Resetando a Esmo o Ermo


A proposta do big bang é o acender do fogo interior de algo como deus.
E a prática dos ritos tibetanos é um facilitador do ascender e do acender do fogo interior de nós.
Vamos analisar os ritos tibetanos sob uma ótica eletromagnética.
O movimento de jogar a cabeça para frente fazendo o queixo tocar o peito acidifica o corpo, ao passo que jogar a cabeça para trás alcaliniza o corpo; esses movimentos são praticados em "quase" quatro dos cinco ritos tibetanos, e, creio, isso é um dos gatilhos da proposta mágica dos ritos tibetanos. Se observarmos, cada um dos ritos é uma amplificação desses movimentos acidificantes e alcalinizantes (cation [+] e ânion [-]), de forma que a alternância garante o giro das polaridades, que é o mesmo que um "gerador eletroquímico", junto a toda sua rede de distribuição de energia, faz!
Imaginem aquelas lanternas luminescentes que você dobra — ou, como dizem, quebra o bastão em dois – para acender, o mesmo acontece em escala celular em nossos corpos, cada movimento (dobrada ou quebrada) gera luz, energia, eletricidade!
É exatamente a proposta do símbolo Yin Yang, onde ambos, em cambalhotas coriolíticas, absorvem/transmutam um ao outro, em um eterno pulsar, a proposta do Torus!
A entropia em dança, equilíbrio dinâmico!

Eletricidade, via de regra, é armazenada na forma química (baterias e pilhas) — usando dois compostos químicos ou elementos com polaridades opostas, com diferença de potencial, valência ou quantidade de elétrons livres ou doáveis!
Existem outras formas "quase químicas, quase mecânicas" — criando compartimentos estanques onde seja fácil de capturar elétrons livres (um acetato que, esfregado por flanela, fica polarizado é um material, por exemplo, de fácil interação com elétrons livres [em sua superfície], a tal eletricidade), mantendo-se os elétrons de um lado só, deixando o outro sem nenhum elétron livre —, são os capacitores.
Os métodos conhecidos de obtenção de eletricidade são termodinâmicos, fotovoltaicos, quimiodinâmicos ou mecânicos.
Um exemplo simples é a própria energia nuclear (termodinâmico) usada para gerar eletricidade. É por calor que gera movimento, o urânio (a medida do enriquecimento dele é a medida da quantidade de energia que se pretende obter em um determinado período de tempo – ou seja, um urânio pobre é quente, mas não tanto, pois a quantidade de material físsil [U-235], instável, é muito pequena; já um rico tem uma quantidade de urânio físsil, o U-238, muito alta, e aí não serve para usina, porque é muito "agoniado", pode "do nada" resolver estimular o resto dos átomos a ficarem rebeldes e cabum, ou derrete tudo!) "cozinha" a água, que, vaporizada (expandida), aciona a turbina ou a caldeira, fazendo girar o eixo do gerador elétrico. Já a coleta fotovoltaica, a única que usa das propriedades fotossensíveis de elementos e compostos químicos para gerar eletricidade, em tese é a mais segura e durável, pois não tem peças móveis.
A eletricidade só existe se existirem dois extremos de polaridades opostas!
De novo temos o velho ciclo, o pulsar, a mandala Yin Yang, o "oroboro duplo" (algo como um 69) — onde ambos se fagocitam continuamente — e o "oroboro simples", entendendo-se que o que é em cima é embaixo, o que está fora, está dentro!

Os ritos tibetanos entram nesses métodos geradores de eletricidade (quimiodinâmico, onde algum combustível é "catabolizado", garantindo o movimento gerador de eletricidade; motores a explosão são isso, transformam o combustível "catabolizado" em movimento). Com nossos movimentos, forçamos o circular elétrico do corpo, que é ressonado pelos chacras em seus giros, que, quando atingem uma velocidade do "princípio de incerteza", chegam à velocidade do equilíbrio, onde o positivo está negativo e o negativo está positivo!
Sei que pode parecer esdrúxulo a princípio, mas vamos colocar um exemplo interessante. Imaginemos Júpiter, com seus trezentos e poucos mil quilômetros de circunferência.
Se Júpiter der uma volta em seu eixo em um segundo, na linha do equador jupiteriano teremos a "explosão energética", pois personificará o E=mc², já que estará com a velocidade da luz (um pouco mais, mostrando que a luz nunca foi e nunca será uma velocidade limite do universo).
Cada giro de braços abertos que fazemos nos ritos tibetanos, se feito no tempo de um segundo e se tivéssemos o diâmetro de Júpiter (a distância percorrida, a velocidade de giro de nossos braços é muito maior que a de nossa cabeça, mas percorrem os mesmos graus ao mesmo tempo, velocidade angular é sempre a mesma), acenderíamos, acelerados à velocidade lucífera.
E se essa "fusão" gerar um efeito em cadeia usando da "fusalidade" do "resto" de Júpiter (se for "fissalidade", ele explode sem deixar quase nenhum vestígio), teríamos um novo sol emitindo luz quase infinita, Júpiter acenderia seu fogo interior! Mas o entenderíamos mais que um sol, pois creio que nessa situação o corpo se expande a ponto de fechar o sistema em questão, acendendo todos os outros corpos por indução, visto que todo sistema é também em si um corpo só!
Peguemos o exemplo curioso de Saturno, o que vemos são anéis em sua linha equatorial, mostrando de forma clara que tais anéis foram feitos pela aceleração de massas fluídicas na superfície de Saturno!
Essas massas foram aceleradas a velocidades estonteantes e, não tinha como ser diferente, escorreram na direção da força predominante, a centrífuga, até que, aceleradas e excitadas ao extremo, se destacaram da massa planetária na posição onde a força centrífuga é mais insana, a linha equatorial. A velocidade foi mais forte que a "gravidade" (gravidade não existe, existe eletromagnetismo RADIAL), a tensão superficial, a coesão molecular, e a massa gasosa se separou, aí toda a aceleração sumiu, pois o que a gerava era a diferença de potencial – algo como uma eletrificação da atmosfera a ponto de tornar cada molécula um minissuperímã com orientação radial (algo como eletricidade estática) em seu campo, fazendo com que, fora a gravidade, todas as outras forças atuantes só buscassem a aceleração aloprada; como as partículas (seja lá do que forem) ficaram esparsas, espalhadas ao redor do planeta, os anéis estabilizaram e não continuaram fugindo acelerados! A excitação "atritosa" de duas substâncias diferentes (água e óleo ou ar, por exemplo) garante anéis formados de substratos diferentes, se forem três substratos acelerados, existirão três anéis!
Isso é para lá de óbvio ululante, mas a macacada catedrática não abre mão de comer um defunto, dessa forma ficam loucos de todas as maneiras e cegos para o evidente. O que indica que talvez não aconteça aqui essa excitação atmosférica é que Saturno tem três anéis visíveis e os outros planetas não, logo deve ser ele com algum metano metálico (ou outro elemento/substância) extremamente polarizável que garantiu esses surtos de excitabilidade atmosférica.

Como mostro, sem me aventurar no hipotético improvável (inventar partícula para justificar eventos, ou inventar equação para encaixar uma partícula teórica, ou outra proposta), é muito fácil explicar os eventos planetários apenas usando do giro do planeta, a mecânica celeste raiz!
Explica-se até o Sol, que poderia ser apenas um planetão (1.300.000 km de diâmetro atualmente) girando, por exemplo, à velocidade de um segundo por volta, e isso, em sua linha equatorial, atualmente, é equivalente a 13, quase 14 vezes a velocidade da luz na linha do equador!! A quantidade de energia disponível num giro desse é capaz de acender qualquer sol!!!

E para fechar: os anéis saturnais ficam explanados na simples proposta de giro atmosférico, por conta de "eletromagnetização", das ionizações diversas dessa atmosfera, onde, excitadas, suas partículas acabam tendo a dinâmica de mini-ímãs, todos polarizados (ionizados) em uma só polaridade, incompatível com o dínamo primário (o mais massivo) do giro planetário, fazendo-os se repelirem, aumentando muito a velocidade dos giros fluídicos da atmosfera!

Júpiter é um grande candidato a ganhar anéis, pois observando sua superfície, diversas camadas de cores diferentes mostram uma atmosfera absurdamente estratificada latitudinalmente, que em um dado momento tende a uma reestratificação, pelo peso e afinidades atômicas, radialmente (camadas cebolais). O que, aliás, mostra que, em termos de tempo de vida planetária, Júpiter é meio novo em relação a Saturno, ou tem um "metabolismo" mais lento. O caos cromático já não existe tanto, já vemos claramente uma estratificação dos fluidos, sobremaneira heterogêneos em função da velocidade linear (percebe-se aquela montoeira de "minirredemoinhos" coriolíticos em cada camada de cor diferente, inclusive na mancha vermelha, que já não é tão nítida como antes) em cada paralela latitudinal.
Quanto mais próximo aos pólos, mais lento é o giro diametral (o giro angular é sempre o mesmo), pois menos metros são percorridos em um mesmo período em relação à linha do equador, que é o ponto de maior velocidade (percorre o máximo de distância) linear do giro planetário (essa é a causa do efeito coriolítico, diferentes velocidades dos fluidos).
São evidentes os mecanismos estratificantes das dinâmicas atmosféricas, por isso fica claro que a próxima estratificação se dará em função da puxada gravitacional do planeta, quando os fluidos mais pesados descem e os mais leves sobem, é nessa hora que as fenomenologias anelídeas satúrnicas acontecem!
Com camadas estratificadas radialmente (como camadas de cebola) se garantem as diferenças de potencial fundamentais para o giro acelerado até a apoteose centrífuga na linha equatorial.
Nessas horas é que grandes pensadores astrônomos saem de seus túmulos para agradecer, gritando até eureca, pelo lampejo de coerência das propostas celestiais!
E se cambarmos para folclorices esotéricas, temos merkabas sendo as proposições desse giro no ser humano.
Mas o que conta nesse salseiro é que se percebem claramente as possibilidades evolutivas apenas pelos movimentos, o próprio movimentar é um conjunto de dínamos em ação (Coriolis tem dinâmica de um induzido fluídico), o ar passando por um veículo gera a eletricidade que faz com que caminhões tenham fios terra para descarregar a lataria!

Movimento é vida, e o movimento que gera mais eletricidade nutritiva para nós é a RESPIRAÇÃO!
É por isso que os dominantes se focam tanto em matar nossa respiração (alguém pensou em focinheira?)!
Ar condicionado é doentio, mas a macacada acha legal, aí se garante a vaselina fundamental para a enterrada até o talo com papo de focinheira obrigatória!
O mais espantoso é que a macacada não percebe a lógica básica da proposta: se todos são obrigados a se sufocarem, asfixiarem, e os que não aceitam a focinheira são multados, ISSO QUER DIZER QUE OS LIXOS GOVERNANTES ESTÃO COBRANDO DO POVO O AR QUE SE RESPIRA!!!
Quem quiser respirar tem que pagar!! E a macacada ainda dorme achando que ainda não lhes foi roubado o ar, pior, embaixo de seus próprios narizes!! PUTA QUE OS PARIU!!!!

O movimento do corpo é o que gera eletricidade. Na sudorese se alijam eletrólitos, ou seja, busca-se reduzir a diferença de potencial para não gerar um aquecimento, que, em última análise, é um zilhão de nanocurtos-circuitos. Jogam-se fora os sais, os condutores, e se reduz a troca eletroquímica.

Os ritos tibetanos simplesmente acionam os dínamos do corpo humano, os ritos energizam nossos chacras, fazendo-os girar em sincronia, em harmonia, o que torna o corpo afinado, livrando-o de acidoses ou alcalinizações deletérias.
O sexto rito é usado por quem busca o rejuvenescimento, ele exige a abstenção de práticas sexuais.
Quando a agonia genital se arvora, imediatamente se pratica o sexto rito, respirando profundo, intentando e sentindo a energia humana primeva e única, a sexual, subindo pelo corpo, rejuvenescendo as células. Toda a agonia, com esse exercício, é CONVERTIDA, pois energia sexual é a energia do espírito, a energia que no ato sexual explode de forma que uma parcela das energias dos pais se agarram aglutinadas em um vórtex, que se fixará na célula formada pelas células reprodutoras feminina e masculina! Siiiiim, fazer sexo mal acochambrado gera filhotes mal acochambrados, e filhotes mal acochambrados garantem um futuro não mal acochambrado, mas sim um futuro "extintivo", amalgamado pelo instintivo modus vivendi da massa "ignaramente ignorante"!

Pelo andar da carruagem, já se percebe que a imbecilidade e estupidez estão completamente DOMINANTES, sem chance de combate para o bom-senso! Ao bom-senso só sobra sair para não sossobrar!

O "estupidismo" sistêmico que assola a humanidade (ou já completamente "umanidade"?!) nos mostra de forma insofismável que já estamos dentro do apocalipse zumbi, quando os zumbis se revelam!

Uma coisa que sempre me intrigou: bactérias são criaturas mínimas – muito menores que protozoários, que já são mínimos –, mas mesmo assim conseguem, em sua insignificância, fazer o que fazem!?
Para entenderem, o LSD é tido como uma das substâncias de atuação orgânica mais possantes que existem, uma dose de 200 microgramas garante uma viagem de umas 11 horas, só que isso é absurdamente maior que uma bactéria (um vírus é uma bactéria para uma bactéria), mesmo um perdigoto, por maior que seja, não terá a mesma quantidade de bactérias contidas em 200 microgramas! E mesmo assim essa minicriatura consegue até matar um ser humano ou outro animal depois que ressona, reproduzindo-se!?
Mas a vaticina, que em tese é o agente patógeno atenuado, vem em dose cavalar!?? Só isso já deveria ser algo a se desconfiar!

A primeira vacina do mundo, dizem, foi uma chinesa, contra a varíola – era uma maceração de tecidos bexiguentos que eram pincelados/atritados contra a pele, criando uma microlaceração por onde entravam os patógenos. A dose, então, era mínima, mas pelo jeito os "criadores" dessa aberração chamada injeção (injetar algo alienígena dentro do corpo é completamente débil mental, só mesmo muito doente, doente sistêmico para se permitir isso) queriam colocar doses bem mais cavalares de alguma coisa dentro dos corpos humanos e animais! O mais espantoso é que a massa sempre foi abjeta e estúpida o suficiente para aceitar essa agenda!

Se a galera que lucra e vive com as vendas de remérdios e vaticinas precisa que todos usem de seus produtos, de onde alguém conclui que esse bando irá de alguma forma ajudar a não mais se precisar deles, os vendedores, os fabricantes, os fornecedores de vaticinas e remérdios???
Será que só eu percebo que os maiores interessados em nossa decrepitude e degeneração são exatamente aqueles para os quais as pessoas pedem ajuda contra as degenerações e decrepitudes???

Vaticinas de prevenção contra vírus, em meu entendimento, são mentira, pois vírus é algo INERTE, é um cristal proteico que só abre a "caixa de pandora codificada" com o código certo, ou é abre-te sésamo ou nada feito! Ou seja, o que está dentro fica dentro enquanto a nota certa não for tocada! E a razão é banal: se não houver ambiente, o melhor é continuar selado, exatamente como fazem os esporos em tempos incertos, perigosos.
Logo, fica claro que o vírus só se abre quando encontra um ambiente onde todos dançam sua dança!
Resumindo, o vírus só se manifesta em quem está já dançando a dança do vírus, ou seja, vírus NUNCA causou e NUNCA irá causar doenças, ele simplesmente se manifesta em QUEM JÁ É DOENTE!

Por exemplo, o vírus da raiva, com uma letalidade de quase 100%, simplesmente ama o sistema nervoso, ele se desloca devagar até chegar ao sistema nervoso central e cérebro, onde a caca é terminal!
Mas como ele se fixa e se desloca? Por diferença de potencial, exatamente como minibolinhas de isopor em uma cumbuca de plástico, ou ímãs se atraindo ou repelindo. Ou seja, são os sinais elétricos do sistema nervoso que garantem a morte do infeliz acometido pela raiva.
Se o infectado conseguir manter um estado emocional que seja incompatível com o vírus, esse eventualmente será anulado ou exterminado do corpo.
Tanto é fato que se busca resolver a raiva com vaticina (ressonar a polaridade virótica para o corpo reconhecer o agente antes que ele chegue em posição crítica) e imunoglobulina (plasma), ou seja, busca-se alterar o equilíbrio elétrico do corpo, o PH, e introduzir proteínas que são gordas, grandes, cheias de possibilidades de ligações elétricas – além disso, os afetados ganham uma ressonância placêbica, fazendo com que saiam da vibração "enraivecida".

Mas é sabido que a alteração da elétrica do corpo tem sua origem em métodos, inclusive e sobretudo, mecânicos!
Portanto, através do eletromagnetismo muito provavelmente se cura a hidrofobia de forma fácil, só é preciso saber qual a(s) carga(s) ressonantes do vírus, aí é só colocar o corpo em polaridade/ressonância que rejeite o vírus, ou que o fragmente ou o impeça de abrir sua críptica pandoralidade!

Sugiro aos estudantes de medicina que pesquisem a eletricidade, pois é o método "menos invasivo mais invasivo" que existe, vai na raiz do problema sem violar a estrutura!!

Já as bactérias são minianimaizinhos que só têm alguma atuação em ambiente, de novo, adequado à sua fisiologia, fora de seus habitats, não sobrevivem, da mesma forma que não sobrevivemos fora do nosso habitat! Também sabidamente debeláveis pela eletricidade, assim como vírus, como já bem estudado por Royal Raymond Rife e Georges Lakhovsky, que foram devidamente sabotados e destruídos pela merdicina oficial; mais recentemente Hulda Clark, Robert C. Beck e outros desenvolveram um bom trabalho sobre o assunto!!

Corpos em desequilíbrios eletrolíticos, acidificados, são como uma mãe para vírus, bactérias, fungos ou qualquer ziquizira que venha a se arvorar a habitar o bioma do corpo humano, sobretudo dos umanos e dos inumanos.

Não é possível a convivência entre seres que se afeiçoam a vaticinas, remérdios e mérdicos e pessoas que abominam vaticinas, remérdios e mérdicos, os do primeiro grupo esperam sempre que os outros limpem suas imundas bundas, e os do segundo, entendem que suas bundas, imundas ou não, são sua própria responsabilidade!

E na esfera pessoal, só o eclodir do ponto de ruptura desmonta a distopia! Qualquer outra manobra só gera mais apologia à aporia, anomalia, abulia, anomia, asfixia, acefalia e até afasia!!
Desseleção a esmo garante a nós, humanos, o ermo!

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