde soda cáustica, passando por água oxigenada e culminando em arsênico!!
Porra, o excremento que coloca esse tipo de produto no alimento alheio merece é pena máxima, mas como são pessoas jurídicas de "perfil anônimo" a culpa é corporativa, administrativa, e a própria questão criminal fica diluída com essa culpabilidade metafísica que as pessoas jurídicas têm para garantirem a inimputabilidade dos salafros "acionistas majoritários" delas próprias! Colocar veneno ou ácido em um alimento (os "leites" achocolatados, marronzinhos, foram criados para mascarar a cor do "leite" que já não tem como ser o branco, pois o que prevalece na "mistura" é pus e sangue de tetas com as mais diversas mamites e sequelas diversas pelo uso exagerado por conta da lucratividade! Imagino que o tal achocolatado que queimou há pouco tempo o sistema digestivo de crianças devia ter tudo menos leite e chocolate!) de outrem é garantia de processo de tentativa de homicídio, dolosa e com requinte de crueldade, premeditadíssima!!
Como é que os excrementos que mandam nessas empresas não são presos com essas acusações nem a empresa é expropriada, pois entende-se que tal indústria serviu como ferramenta do crime e como tal deveria ser expropriada! Em vez disso, essa empresa paga uma propina para a latrina governamental chamada multa e fica tudo "numa boa", "regularizado"! Indústrias envenenam o povo, e o governo garante que isso só aconteça dentro de "certos parâmetros"!! Os governos ganham com as multas (é incrível que quem se fode é o cidadão, mas quem ganha é o governo que deixou de policiar, e o cidadão tem que recorrer ao judiciário - governo - para lutar por ressarcimento e indenização, e as empresas garantem que os juízes - agentes do estado - serão sempre "justos" para com elas), as empresas ganham vendendo "veneno" por leite, e o povo, além de servir de cobaia, paga com sua saúde, dinheiro e dignidade!!
Me deem uma razão para eu procurar louco no hospício?? O que mais tem é louco, e de alta periculosidade, no mundo!!!
As pessoas bebem para "desinibir", entretanto, a inibição sendo um perfil social, um norteador de comportamentos, fica claro que abrir mão desses padrões inibidores leva a um consequente arrependimento! Logo, bebe-se para transgredir!!!
Por favor, me digam se conhecem ato mais louco que tomar "transgressidol" para fazer coisas das quais vai se arrepender. E para parar de sofrer pelo arrependimento, toma-se "transgressidol" de novo, fazendo com que fique o foda-se pelo foda-se. Assim, o cidadão desce a ladeira e até acha legal, graças às figuras cômicas bêbadas que a mídia se esmerou em divulgar e glamourizar! Loucura pouca é bobagem!
As pessoas, para terem saúde, só precisam levar a vida da forma mais frugal possível, então por que as pessoas procuram sempre as coisas menos frugais?? Em vez de se comer a fruta, come-se o doce da fruta (doce deve ser algo a se fazer quando a fruta passou um pouco, ou para conservar por muito tempo, e aí, para não desperdiçar alimento, faz-se o doce), ou seja, em vez do frugal, come-se o artificial, o que já está, do ponto de vista celular, morto. As pessoas, em vez de comerem seus alimentos simples, fazem verdadeiras alquimias de duração absurda (para dar sabor à insossês da alma) para as "saborearem" em vinte minutos (provavelmente menos de 5% do tempo despendido em fazer o "alimento"), e depois gastam tudo para corrigir os erros da vida não frugal. Isso sem levar em conta que os que comem de forma "sofisticada" ficam com a merda bem mais nauseante, ou seja, comem "requintado", mas cagam fedido, muito fedido e não cagam cheiroso como muitos acham. E para mostrar o quão loucos são, vão ao médico (aquele que se as pessoas tivessem saúde, ficariam na falência) e fazem lipo, deixando que os médicos "roto-rooter" fiquem com a desagradável e rentosa função de raspar o sebo nojento que ingeriram a vida inteira.
Vamos agora falar da maior prova de loucura galopante que norteia a humanidade.
Entregamos nosso tempo para comprar objetos e passatempos, trabalhamos para a sociedade nos dar bens e serviços, e tudo porque queremos passar o tempo, preenchê-lo, e aí, quando a sociedade nos dá os bens, falta tempo para usufruir dos bens, mas ainda temos tempo para passatempos!! Dá-se o tempo para os outros, e o tempo que sobra para nós, fazemos com que passe sem notar, ou seja, jogamos fora!!! PQP!, isso sim é loucura!!
Daí, chega uma hora em que podemos parar de dar nosso tempo para os outros, e claro, nossa vida ficou pelo caminho, e poderemos aproveitar nossos bens e o tempo que deixamos de dar. Mas, nessa hora, como deixamos de cuidar da saúde para cuidar das coisas dos outros, para termos bens, acabamos por não ter nem tempo (foi deixado com os outros, lembra?) nem saúde (foi relegada), e aí passamos a sustentar médicos e sistemas de saúde.
Nos inserimos para termos bens, entregamos nosso eu para termos bens e, no fim, ficam os bens e nós vamos embora sem nada e sem sequer uma vida rica para lembrar, mas ostentando, muitas vezes, uma vida cheia de riquezas.
E louco é o camarada que vive só e meditativo... Mesmo que só se medite nada ou coisa alguma, pelo menos o tempo é da própria pessoa e não para que os outros concretizem sabe-se lá o quê sem devolver o tempo que as pessoas perderam, e a loucura também é da própria pessoa, em vez de ser a de outros, que lhe foi imposta.
Quando uma sociedade privilegia o sistema de saúde em detrimento do sistema alimentar tanto físico quanto mental, é porque está louca, e como tal nunca saberá que está louca, acreditará sempre que sua loucura é lucidez e que todos os que são contra, são loucos.
Como vemos, assim como tudo o mais na vida, a destinação da sociedade, quem nos dará será o passar do tempo, seja preservando a loucura social, seja extinguindo-a em arroubos de insanidade.
"Feliz daquele que desfruta agradavelmente da sociedade! Mais feliz é quem não faz caso dela e a evita!"
Voltaire