Resentando o estado de deus


O verdadeiro nome do estado (que deveria ser escrito com letra maiúscula, segundo a norma gramatical, mas nunca o grafo dessa forma, assim como nunca o faço com o nome deus) deveria ser estadeus (ou deustado?), em primeiro lugar, porque é dos judeus e, acima de tudo, porque É deus!

Vamos fazer algumas comparações para que haja entendimento desse assunto.

O estado é uma figura abstrata, onipresente, "onisciente", "indestrutível", absoluta e, acima de tudo, todos são tementes a ele, salvo os donos desse, os estadistas em sua mais epistemológica acepção.
Já deus é uma figura abstrata, onipresente, "onisciente", "indestrutível", absoluta e, acima de tudo, todos são tementes a ele, salvo os donos desse, os religiosos em sua mais epistemológica acepção.

Como vemos, ambos representam a mesma figura, só que um foi colocado na esfera concreta abstrata e o outro, na abstrata concreta, mas entendendo que a proposta de ambos é onisciente, fica claro que ambos são o mesmo.

Ambos são estabelecedores de leis e penas, ambos têm poder de vida e morte, ambos são inimputáveis.
Ambos são "donos" e criadores dos seres humanos, ambos são criadores e criaturas que ultrapassaram a si próprios, não podem ser mortos.

Se formos observar de forma objetiva, eles são absolutamente idênticos, apesar de os administradores de ambos — anjos, arcanjos e clero de um lado, e forças armadas, polícias (entender polícia de forma ampla, na esfera administrativa, os procuradores, corregedores, promotores e auditores e, na esfera executiva, as polícias federais, civis e militares; entender que qualquer ente armado, seja física ou administrativamente, contra o cidadão é SEMPRE polícia), legisladores e judiciário do outro — darem aos seres humanos fracos entendimentos vagos e aparentemente discrepantes a respeito deles.
Observem que mostrei que polícia é desde anjo até os que caíram de paraquedas do céu.
Não existe diferença objetiva entre um anjo castigador e um armado privilegiado, entender o armado privilegiado como aquele que tem LICENÇA PARA MATAR e ditar leis! Só deus e o estado podem matar qualquer um sem precisar "pedir licença".
E todos os agentes policiais são armados e com licença para matar, seja na esfera administrativa, seja na esfera física, um mata o espírito e o outro, o corpo, ou seja, eles possuem licença de matar em todas as instâncias possíveis da vida dos seres humanos.
Observo que na "esfera" clerical, religiosa, o mesmo acontece, sejam anjos, ascensos, padres, pastores, rabinos ou o "líder" religioso que seja.
Como se vê, a evidência que fica é de seres autorizados por estadeus a matar seres humanos, todos james bond.
APENAS ISSO!

Por que é tão fundamental que haja separação entre o estado "laico" e o religioso, esse tal deus?
Simples: é dividindo que se conquista, e é através da divisão que o líder se oculta.
Vejamos as forças policiais: diferenciam-se os sicários "angelicais", daí não existe mais culpa pessoal, nem na cabeça dos próprios sicários!
Nem personalidade existe nesses entes, basta ver o que é hierarquia, militar ou não (sempre a hierarquia É MILITAR, mas divide-se esse conceito de forma que o agente civil ou federal acredite que não é militar, embora tanto um quanto outro sempre esteja sob ordem marcial e tenha que cumpri-la — a variação da pena não descaracteriza o objetivo!), onde não existe a vontade própria, ao contrário, gera-se a vontade da propriedade de matar, e sempre os "anjos escolhidos" são venais de alma, de outra forma eles se rebelariam e o estadeus se desintegraria.
Não é mera coincidência até as expressões faciais serem eliminadas, seja com máscaras, seja com faces petrificadamente mascaradas!
Juízes, quando apeladamente "pressionados", são diluídos de forma patológica através de colegiados e cortes, não por acaso chamadas de superiores ou supremas, visto que são a "palavra de deus" personificada, e através dessas qualquer cidadão será eliminado pelo poder de deus, melhor dizendo, do deustado ou estadeus!

Na fossa brasilis, preconiza-se a ideia de que o estado é laico, mas em pleno centro administrativo, legislativo e judiciário da Capital Federal encontra-se uma catedral! Além disso, qualquer um que leia o preâmbulo da Constituição (de forma cínica, fora do bojo das leis) verá que ela foi promulgada sob a PROTEÇÃO DE dEUS!
Nos EUA, assim como na fossa brasilis, até nas moedas louva-se deus!
Mas não é o estado "laico" que faz a moeda?
Então fica claro que deus e estado são a mesma coisa.
Como é possível que todos caiam nessa esparrela?
Simples, através da DIVISÃO, é dividindo as massas que se as conquista, e é dividindo deus que se esconde a origem de deus!
Afinal, só se a massa entender que tais troços não têm origem, ou um tem (apesar de vago e atemporal, a coisa divide, separa o estado de deus) e o outro não, é que essa aberração fica livre de ser exterminada ou ameaçada.
Mas daí pergunto: Quando foi que o estado nasceu?
Não foi na república e tampouco na monarquia, foi no momento que seres humanos delegaram suas obrigações e responsabilidades para uma estrutura coletiva e abstrata!
Não tem como dizer que, no momento que líderes tribais criaram regras, o estado nasceu, o estado nasceu no momento que uma "ordem superior" estabeleceu o que os líderes tinham que fazer!
Ou seja, os líderes abriram mão da responsabilidade de suas decisões, para escaparem das revoltas populares, e delegaram ao abstrato, o tal deus, leis, via de regra, criminosas e injustas, fazendo com que os líderes tivessem privilégios improcedentes com suas qualidades intrínsecas!
Os líderes, covardes e sabedores de que eram presas fáceis para massas insatisfeitas, estabeleceram que as leis não vinham deles, mas de deuses, e dessa forma blindaram suas figuras em uma aura desresponsabilizadora!
Exatamente como faz TODO agente do estado!

Vou agora analisar, na esfera estratégica, esse comportamento e como impô-lo à massa de forma definitiva.
A primeira regra é FAZER A MASSA FROUXA, COVARDE, PUSILÂNIME.
E a única forma de fazer isso é SABOTANDO NA BASE.
Em primeiro lugar, matam-se os possantes!
Para existirem estado e deus é fundamental matar os possantes, e é fundamental matar os possantes sobretudo no conceito!
Dessa forma fica claro que todo e qualquer conceito de possante é apenas pertinente ao estado e deus e não à potência em seu estado de técnica e arte!
Mas o que são possantes?
O possante tem como característica tomar suas próprias decisões; ele é o alfa.
É possível a convivência de vários alfas?
Claro que sim, basta que haja mais fêmeas do que machos alfas!

Aqui abro um parêntese para que entendamos a diferença entre a fêmea alfa e o macho alfa e seus comportamentos idiossincráticos.
A fêmea alfa tem como prerrogativa a escolha absoluta do macho, não permitindo em hipótese alguma ser submetida pela força, seja força física, psicológica ou social.
Tal fêmea, mesmo que menor e menos equipada de armas, de forma alguma admite ser submetida por um macho (ou ela teria que aceitar que a integridade dela vale menos que os “desejos” do macho, algo fisiologicamente demente, que atenta contra a vida da fêmea, da matriz, e consequentemente destrói a prole), mesmo que alfa, ela morre em combate ou fuga, mas não permite que seu corpo seja usado, DE FORMA ALGUMA, para perpetuar uma linhagem que ela não deseja.
Por exemplo, entre cetáceos, dizem ser comum que grupos de machos submetam as fêmeas. Isso, se verdade, mostra que os cetáceos são seres degenerados, não tenho a menor dúvida que em tempos passados ou até atualmente esses seres foram degenerados por um deustado ou estadeus.
Não por acaso, tais seres chegam ao cúmulo de salvar humanos, os entes mais malditos da face da Terra!
Mais uma vez, não por acaso, esses são tidos como os mais "inteligentes" animais pelos submetidos do deustado!
Para corroborar, cito outro personagem que dizem ter o hábito de estuprar fêmas, o chimpanzé.
Mais uma vez, não por acaso, esse é outro "sabidão" no entendimento dos tementes a deus e ao estado.
O macho alfa, como já coloquei, não se submete a ninguém, só à fêmea alfa!
Entendido isso, fica claro que até as fêmeas meia-boca têm suas proles comprometidas, suas proles nada mais são do que os bois de piranha, as buchas de canhão, visto que, se as fêmeas alfas não deixarem, as crias das meia-bocas não nascem, pois estas não serão fecundadas!
Mas as fêmeas alfas são suficientemente inteligentes e pragmáticas para saber que a forma mais segura de perpetuar uma prole é garantindo tempo hábil para essa prole se fortalecer; nesse caso, é permitindo as "iscas" e os "sparrings" gerados pelas fêmeas mais fracas!
O mais interessante é que esse mecanismo evolutivo é perfeito, visto que se as fêmeas alfas não criarem/educarem suas crias alfas de forma ótima, os filhotes alfas das fêmeas inferiores, sobreviventes dos desafios do mundo, acabarão por ser muito mais eficazes do que os filhotes pressupostamente alfas das fêmeas alfas.
Resumindo: As alfas têm como característica forçar suas crias ao limite, pois só possantes essas crias terão chance contra calejados filhotes sujeitos a todas as vicissitudes por não terem mães possantes e por terem que se temperar de forma absoluta para sobreviver.
Preciso dizer o exemplo de Fêmea Alfa que a Mãe Terra é???
E ainda tem manés e “manelitas” que preferem venerar falos de merda!!!

Como mostro, tudo se encaixa!
Mas é preciso potência para entender e triangular tais fatos!

Se houver menos fêmeas que os machos alfas, estes vão se matar pelas fêmeas, e a "alfalidade" se exponencia de forma dramática.
Isso aconteceu antes das eras divinas!
As fêmeas humanas eram sobremaneira possantes e resolveram inovar na arte de perpetuar, resolveram que diante de adversários mais poderosos, os dinossauros, era fundamental que elas mantivessem o macho alfa muito perto, visto que os sáurios eram mais eficazes em tudo, e a espécie humana estava em sério risco.

Aqui abro outro parêntese para lembrar que de forma alguma acredito em "saurópodes" de zilhares de anos comprovados pelos seus fósseis.
Os sáurios gigantes sempre existiram contemporânea e conterraneamente com seres humanos, visto que é impossível que um esqueleto sobreviva milhões de anos sem se desintegrar — para os mais relutantes, lembro que nenhum método de decaimento radioativo estima períodos mais longos que alguns milhares de anos.
Outro detalhe óbvio: a coisa mais banal é "fazer" uma nova criatura com um "quebra-cabeças" de ossos de diversas origens.
Um tronco de árvore vira pedra pelas características da celulose.
E deposições e sedimentos estratificados são alterados diariamente sem parar, não há como auferir tais estratos, visto que as lixiviações, as erosões, as decantações minerais são extremamente rápidas, basta ver em quantos segundos, em um solo fofo como a areia da praia, um corpo some. Basta observarmos nossos pés afundando com o movimento das ondas, e se não mudamos de posição, em um dia, até pela nossa posição vertical em forma de "ponteira", sumiríamos na areia.
E nem preciso lembrar que os organismos como insetos e outros menores mudam o meio ambiente em poucos anos.
Uma panela de formiga ou de cupim muda o relevo em alguns anos; um fungo, desses robustos, além de criar buracos enormes no solo, decompõe até pedra!
O ácido fluorídrico dissolve pedra e orgânicos de forma quase imediata.
O flúor gosta de se associar com tudo, visto que é volátil e não sobrevive na natureza na forma pura.
Em solos ácidos e movediços, é comum acharmos restos de civilizações recentes! E o mais notório é que esses solos são metamórficos, eles não perduram e evidentemente podem acontecer em qualquer lugar, porém nosso período de vida não permite fazermos tais aferições, até porque não estamos em todo lugar, e os vegetais são os maiores erodentes do relevo!
Em Angkor, existem figueiras se esgueirando entre os templos de forma devastadora, quebrando as pedras sem parar, lenta e inexoravelmente! Imaginemos então o poder destrutivo das gramíneas, que transformam qualquer solo em areia, terra fina, pó!
Uma cidade medieval vira pó em pouco tempo se não for mantida pelos habitantes, edifícios modernos então viram pó em alguns anos. A tal pirâmide queopsiana e suas correlatas só estão inteiras por conta da aridez do terreno (no meu entender, uma questão proposital, mas isso é tema para outro post), mas mesmo assim estão polidas pelo vento. E muitas delas estão ocultas embaixo da areia, que é seca e dispersa, gerando um solo leve, ao contrário de um solo úmido, terroso, que se compacta de forma a destruir qualquer vestígio ósseo.
Se os arqueólogos não fossem compartimentados, entenderiam que, sem o conhecimento holístico de biologia, química, física e tudo mais, fica impossível qualquer aferição, que dirá assinar em baixo!
NÃO EXISTE FÓSSIL DE MILHÕES DE ANOS!

Voltemos, mais uma vez, da digressão.

As fêmeas humanas perceberam que a única forma de manter o macho como um "soldado" protetor da prole era dando-lhe o que o macho quer, sua vagina.
Afinal, para o macho alfa tanto faz o sacrifício de um filhote, ele pode fazer filhotes às dezenas ao dia (e com todo prazer!), em dezenas de fêmeas, não há o menor sentido de ele correr o risco de ser atacado para proteger algo que ele faz por atacado!
Assim, as fêmeas alfas começaram a dar fora do cio para manter o macho cativo. E o preço foi grave, a morte por doenças venéreas, as infecções pulularam, visto que todas seguiram a ótica morfogenética, uma alfa ficava debilitada e logo uma beta estava arreganhada para o bel prazer do macho alfa. Os machos também começaram a empacotar, embora em muito menor quantidade, visto que na genitália masculina é mais fácil de fazer assepsia, mas as fêmeas dançaram em profusão.
A lógica era perfeita: fazendo o macho de soldado, os sáurios, mais equipados, tiveram que encarar não uma fêmea e seu filhote, mas dois animais adultos com vontade de sobreviver, e contra dois, os sáurios não estavam equipados para o combate. Ao mesmo tempo, esses ancestrais, entendendo que as sementes defecadas reproduziam e geravam mais alimento, começaram a cultivar e garantiram aos filhotes dos agora sobreviventes forjados na têmpera mais brava, mais suprimento alimentar, isso gerou um crescimento exponencial dos humanos por abundância alimentar.
No início do processo, a infecção feminina foi lenta, ela não dava toda hora e nem o macho comia toda hora, pois, em terra de predador, ficar fornicando é pedir para morrer. Assim elas tinham tempo de se curar, até porque os odores femininos ficaram ruins, "tricomonicamente" ruins. E nada é mais "desafrodisíaco" que odor ruim! Mas, nessa altura do campeonato, já havia muito "patrimônio" para o macho abdicar do matrimônio, ele preferiu revezar as fêmeas se mantendo no mesmo lugar abundante.
Com o tempo, a abundância de alimentos, a proteção do sítio e os filhotes robustos (e consequentes adultos mais fortes) geraram o que viria a ser, com algumas modificações futuras e pontuais, o tal sexo-lazer, quando, sem predador natural, os humanos baixaram a guarda, aumentaram muito a população e a fornicação virou a alegria geral. O custo foi a quase extinção humana, só sobraram as fêmeas com corrimento abundante e crônico, que passou a ser a lubrificação que evitava o atrito inoculador das ziquiziras.
Daí aconteceu a seleção mais brava: os machos alfas eram abundantes e as fêmeas raras, assim os combates viraram regra total. Como combate sempre gera estrago, só os machos que desenvolviam upgrade de suas armas, braços, pernas, presas, unhas, é que conseguiam sobreviver mais de uma temporada de acasalamento.
Nesse tempo, os sáurios já haviam reduzido de tamanho — até porque perderam uma fonte nutricional, o ser humano, e perderam também os sítios alimentares e estratégicos para os grupos humanos — e já haviam começado a temer o humano potencializado. Dessa forma, os combates acasalatórios dos humanos ficaram generalizados e o resultado foi muita morte de macho, os únicos sobreviventes eram os que faziam armas, que nem se machucavam, esses comeram todas e alavancaram o que chamamos inteligência.
Os únicos que poderiam fazer frente ao ser humano não competiam com o ser humano, nem em alimento nem em território. Mesmo que alguns répteis ainda caçassem o ser humano, esses predadores atingiram um grau de furtividade e letalidade que lhes permitiu ficarem desconhecidos, pois os humanos atacados por esses nunca escapavam, ou escapam, de forma que não era e não é possível sequer saber que havia ou há um predador. É sabido que se um predador não tão eficaz resolve atacar, ele some do mapa, como é o caso dos golfinhos, que caçam até a morte os tubarões próximos, atacam em grupo sem dar chance ao tubarão, tanto é que onde tem golfinhos não tem tubarão. Os tubarões que ousam se aproximar de golfinhos são os bentônicos, que vivem no fundo da plataforma submarina, ou os talássicos e pelaginosos, que vivem no fundo dos oceanos, visto que golfinhos são mamíferos e precisam estar sempre próximos à superfície, sua fonte de oxigênio.

Nesse momento da história humana surgiu a ameaça mais brutal à sobrevivência da espécie humana, o predador que hoje é tido como deus. Essa entidade percebeu que o ser humano era perfeito aos seus propósitos, visto que humanos, os filhotes dos primeiros fazedores de armas, eram mestres em manipulação do meio ambiente, sabiam inclusive as utilidades do fogo, embora não tivessem controle da coisa. Através da feitura de armas, o ser humano entendeu que fagulhas produziam fogo, mas descobriu também que o fogo era algo incontrolável, e perdeu muitas de suas plantações para o fogo — o humano vivia a equação de usar e correr o risco da convivência com a "piromania".
Foi então que a entidade predadora percebeu que havia chegado a hora de "dar uma ajuda" ao bípede artífice.
E o ente prometeu ao ser humano que o ajudaria a domar o fogo, afinal o fogo era a ferramenta certa para os objetivos do ente (doente?), que em nenhum momento pensou em beneficiar o humano em si, o ser humano era apenas o veículo de seus objetivos.
O objetivo do ente era a Mãe Terra, a potência máxima! O ser humano era apenas o fungo que ele usaria para transformar a Terra em alimento.
E o ser humano foi introduzido nas "pirotecnias" pela entidade (o mito de prometeu), que sabia que os resultados seriam mais amplos, sabia que, naquele momento, os alfas estavam condenados à extinção.
É importante entender que a população humana era, então, muito pequena, alguns poucos milhares. O mundo ainda era dominado pelos sáurios, só que as técnicas de combate e o aglutinar da humanidade garantiram, no pequeno sítio que os humanos ocupavam, que estes de certa forma reinassem sem serem importunados, afinal, os sáurios tinham o resto do mundo para eles!
Naquele momento, o ser humano achou que a coisa tinha melhorado, da mesma forma que lobos amansados aceitaram conviver com humanos, sem perceber que os humanos matariam todos os lobos alfas, agressivos e insubmissos, dando vez apenas aos mansos cães de rabos abanantes.
E da mesma forma que hoje os cães têm uma população milhares de vezes maior que a dos lobos (o mesmo se aplica a todos os animais que se "aliaram" ao humano, são absurdamente mais abundantes que os que ficaram na natureza), os homens frouxos, os ômegas, os "omens" emplacaram em detrimento dos alfas, dos homens, afinal de contas, alfas não são tementes a porra nenhuma, e muito menos são obedientes a leis de deustados (ou estadeuses?)!
O fogo, a ferramenta máster da mutação do meio, da metamorfose da Terra, virou domínio do ser humano.
Os machos ordinários, frouxos, foram alavancados a comedores de fêmeas através de um simples processo: inoculação de doenças venéreas e necrofagia.
As venéreas eram as armas mais eficazes, visto que só macho alfa tocava nas fêmeas, logo, bastaou "venerear" a fêmea que esses machos dançaram.
Como o fogo deu uma vantagem sobrenatural ao ser humano, o sexo-lazer virou regra. As fêmeas já estavam com suas vaginas muito fortes em relação às doenças, visto que elas foram os alvos originais da mortandade venérea, mas os machos, que agora estavam absolutos, baixaram a guarda em relação à higiene. O fogo debilitou os olfatos, visto que fumaça dopa as células olfativas, aliado a isso, a população cresceu mais do que a terra podia suprir! Esgotada, a terra rareou os alimentos vegetais, e a humanidade passou pela primeira crise alimentar!
É importante entender que todo herbívoro é eventualmente INSETÍVORO, e que insetos, no geral, são sobremaneira crocantes e provavelmente têm o sabor da fruta ou vegetal que consomem, afinal, segundo o dito popular "bicho de goiaba, goiaba é"!
Abelhas e seus ferrões não foram páreo para a sanha famélica dos humanos com o poder do fogo e foram comidas assadas, junto com o mel que eventualmente era queimado pelo fogo afungentador.
E foram consideradas saborosas!
Daí para que o humano passasse a achar que qualquer coisa andante ou voante pudesse ser comida foi um pequeno pulo.
É importante observar que os animais herbívoros viraram concorrentes dos humanos em suas plantações, por isso foram combatidos e mortos eventualmente. Esses animais mortos acabaram entrando na cadeia alimentar por diversas razões, uma delas, talvez a mais forte, o deslocamento dos assaltantes. Um búfalo morto durante um afugentamento, por exemplo, era um problema real no meio da plantação, e para tirá-lo dali só esquartejando-o, em postas, isso gerava mais predador em volta, mais risco, e para não perder o sítio, o ser humano teve duas opções: ou enterrava ou digeria, defecava e enterrava.

A espécie humana degenerou fragorosamente, mas ao mesmo tempo tinha o poder do fogo, ou seja, não tinha como ser atacada pelos possíveis predadores, e assim continuou crescendo!
Domou os lobos com seu novo regime alimentar de cadáver assado, ao mesmo tempo que "anabolizava" os odores dos cadáveres atraindo de forma brutal os predadores, impedia-os de se aproximarem. Fez com que os mais famintos (que SEMPRE foram os mais fracos, visto que eram os que comiam menos e tinham o "privilégio" de só comer depois de todos, e sempre só os músculos, pois as vísceras nutritivas eram divididas entre os alfas e as letras alfabéticas mais próximas) os lobos frouxos, tivessem a disposição de se aproximarem dos humanos, não o suficiente para serem ameaçados, mas o suficiente para que humanos, cheios de suprimentos cadavéricos (nesses tempos, as presas eram grandes e davam mais alimento do que os humanos podiam comer, além disso havia sempre o risco de apodrecer, e carniça é fétida demais), jogassem-lhes pedaços, até para manterem longe os lobos que nunca foram os favoritos dos humanos. Dessa forma, os humanos começaram a conhecer os tais audazes fracos lobos, com quem passaram a ter uma relação meio comensalista. Os lobos fracos preferiram sair das matilhas, devido à abundância alimentar provida pelos humanos, e começaram a viver próximos destes. O resultado evidente foi os lobos "da vizinhança" avisarem os humanos de alguma ameaça e se entenderem da "matilha" que os alimentava. Começaram a ajudar o humano, sobretudo na caça, já que a partir de um momento os animais rarearam e ficaram mais conscientes que o tal bípede havia virado um formidável predador. Daí pra frente a aproximação foi fácil, e a intimidade gerou uma afinidade que vemos até hoje, quando cães conseguem emular até as expressões faciais de humanos.
Os lobos frouxos são até hoje muito agradecidos aos humanos.
Nos cercos às presas, os humanos aprenderam a pastorear os animais.
Os animais pastoreados ficavam cativos, pois é muito mais fácil conservar e carregar um animal vivo do que morto. Como esses cativos tinham que ser alimentados, de outra forma definhavam, os escolhidos como reserva alimentar foram os que não competiam com a alimentação dos humanos e lobos/cães.
Não por acaso, foram os comedores de gramíneas, visto que gramíneas são as que nascem fácil em solo desgastado e exaurido.
E claro, não foi muito diferente com os galináceos que, frágeis e com ninhos no solo, eram facilmente capturáveis. Somado a isso, a alimentação deles é de tal forma sortida que poderiam sobreviver comendo qualquer coisa, mesmo que até gramíneas faltassem para os pastadores.

Com a alimentação garantida, de cultivos a criações, a população humana extrapolou, cresceu tanto que começaram a surgir aglomerados populacionais enormes!
Em contrapartida, a mortandade também cresceu de forma brutal, pois a degeneração alimentar já havia transformado os seres humanos em seres muito frágeis fisicamente.
Os pelos caíram e começaram a surgir as vestimentas. Os despelados (que eram os mais degenerados) levavam vantagem no trato com o fogo, pois os pelos são isolantes térmicos, mas pegam fogo. Assim, os peludos eventualmente se queimavam, e queimados eram mortos por infecções, ao passo que os despelados sentiam o fogo de longe e evitavam o contato.
Os cadáveres já não podiam ficar ao relento, não havia tanto necrófago assim para comer a carne decomposta, e como os grandes necrófagos não poderiam ser permitidos, pois eram ameaça real, a solução era ou queimar ou enterrar os cadáveres. Queimar era complicado, gastava-se recurso fundamental que começava a rariar, os troncos das árvores, e ainda se chamava a atenção a uma distância maior que a usual (pelo fogo, fumaça e ou cheiro), logo, a solução foi enterrar os mortos na maioria das vezes.
O ser humano começou a entrar em cavernas e tomá-las dos inquilinos, e essas eram e sempre foram e serão energeticamente poderosas, elas têm o poder da Terra de forma mais notável. Essas invaginações viraram as "igrejas" de então por conta do medo dos fracos humanos, já sem nenhuma qualidade intrínseca de coragem e desprendimento.
Os seres humanos começaram a achar que tinham algo a perder, todos os cultivos, criações, ferramentas começaram a ser mais importantes que qualquer coisa, inclusive a própria integridade, visto que fracos sabiam que não iriam sobreviver sem suas estruturas.

As estruturas sociais começaram a surgir para domar o ser humano contra ele próprio.
Começaram a surgir as leis, sempre nas mãos dos "corajosos" que ousavam adentrar os sincretismos das cavernas e lá tinham insights, sobretudo de cura, pois sentiam em maior quantidade o poder da Terra, a origem de tudo.
Tornaram-se os xamãs, os humanos que falavam com a Terra, os que fizeram a "religação" com a Terra, a religião.
Só que esses seres já eram borra há muito tempo, e viram que as vantagens eram enormes para eles, eles tinham o poder de vida e morte dos fracos e moribundos humanos, que pagavam qualquer coisa só para terem a chance de viver sem sofrer.
Ganhavam as virgens, que preferiam ser de "corajosos" xamãs que de um bosta de qualquer. Isso foi sem dúvida o alavancar da sociedade patriarcal, pois a virgindade de um macho não é auferível, dessa forma não tem sentido, mas a da fêmea está no cheiro.
E assim os xamãs morriam menos, pois as virgens não estavam infectadas (conseguiram entender a vantagem primeva da virgem?), com isso reforçavam mais e mais seus status, visto que os outros não sabiam que eles morriam menos porque não se aproximavam das "promíscuas", o povo entendia que esses xamãs tinham a proteção de algo mais. E realmente tinham, da Mãe Terra, dentro das cavernas, onde os insights eram mais significativos!
Para que esses personagens resolvessem que tinham que manter o poder da linhagem foi um pulo.
E assim surgiram as castas clericais, os governantes do mundo.
Só que esses governantes sabiam que seus poderes vinham da comunhão com a Terra, o que nunca agradou à entidade prometedora!
Afinal, o alvo dessa entidade É a Terra!
E a entidade, graças a seus "humanos cativos" de outros planetas e planos, resolveu manipular a reprodução humana e fez o protojudeu, um judeu ancestral.
Observo que mesmo triangulando não tenho como saber em que tempo isso aconteceu, logo não tenho como afirmar que o judeu atual é esse protojudeu, eu desconfio que não.
Daí em diante, as manipulações feitas pelas criações do deustado de algures se tornaram regra, e a cada ajuste que a mãe Terra fazia para ressintonizar o ser humano, a entidade fazia outro protojudeu para destruir o humano reajustado.
O resto da história todos conhecem, mas o fundamental, que é a cronologia de guerra, foi devidamente equacionado.

Voltando aos tempos atuais, é importante entendermos que a base de tudo é a destruição da individualidade.
Tanto é que agora a meta é a unificação do pensamento, fazer com que os humanos chipados compartilhem seus cérebros como neurônios. É a criação do judeu total, o transumano.
A internet é o protótipo do que afirmo, e os blogs são o compartilhar de ideias, a catequização total do momento. O que no passado foram livros e depois televisões, hoje é a tele-empatia, que culminará na telepatologia.

Vou mostrar como é fácil gerar essa situação.
Citarei dois livros, um do Sun Tzu e o outro de Miamoto Musashi, um, A Arte da Guerra e o outro, O Livro dos Cinco Anéis (entender cinco anéis como as cinco fronteiras de aproximação de nossas integridades, cinco anéis concêntricos no meio dos quais estamos). Um fala da habilidade da guerra, onde o que manda é o ESTADO, e cada soldado, cada cidadão é apenas um peão no jogo, onde a meta não é a vitória individual, não existe o individual, a vitória é unica e exclusiva do estado.
No outro livro, o dos cinco anéis, o estado não significa nada, o que vale é a integridade do indivíduo.
Um é mais famoso que herói de cultura pop.
O outro é desconhecido, só conhecido nas esferas de combate, onde a capacidade intrínseca é o que evita os dentes de saírem voando.
Em um, os dentes voando são consequência, junto com o resto dos pedaços do corpo também voando, desde que o estado sobreviva, mesmo que o do adversário. O que conta é a sobrevivência do estado!
No outro, os dentes voando significam a morte, a extinção, e quando essa morte se dá em nós mesmos, é o fracasso!
O estado é composto por um só, nós mesmos!

Como mostro, os objetivos de ambos os livros são diametralmente opostos, embora em ambos o assunto seja combate.
Um nos ensina a nos proteger, proteger só nossa integridade, e o outro ensina a nos matar para garantir a proteção e o fortalecimento de uma entidade abstrata, que acabou por se tornar a mais concreta.

O fundamental de tudo o que coloquei é escolhermos a quem queremos preservar, e para isso teremos que escolher o que vamos ler, em um dos casos, a leitura pertinente é O Livro dos Cinco Anéis e este blog.
O outro não me interessa.
O estado de deus é patético, é o estadeus (deustado?) de um moribundo!
Ainda em tempo, para eliminar a dúvida, eu escolhi o nome alma de máquina para essa entidade, pois é exatamente isso que esse ente é.
Tanto é que a prioridade do alma de máquina nunca foi o ser humano, mas o que o ser humano está construindo... graças a deus..

E a terra prometida do deus prometeu em fogo cairá em holocausto ao senhor que tudo promete.

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