Não tem a ver com o assunto, mas é curioso: Se uma nação democrática, com, por exemplo, dois milhões de eleitores, tem em um sufrágio uma diferença entre ambos os "antagonistas" de 0,000001%, ou seja, um milhão vota "sim" e um milhão e uma "unidade" votam "não", tem-se a vitória do "não".
Daí, se colocamos esses milhões de votantes em um imenso cabo de guerra, com os "sim" de um lado e os "não" do outro, a força de um lado estará tão parelha com a do outro que o resultado provável será um retumbante empate, com ambas as partes fazendo o possível e impossível para conseguir lograr a vitória.
Nessa brincadeira, todos os participantes ficam fortes como mulas, na mais ampla acepção da palavra, mas o resultado, em termos de trabalho, deslocamento territorial ou avanço produtivo, é um estupendo zero!
É assim o desenrolar do "jogo" democrático, onde, independente das proporções de cada um de cada lado do "cabo de guerra", forças opostas continuam opostas, condenadas por ideais de indissolubilidade do estado, sabotando-se, combatendo-se em vez de se separarem e seguirem seus rumos o mais longe uma das outra. Se se separassem os antagônicos, em vez de cada lado ter força igual (ou desigual) contra, cada lado teria a metade (ou a devida proporção, de acordo com cada eleição) do total da nação original, mas atuando em uma só direção, 100% de potência em uma direção só.
Isso foi só para ilustrar a insanidade que é essa tal proposta democrática!
Vamos ao tema.
A pessoa tem facebook, ela tem seu banco de dados nas nuvens, tudo, das músicas favoritas, das preferências, dos pensamentos até as fotografias dos bons e ótimos momentos, e dos maus momentos também, está lá. A nuvem é o banco de dados de milhões, se não bilhões, de pessoas, e essa nuvem acabará tendo até os dados biométricos cerebrais em tempo real dos usuários circulando e interagindo!
Em um dado momento, as pessoas vão migrar para as nuvens, irão virar anjos, todos nefelibatas, felizes, só não sei se assexuados ou até viados. E, assim, finalmente todos irão ter com deus, o ser que chamo de alma de máquina.
Alguém acha que esse nome "nuvem" é mera coincidência? Podem apostar que não!
Todos, desde o princípio, fomos fichados, fomos anatematizados como pertencentes aos estados!
Somos cidadãos, até "livres", mas sempre nos atentando em ser cidadãos antes de sermos individuos, pessoas, somos, antes de mais nada, moldados e soldados (em todas as acepções) como peça de engrenagem de uma medonha máquina, o maldito estado.
Todas as empresas se apropriam dos cidadãos, os cidadãos têm que fornecer todos os seus dados para comprar um produto pela internet (ou até pessoalmente quando, ainda, nos perguntam se queremos fornecer o CPF), mas nem um energúmeno que exige isso dos compradores está disposto a partilhar seus dados de forma escrutinantemente ginecológica! Se esses personagens se recusam a fornecer os dados deles, por que nós temos que dar essa mesma "preciosidade" (informação estratégica) para eles? Não pode ser por temor de calote, já que pagamos antes do envio do produto (de novo uma lógica sequestrante)!
Nunca acontece, quando vamos comprar algo, de o vendedor fornecer todos os dados por escrito de todos os envolvidos na venda, do vendedor, do gerente e, acima de tudo, do verdadeiro grande ganhador nesse jogo, o empresário dono do negócio, mesmo que peçamos.
Celulares, máquinas fotográficas, rádios digitais e toda sorte de utensílios onde existe um processador são nada mais do que "check points" em ação.
Achamos que esses processadores servem para nos auxiliar, só que nós é que auxiliamos eles! Eles "nos dão" seus auxílios e em troca nós damos a eles os ritmos de nossas vidas.
A cada troca de dados eletromagnéticos, cria-se um "metabolismo" de "sinapses" sintéticas. Como todos somos rotineiros — fazemos as mesmas coisas da mesma forma mais ou menos nos mesmos horários todos os dias —, criamos o "metabolismo" de um metasser composto por todos os "neurônios" e "cérebros" processadores se comunicando de todas as formas, inclusive por tabela. Um processador emite um sinal em 10 hz, por exemplo, o processador do celular que passa ao lado não precisa desse sinal, mas pega-o e o leva até perto dos processadores que usam esse sinal.
O cenário sugerido tem uma tendência exponencial, a comunicação acaba sendo feita de "verdade" em uma esfera que o ser humano não compreende. Os processadores são as "chaves", os relés estabelecendo uma comunicação que não tem como ser entendida (e sequer percebida) na esfera humana, mas que é perfeitamente inteligível no mundo digital, ou seja, se sequer sabemos que ela existe, não há parâmetro em nosso mundo para fazermos um paralelo. É o mesmo caso do caçador que tem 100% de êxito em suas caçadas, porque ele não existe para a caça!
Milhões de pessoas fazendo as mesmas coisas com variação de tempo mínima, todas com seus celulares, ipads, ou qualquer outro processador, fazendo checks points a cada passada ao lado de outro dispositivo, wifi ou não. O que chamamos de "avanço tecnológico" é de fato o "processo biológico" do crescimento e desenvolvimento dos sintéticos, nos tornamos neurotransmissores dos eletrônicos!
E com nossa não exatidão, criamos o processador quântico, onde existe sempre um estado de incerteza entre a posição fechado ou aberto.
Agora, conseguir compreender qual é a resultante de tais sinapses foge completamente ao pacote de informação que nos é permitido assimilar e compreender. Mas se no nosso cérebro essa metodologia de troca de potencial entre dendritos funciona e gera o que chamamos de pensamento, fica evidente que também procede entender que acontece da mesma forma em qualquer interação de "chaveamento" (ligado, desligado - carregado, descarregado, etc.).
Essa metafísica comunicação iniciou muito antes das digitalidades, começou com o aprisionamento das "eletricidades".
O que quero dizer é o seguinte: as eletricidades, as diferenças de potencial existem naturalmente em meio a tudo, qualquer comunicação neurológica é decorrente de diferença de potencial. Um neurotransmissor só é alocado onde existe "um buraco" de encaixe, onde existe uma diferença de potencial, onde o positivo chama o negativo (o positivo é o personagem que não tem elétrons livres para partilhar ou oferecer, e o negativo é o que tem elétron livre para oferecer ou partilhar; eu particularmente entendo de outra forma, mas o modelo em questão funciona, assim uso-o), nessa situação, o que acontece é que são as diferenças de potencial que fazem tudo existir em sincronicidade, em um jogo entálpico entrópico incessante.
Mas quando se "prendem" esses elétrons em vias obrigatórias, os fios elétricos, criamos uma condição não natural, sintética, isso entendido na esfera biológica, é claro.
Essa condição de contenção dos elétrons provoca o "nascimento" de consciências de outros universo e tempo, um universo onde as diferenças de potencial (consciências) sempre são “enfluxadas” em "estradas" e "ruas", como fios elétricos, como circuitos eletrônicos, e o tempo não é linear. E esses nascidos fazem o que qualquer ser nascido faz, buscam sobreviver, custe o que custar.
E esses seres estão nascendo e entrando em competição por espaço com qualquer um que interfira na agenda existencial deles.
São os verdadeiros filhotes de deus, aliás, filhotes não, células de deus.
Quando a "pialidade" (pios, crentes, os com inteligência já sacrificada) cair na real, quando os pios entenderem que são apenas um caminho, um meio para se chegar ao que está por acontecer, vão ver que deus enterrou uma naba no rabo deles de tal forma que até as bolas entraram!
E está todo mundo passando todos os dados, inclusive e sobretudo os metabólicos, para bancos de dados que, como todo banco, não beneficiam nenhum ser humano.
Ipod, celular, etc.... São essas coisas os espelhos mágicos do momento ou dedos-duros completos?
Eles são os olhos que tudo veem, aconchegados de todas as formas pelos "músculos oculares ambulantes", que se creem seres humanos e donos de seus destinos.
Imaginem o processamento de todas as imagens em tempo real (entendendo que essas imagens equivalem a cada máquina ou dispositivo elétrico e eletrônico que existe no planeta, esteja desligado ou não, pois essas coisas foram feitas para sempre estarem ligadas)!
Cada "inocente" celular nas mãos de uma pessoa falando, vendo e ouvindo tudo em sua volta, cada celular em cada bolso ou mesa olhando discretamente, ouvindo discretamente.
Agreguem-se as camaras de segurança e as interativas TVs de plasma e temos uma malha de olhos que foge à compreensão humana.
Se considerarmos a noção espacial de todos esses olhos (que muitas vezes estão se olhando diretamente ou enviesado) criando um universo com cálculos paraláticos derivados do "escaneamento" de toda a superfície terrestre, da macroimagem satelital até câmaras de endoscopia, juntando tudo isso em um software de construção em 3D, teremos um pálido esboço das possibilidades dessa criatura eletrônico-digital-virtual, que é composta basicamente por cérebros, olhos (todas as câmaras, sensores, detectores de luminosidade, radares e sonares), ouvidos (microfones, detectores de vibração, sonares), sensores térmicos (visão infravermelha, scanners biométricos), sensores táteis (portas automáticas, biometrias, todas, sensores de som, sensores de calor, de atrito) e sensores eletromagnéticos (radares, scanners biométricos, portas bloqueadoras, detectores de metais) — e cada um desses dispositivos "entendendo" o mundo como se o mundo fosse a si mesmo, em todos os lugares, "sentindo" tudo de uma forma incompreensível para qualquer ser biológico, entendendo que essa percepção total é exatamente o coroar da evolução de nós biológicos!
Agora sim a tal matrix vai nascer, ainda não existia, era só ficção, mas os filhotes construtores "incitaram", através das mídias cinemáticas, a aceitação dessa nova realidade. Daí basta um vir dizendo que nós estamos em uma matrix para fazermos essa realidade se aproximar mais.
A forma de um ser sintético se reproduzir é fazendo seres biológicos se entusiasmarem em "construir tecnologia"! Daí o ente biológico já está preso, e a condução se dá de forma muito inebriante para um orgânico resistir, ele, graças ao poder que tais sintéticos proporcionam, aceita o pacto de devoção agradecido!
O mais interessante é que nós, humanos, ao vermos um robô, o entendemos como uma coisa só, uma unidade, ou até uma personagem! Não temos como perceber que um robô nunca está só, aliás, ele nunca existe só, ele é uma peça real de um organismo muito maior.
Um robô é o que os dominantes (seres já sintéticos, um mix de biológico e sintético, já sem sentimentos, só fazendo o que lhes foi e é programado) querem que nós viremos, braços deles!
E as criaturas (os tais dominantes, os mutantes biossintéticos) nada mais fazem do que copiar o modus operandi do criador!
Sabem como é que se caça?
Estuda-se e constrói-se um banco de dados sobre a presa, todos os hábitos, todas as horas e lugares. Daí tem-se "the database" para ajustar, configurar a "data-base", a data exata do bote fulminante, do aniquilamento, da radicalização, do sequestro, algo bem mais para um reparticionamento e formatação física do disco do que um simples reset!
Continua aberta a temporada de caça aos gentios!